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Ibovespa hoje: moderação externa e Petrobras impedem salto do índice

Os novos sinais de desaquecimento do consumo da China também preocupam os investidores

Por Maria Regina Silva

17/05/2024 | 12:08 Atualização: 17/05/2024 | 12:08

Painel do Ibovespa. (Fonte: Adobe Stock)
Painel do Ibovespa. (Fonte: Adobe Stock)

O Ibovespa está perto da estabilidade, com viés de baixa, em meio a um ambiente cauteloso no exterior depois de falas duras de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) na quinta-feira (16). O índice cede 0,07%, aos 128.165,37 pontos.

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Na sexta-feira (17), outras autoridades do Fed falarão, o que poderá ajudar nas apostas para o início de queda dos juros americanos.

Um grau maior de volatilidade no início da tarde não pode ser descartado, principalmente devido ao vencimento de opções sobre ações nesta sexta-feira (17), além da agenda de indicadores esvaziada. Ainda assim, por ora, o Ibovespa pode fechar a semana com ligeira alta, após recuo na passada.

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A despeito da valorização do minério de ferro, em Dalian, e do anúncio de medidas de estímulos na China, preocupam os novos sinais de desaquecimento do consumo do gigante asiático. Da mesma forma, ficam no foco as continuadas incertezas na Petrobras e com as políticas monetária e fiscal do Brasil.

“Por ora, não há novidades que justifiquem a queda do Ibovespa, só fluxo em cima de Petrobras e alguns bancos, com somente as ações da Vale (VALE3) tendo bom desempenho”, descreve Gabriel Mota, operador de renda variável da Manchester Investimentos.

Ainda há desconfiança em relação a como será a atual gestão da estatal sob o comando de Magda Chambriard, indicada pelo presidente Lula para assumir o cargo no lugar do demissionário Jean Paul Prates.

Na quinta-feira (16), o Índice Bovespa fechou com alta de 0,20%, aos 128.283,62 pontos, mesmo com a nova queda nas ações da Petrobras (PETR3 -1,82%, PETR4 -2,84%). Para Alvaro Bandeira, coordenador de Economia da Apimec Brasil, o Ibovespa precisa passar os 130 mil pontos para ganhar tração e almejar o recorde próximo dos 135 mil pontos.

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Porém, há dúvidas internas elevadas. Em sua primeira entrevista após o Comitê de Política Monetária (Copom) de maio, o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, disse com exclusividade ao Broadcast/Estadão que trabalha para terminar o mandato com a expectativa da inflação na meta, mas ponderou que “garantir resultados é difícil”. Nesta manhã, Campos Neto participa de conferência em Brasília.

Fica no foco ainda o anúncio, na quinta-feira (16) à noite, do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), de que será mantida a desoneração da folha de salários dos municípios este ano. O impacto estimado é de R$ 7,2 bilhões aos cofres da União.

Em meio à alta de 2,18% do minério de ferro em Dalian, as ações da Vale subiam 1,40% perto das 11h30, com Petrobrás cedendo entre 0,75% (PETR4) e 1,32% (PETR3), apesar da leve alta do petróleo.

“O investidor estrangeiro pode estar desembarcando de Petrobras e o Copom de maio ainda continua repercutindo”, diz Bruno Takeo, analista da Ouro Preto Investimentos, ao referir-se à saída de recursos estrangeiros da B3, especialmente das ações da Petrobras, e ao placard dividido na última decisão de juros no Brasil, em maio.

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Além disso, Takeo ressalta os temores com a inflação dos EUA, após falas duras da presidente do Fed de Cleveland, Loretta Mester, na quinta-feira (16). “A inflação americana não está caindo no ritmo que gostariam e há deterioração das expectativas. Isso contribui negativamente. Nesta sexta-feira (17) tem novas falas de dirigentes do banco central americano, temos de acompanhar”, avalia o analista da Ouro Preto.

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