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Goldman Sachs eleva recomendação e preço-alvo da Dexco (DXCO3)

Nesta tarde, ações de empresa despontam no Ibovespa

Por Circe Bonatelli

15/04/2024 | 15:20 Atualização: 15/04/2024 | 15:20

Unidade de produção de MDF da Dexco (Foto: Divulgação)
Unidade de produção de MDF da Dexco (Foto: Divulgação)

O Goldman Sachs elevou a recomendação das ações da Dexco (DXCO3) de neutro para compra, com preço-alvo de R$ 9,50 em 12 meses, o que representa uma expectativa de alta de 30,5% em relação à cotação do papel no último pregão, quando estava em R$ 7,28. Às 15h, as ações da Dexco eram negociadas a R$ 7,48, alta de 2,75%, entre as maiores altas do Ibovespa no período.

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Na visão dos analistas Marcio Farid, Gabriel Simões e Henrique Marques, a Dexco está em um momento de virada dos negócios, marcado pela conclusão de um ciclo de investimentos e tendência de capturar os ganhos desses aportes e voltar a apresentar fluxo de caixa positivo.

Em relatório, o time do Goldman Sachs lembrou que os últimos anos da companhia foram marcados por investimentos altos, concomitante com perda de rentabilidade nas divisões de Louças e Metais Sanitários (Deca) e de Acabamentos Cerâmicos, bem como aumento da dívida e das despesas com juros. Tudo isso aconteceu ao mesmo tempo em que houve um esfriamento da demanda por materiais de construção após o pico nos meses seguintes ao da pandemia.

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A Dexco anunciou em 2021 um plano de R$ 2,5 bilhões em investimentos estratégicos para os anos seguintes. Com a piora do cenário macroeconômico, o plano foi reduzido para R$ 1,8 bilhão. No geral, os investimentos incluem automação das plantas de louças sanitárias, melhorias em suas fábricas de painéis de madeira, ampliação da base florestal e uma nova fábrica de revestimentos cerâmicos.

Agora, porém, a história está mudando, na percepção dos analistas. “Como a Dexco planeja concluir a maior parte do seu plano de investimento este ano, vemos o capex caindo para mais perto do nível de manutenção em 2025, em cerca de R$ 800 milhões. Com isso, esperamos que a Dexco comece a capitalizar os investimentos realizados e que estão sendo concluídos este ano, melhorias na geração de fluxo de caixa livre no futuro”, descreveram os analistas no relatório.

Além disso, o mercado de materiais de construção está dando sinais de melhora, conforme apontou a direção da Dexco em um evento recente do setor. Segundo a direção, o mercado está mais estável este ano e com mais interesse dos consumidores, citaram os analistas.

O time do Goldman Sachs apontou ainda que as divisões Deca e Cerâmicos caminham para voltar ao ponto de equilíbrio neste semestre. “A recuperação dos negócios demorou mais do que o esperado, mas o ponto de equilíbrio da rentabilidade será alcançado em breve”, projetaram.

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“Acreditamos que os principais ajustes no negócio já foram executados, incluindo calibragem de produção, mudanças na estratégia comercial, normalização de estoques e reformulação do mix de produtos. Com isso, esperamos que a empresa comece gradativamente a colher os benefícios desses ajustes, bem como dos novos investimentos”, afirmaram.

Para a Divisão Madeira, os analistas esperam uma rentabilidade resiliente devido a dois fatores: o primeiro é que a empresa atua de modo integrado, isto é, com base florestal própria e produção de painéis, o que lhe dá vantagens competitivas. O segundo ponto é o potencial de vendas diretas de madeira, que impulsionou o lucro operacional nos últimos trimestres.

Os analistas do Goldman Sachs observaram também que a ação da Dexco tem correlação com a taxa base de juros do País e que tende a reagir positivamente ao ciclo de afrouxamento monetário. “Historicamente, durante os ciclos de redução dos juros, para cada 100 pontos-base de corte na taxa, o preço das ações da Dexco aumentou 25%”, apontaram.

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