No fim da tarde em Nova York, o juro da T-note de 2 anos caía a 4,358%, ante 4,370% ontem e o da T-note de 10 anos tinha baixa a 4,016%, ante 4,017% ontem. Na contramão, o juro do T-bond subia a 4,184%, ante 4,158% no fim da tarde de segunda-feira.
Nesta terça-feira, os rendimentos mais curtos acentuaram o ritmo de queda e renovaram as mínimas da sessão após um leilão em que a taxa máxima dos papéis ficou abaixo da observada no mercado antes da operação. O Tesouro americano vendeu US$ 52 bilhões em T-notes de 3 anos com taxa máxima de 4,105% – inferior à de 4,134% registrada pouco antes do leilão.
A gestora de investimentos americana Pimco avaliou, em relatório, que os EUA devem se mover mais em linha com o restante dos países desenvolvidos em rumo a uma estagnação ou contração econômica moderada.
Para a gestora, os bancos centrais de países desenvolvidos devem iniciar um corte de juros em meados de 2024, antes de um movimento similar ser ativado pelo Federal Reserve, o Banco Central americano. Isso deve levar a reduções de taxas de juros mais acentuadas do que as antecipadas pelos mercados.
A gestora diz que, com as taxas de juros em patamares atrativos em títulos com perfil elevado de crédito, os investidores não precisam se arriscar em papéis com qualidade inferior. A gestora ainda vê os títulos vinculados a inflação nos EUA, os Tips, com um valor ajustado para o investidor assegurar proteção para um cenário de inflação, caso se materialize alguma surpresa em alta dos preços.