• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Podemos reduzir ainda mais as taxas de juros em 2024?

O Brasil aguarda 2024 para avaliar a extensão da tendência de queda nos juros que ocorre em escala global

Por Marilia Fontes

16/01/2024 | 14:52 Atualização: 16/01/2024 | 14:52

Receba esta Coluna no seu e-mail
(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

Semana passada tivemos dados importantes de inflação, tanto nos EUA como no Brasil. Esses dados são cruciais para entender para onde vai a Selic em 2024. Este ano está se configurando como o período em que as taxas de juros globalmente experimentarão quedas significativas. O Brasil, que já iniciou seu ciclo de redução em 2023, aguarda 2024 para avaliar a extensão dessa tendência.

Leia mais:
  • A reunião do Copom deixou claro o que antes era impossível
  • O que inflação em queda e juros altos têm a ver com IA e globalização
  • Os maiores erros de uma carteira de renda fixa
Cotações
14/01/2026 10h42 (delay 15min)
Câmbio
14/01/2026 10h42 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Se as taxas globais caírem substancialmente, podemos testemunhar uma queda ainda mais expressiva do que a atualmente precificada pelo mercado brasileiro. No entanto, caso o declínio global seja menos pronunciado, ou até mesmo inexistente, será necessário reavaliar nossas expectativas locais.

A chave para prever a direção das taxas de juros reside na observação da inflação, como eu mencionei acima. A inflação desempenha um papel crucial como indicador da saúde econômica de um país. Ela indica se uma economia está sobreaquecida, além do seu crescimento potencial ou sub aquecida, abaixo do que deveria.

Publicidade

Se a inflação aumenta, indica uma demanda acalorada, e o Banco Central deve intervir para resfriá-la. Em caso de queda na inflação, temos espaço para reduzir as taxas de juros. Portanto, a inflação é meticulosamente monitorada como um indicativo antecipado de mudanças nas políticas monetárias.

A influência da inflação também atinge as taxas de juros de longo prazo, especialmente aquelas associadas a títulos do governo. Investidores tendem a exigir taxas de retorno mais elevadas em cenários de inflação crescente, impactando o mercado de títulos de longo prazo. A saúde fiscal de um país também influencia bastante as taxas de juros de longo prazo, e pode definir para onde o juro longo vai em 2024.

As taxas de juros de longo prazo, por sua vez, influenciam os preços das ações, pois descontam dividendos na perpetuidade. Assim, o desempenho da bolsa local está intrinsecamente vinculado às taxas de juros de longo prazo.

Além disso, a inflação afeta diretamente os resultados das empresas. O aumento dos custos de produção, como salários e matérias-primas, pode diminuir as margens de lucro, impactando os resultados financeiros. O comportamento do consumidor também é influenciado, pois a inflação reduz o poder de compra, levando a uma diminuição no consumo e, consequentemente, nas receitas das empresas.

Publicidade

Diante da inflação, algumas empresas podem ajustar os preços de seus produtos. No entanto, nem todas têm flexibilidade para realizar esses ajustes, criando desafios adicionais para a lucratividade em um ambiente inflacionário.

A compreensão das complexas interações entre inflação, taxas de juros e resultados empresariais é essencial para tomar decisões informadas no mercado financeiro. O dado de inflação Brasileira de dezembro preocupou. A inflação subiu 0,56% enquanto o mercado esperava uma alta de 0,50%.

Além disso, os núcleos de inflação, que tiram os itens mais voláteis da conta, também mostraram aumento relevante. O índice de difusão, que mostra o percentual de itens que subiram, também mostrou alta. Ou seja, foi um índice generalizadamente pior. Esse será o grande desafio do ano na renda fixa. Entender se essa piora é pontual ou generalizada.

Acompanhar de perto a inflação será fundamental para compreender até que ponto as taxas de juros cairão em 2024. Atualmente, o mercado estima que a Selic pode atingir 9,5%. Caso os dados de inflação permaneçam sob controle, essa queda pode se estender, alcançando 8-8,5%.

Publicidade

Se isso ocorrer, teremos oportunidades significativas de ganho com a marcação a mercado em títulos prefixados ou Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA+). Por exemplo, um vencimento para 2035 pode valorizar 11% com uma redução de 1% em sua taxa, resultando em um rendimento em torno de 200% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI, uma taxa com lastro em operações realizadas entre instituições bancárias) no ano.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Brasil
  • Conteúdo E-Investidor
  • Inflação
  • Investimentos
  • mercado
  • Selic
  • Taxa de juros

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Espera por socorro do FGC faz investidor perder dinheiro com CDBs do Master; veja quanto

  • 2

    O salto que ninguém esperava: as ações que elevaram dividendos em até R$ 8,39 por papel

  • 3

    Caso Banco Master reacende debate sobre regras do FGC; veja o que pode mudar para o investidor

  • 4

    “Venezuela é inviável”: ExxonMobil alerta Trump e fecha a porta para bilhões no petróleo

  • 5

    Bitcoin nunca será dinheiro e, se for, deixará de ser cripto, diz pesquisador

Publicidade

Quer ler as Colunas de Marilia Fontes em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Prova de vida 2026: como fazer procedimento pelo app Gov.br?
Logo E-Investidor
Prova de vida 2026: como fazer procedimento pelo app Gov.br?
Imagem principal sobre o Mega Millions: como funciona a loteria dos EUA?
Logo E-Investidor
Mega Millions: como funciona a loteria dos EUA?
Imagem principal sobre o Como a ventilação natural pode ajudar na conta de luz?
Logo E-Investidor
Como a ventilação natural pode ajudar na conta de luz?
Imagem principal sobre o Tem CDBs do Master? Como acionar o FGC e quando será feito o pagamento
Logo E-Investidor
Tem CDBs do Master? Como acionar o FGC e quando será feito o pagamento
Imagem principal sobre o Benefício de Prestação Continuada (BPC) é uma aposentadoria? Entenda
Logo E-Investidor
Benefício de Prestação Continuada (BPC) é uma aposentadoria? Entenda
Imagem principal sobre o Dupla Sena: como funciona a distribuição dos prêmios?
Logo E-Investidor
Dupla Sena: como funciona a distribuição dos prêmios?
Imagem principal sobre o Onde e até que horas realizar o jogo da Lotomania?
Logo E-Investidor
Onde e até que horas realizar o jogo da Lotomania?
Imagem principal sobre o Entregadores de aplicativo podem ser isentos do Imposto de Renda? Entenda
Logo E-Investidor
Entregadores de aplicativo podem ser isentos do Imposto de Renda? Entenda
Últimas: Colunas
O custo de não investir: uma oportunidade perdida de mais do que dobrar o capital
Luciana Seabra
O custo de não investir: uma oportunidade perdida de mais do que dobrar o capital

Trabalho e investimentos não são caminhos opostos; por que adiar aplicações pode custar caro no longo prazo, mesmo em cenários de incertezas

13/01/2026 | 16h28 | Por Luciana Seabra
Atualização de bens no IR: quando o REARP vale a pena e quando é armadilha
Samir Choaib
Atualização de bens no IR: quando o REARP vale a pena e quando é armadilha

O novo regime de atualização patrimonial promete alívio no ganho de capital, mas impõe uma aposta longa e arriscada, que só faz sentido em casos muito específicos

11/01/2026 | 06h30 | Por Samir Choaib
Dizer não é fácil. Difícil é sustentar o sim
Ana Paula Hornos
Dizer não é fácil. Difícil é sustentar o sim

No começo do ano, prometer mudanças é simples; maturidade está em sustentar escolhas quando o entusiasmo acaba e o compromisso começa a cobrar

10/01/2026 | 06h30 | Por Ana Paula Hornos
COP-30 teve avanços concretos sobre o clima, mas o mundo tornou tudo mais difícil
Fernanda Camargo
COP-30 teve avanços concretos sobre o clima, mas o mundo tornou tudo mais difícil

Apesar de avanços em financiamento, plataformas e cooperação, a conferência em Belém expôs os limites da ação climática em um cenário de tensões geopolíticas e fragmentação global.

09/01/2026 | 15h00 | Por Fernanda Camargo

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador