• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Podemos reduzir ainda mais as taxas de juros em 2024?

O Brasil aguarda 2024 para avaliar a extensão da tendência de queda nos juros que ocorre em escala global

Por Marilia Fontes

16/01/2024 | 14:52 Atualização: 16/01/2024 | 14:52

Receba esta Coluna no seu e-mail
(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

Semana passada tivemos dados importantes de inflação, tanto nos EUA como no Brasil. Esses dados são cruciais para entender para onde vai a Selic em 2024. Este ano está se configurando como o período em que as taxas de juros globalmente experimentarão quedas significativas. O Brasil, que já iniciou seu ciclo de redução em 2023, aguarda 2024 para avaliar a extensão dessa tendência.

Leia mais:
  • A reunião do Copom deixou claro o que antes era impossível
  • O que inflação em queda e juros altos têm a ver com IA e globalização
  • Os maiores erros de uma carteira de renda fixa
Cotações
06/05/2026 21h23 (delay 15min)
Câmbio
06/05/2026 21h23 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Se as taxas globais caírem substancialmente, podemos testemunhar uma queda ainda mais expressiva do que a atualmente precificada pelo mercado brasileiro. No entanto, caso o declínio global seja menos pronunciado, ou até mesmo inexistente, será necessário reavaliar nossas expectativas locais.

A chave para prever a direção das taxas de juros reside na observação da inflação, como eu mencionei acima. A inflação desempenha um papel crucial como indicador da saúde econômica de um país. Ela indica se uma economia está sobreaquecida, além do seu crescimento potencial ou sub aquecida, abaixo do que deveria.

Publicidade

Se a inflação aumenta, indica uma demanda acalorada, e o Banco Central deve intervir para resfriá-la. Em caso de queda na inflação, temos espaço para reduzir as taxas de juros. Portanto, a inflação é meticulosamente monitorada como um indicativo antecipado de mudanças nas políticas monetárias.

A influência da inflação também atinge as taxas de juros de longo prazo, especialmente aquelas associadas a títulos do governo. Investidores tendem a exigir taxas de retorno mais elevadas em cenários de inflação crescente, impactando o mercado de títulos de longo prazo. A saúde fiscal de um país também influencia bastante as taxas de juros de longo prazo, e pode definir para onde o juro longo vai em 2024.

As taxas de juros de longo prazo, por sua vez, influenciam os preços das ações, pois descontam dividendos na perpetuidade. Assim, o desempenho da bolsa local está intrinsecamente vinculado às taxas de juros de longo prazo.

Além disso, a inflação afeta diretamente os resultados das empresas. O aumento dos custos de produção, como salários e matérias-primas, pode diminuir as margens de lucro, impactando os resultados financeiros. O comportamento do consumidor também é influenciado, pois a inflação reduz o poder de compra, levando a uma diminuição no consumo e, consequentemente, nas receitas das empresas.

Publicidade

Diante da inflação, algumas empresas podem ajustar os preços de seus produtos. No entanto, nem todas têm flexibilidade para realizar esses ajustes, criando desafios adicionais para a lucratividade em um ambiente inflacionário.

A compreensão das complexas interações entre inflação, taxas de juros e resultados empresariais é essencial para tomar decisões informadas no mercado financeiro. O dado de inflação Brasileira de dezembro preocupou. A inflação subiu 0,56% enquanto o mercado esperava uma alta de 0,50%.

Além disso, os núcleos de inflação, que tiram os itens mais voláteis da conta, também mostraram aumento relevante. O índice de difusão, que mostra o percentual de itens que subiram, também mostrou alta. Ou seja, foi um índice generalizadamente pior. Esse será o grande desafio do ano na renda fixa. Entender se essa piora é pontual ou generalizada.

Acompanhar de perto a inflação será fundamental para compreender até que ponto as taxas de juros cairão em 2024. Atualmente, o mercado estima que a Selic pode atingir 9,5%. Caso os dados de inflação permaneçam sob controle, essa queda pode se estender, alcançando 8-8,5%.

Publicidade

Se isso ocorrer, teremos oportunidades significativas de ganho com a marcação a mercado em títulos prefixados ou Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA+). Por exemplo, um vencimento para 2035 pode valorizar 11% com uma redução de 1% em sua taxa, resultando em um rendimento em torno de 200% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI, uma taxa com lastro em operações realizadas entre instituições bancárias) no ano.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Brasil
  • Conteúdo E-Investidor
  • Inflação
  • Investimentos
  • mercado
  • Selic
  • Taxa de juros

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ações recomendadas para maio reposicionam apostas na Bolsa; veja as escolhas de bancos e corretoras

  • 2

    Santander exclui Copasa (CSMG3) e Localiza (RENT3) na carteira para maio; veja as 5 ações recomendadas

  • 3

    Viu RMC no extrato do INSS? Entenda o risco do consignado que pode prender aposentados a uma dívida infinita

  • 4

    Reforma Tributária: ativos isentos devem perder atratividade para a alta renda

  • 5

    Ibovespa hoje fecha em alta com dólar a R$ 4,91, petróleo em forte queda e impacto de balanços

Publicidade

Quer ler as Colunas de Marilia Fontes em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Desconto da conta de água: quem tem direito à Tarifa Social?
Logo E-Investidor
Desconto da conta de água: quem tem direito à Tarifa Social?
Imagem principal sobre o Idosos com 60 anos devem ter um destes bilhetes para conseguir gratuidade no Metrô
Logo E-Investidor
Idosos com 60 anos devem ter um destes bilhetes para conseguir gratuidade no Metrô
Imagem principal sobre o Prova de vida 2026: veja como realizar a comprovação digitalmente
Logo E-Investidor
Prova de vida 2026: veja como realizar a comprovação digitalmente
Imagem principal sobre o Prova de vida: idosos devem saber quando realizar o procedimento para não perder a aposentadoria
Logo E-Investidor
Prova de vida: idosos devem saber quando realizar o procedimento para não perder a aposentadoria
Imagem principal sobre o Idosos: o que é o golpe do bilhete premiado?
Logo E-Investidor
Idosos: o que é o golpe do bilhete premiado?
Imagem principal sobre o Desconto na conta de água: veja quem tem direito ao benefício e como solicitar
Logo E-Investidor
Desconto na conta de água: veja quem tem direito ao benefício e como solicitar
Imagem principal sobre o Dinheiro esquecido do PIS/Pasep: entenda quem tem direito ao resgate do valor
Logo E-Investidor
Dinheiro esquecido do PIS/Pasep: entenda quem tem direito ao resgate do valor
Imagem principal sobre o 3 benefícios de idosos que não precisam ser solicitados presencialmente
Logo E-Investidor
3 benefícios de idosos que não precisam ser solicitados presencialmente
Últimas: Colunas
Lula vai a Washington vender o que ainda não tem
Thiago de Aragão
Lula vai a Washington vender o que ainda não tem

Pressionado internamente e diante de um Trump em busca de minerais críticos, Lula chega aos EUA com uma carta poderosa — mas sem a estrutura para capturar seu valor

06/05/2026 | 17h52 | Por Thiago de Aragão
Entre o R$ 1 e o US$ 1: o raio X mais incômodo da Bolsa brasileira
Einar Rivero
Entre o R$ 1 e o US$ 1: o raio X mais incômodo da Bolsa brasileira

Levantamento mostra avanço estrutural de empresas em patamares críticos de preço e levanta dúvidas sobre qualidade, liquidez e acesso a capital na B3

06/05/2026 | 14h24 | Por Einar Rivero
A estratégia mais subestimada do mundo dos investimentos
Luciana Seabra
A estratégia mais subestimada do mundo dos investimentos

Rebalanceamento de carteira impõe disciplina, evita indicações desordenadas e ainda serve de proteção em cenários de volatilidade, como o atual

05/05/2026 | 14h59 | Por Luciana Seabra
Jornada 6×1, NR-01 e IA: o que estamos fazendo com o trabalho?
Ana Paula Hornos
Jornada 6×1, NR-01 e IA: o que estamos fazendo com o trabalho?

Entre IA, regulação e jornadas longas, o desafio é como o trabalho gera (ou destrói) valor

02/05/2026 | 08h00 | Por Ana Paula Hornos

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador