A varejista destaca que o plano atende a todas as exigências legais aplicáveis e tem o apoio de aproximadamente 55% dos créditos sujeitos, suficientes para atender o quórum mínimo necessário para sua homologação e vinculação aos seus termos de 100% dos créditos sujeitos, incluindo as emissões de debêntures representadas por Opea e Pentágono.
“A companhia responderá às impugnações no prazo legal e manterá seus acionistas e o mercado em geral devidamente informados sobre quaisquer desdobramentos relevantes a respeito do assunto”, diz.
A Casas Bahia entrou com pedido de recuperação extrajudicial em 28 de abril para dívidas que somam R$ 4,1 bilhões. O pedido já está pré-acordado com os principais credores, que detêm 54,5% dos débitos e, portanto, deve ser aplicado também aos demais credores pulverizados, dentre eles, pessoas físicas.