Perto das 18h (de Brasília), a taxa do T-note de 2 anos estava em 4,406%, ante 4,389% no fim da sexta-feira. Os retornos nos papéis de 10 anos e de 30 anos rondavam 4,105% e 4,324%, ante 4,137% e 4,342%, respectivamente.
“Os dados do PIB do quarto trimestre e dos pedidos de seguro desemprego deverão reforçar a percepção contínua de que o crescimento econômico permanece sólido e o mercado de trabalho resiliente”, avaliam os analistas do BMO em relatório. O índice de preços dos gastos com consumo pessoal (índice de preços PCE) pode influenciar o debate sobre o corte de juros pelo Fed em março, completam. “Dado que o Fed está no seu período de silêncio pré-reunião, pode-se supor que o relatório do PCE estaria aberto a uma interpretação mais ampla do que se tivesse sido seguido de perto por uma série de falas de dirigentes do Fed“, nota o BMO.
A próxima reunião do Fomc ocorre em 30 e 31 de janeiro, circundada pela expectativa de que a taxa dos Fed Funds seguirá inalterada na faixa entre 5,25% e 5,50%. O período de silêncio do BC americano começou no sábado e se estenderá até dia 1 de fevereiro. Em relação ao encontro subsequente de março, a probabilidade de uma alívio monetário diminuiu para 40,5%, ante 46,2% na sexta-feira, segundo a ferramenta FedWatch, do CME Group. A aposta em manutenção da taxa básica estava em 58,4%, ante 52,4% na sexta-feira.