• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

O que acontece com os investimentos se o dólar bater R$ 6?

Divisa bateu R$ 5,40, o maior patamar de fechamento da moeda norte-americana desde 04 janeiro de 2023

Por Fabrizio Gueratto

13/06/2024 | 11:10 Atualização: 13/06/2024 | 11:11

Receba esta Coluna no seu e-mail
Imagem: Adobe Stock
Imagem: Adobe Stock

A disparada do dólar para R$5,40 tem uma série de motivos. O primeiro é que os juros nos Estados Unidos continuarão nas alturas e o dinheiro do mundo inteiro seguirá para lá por um motivo muito simples. É mais seguro ganhar 5% ao ano na economia mais segura do mundo do que 10% em um lugar como o Brasil.

Leia mais:
  • 10 dicas para escolher o melhor fundo imobiliário
  • Como juntar R$ 1 milhão guardando R$ 300 por mês?
  • Como a taxa de juros dos EUA impacta seus investimentos?
Cotações
14/05/2026 19h45 (delay 15min)
Câmbio
14/05/2026 19h45 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Vale lembrar que, em 2022, o dólar quase bateu R$ 6 e, se a tempestade perfeita acontecer em 2024, isso é completamente possível de acontecer. Não é algo fora da realidade. Por isso, você precisa entender quais serão as implicações.

A consequência natural é que, com menos dinheiro entrando, dificilmente as ações da B3, de modo geral, terão grande valorização nos próximos meses.

Publicidade

Além disso, nosso país utiliza diversos insumos cotados em dólar e, se o preço da matéria-prima sobe, logicamente o preço do produto sobe e a inflação também. Com este risco, dificilmente o Banco Central realizará um novo corte na taxa de juros, o que significa que a renda fixa ainda continuará um excelente investimento. Ainda assim, há muitas pessoas que dizem que a renda fixa era perda fixa.

A variação do dólar em relação ao real brasileiro também tem um impacto significativo nos investimentos realizados por brasileiros, afetando diversos setores da economia e alterando a dinâmica de alocação de recursos financeiros. A alta do dólar pode ser influenciada por vários fatores, como a política monetária dos Estados Unidos, a situação econômica global e a estabilidade política e econômica interna do Brasil. Este artigo explora como a valorização do dólar influencia diferentes aspectos dos investimentos no Brasil.

Investimentos Internacionais

Para investidores que possuem ativos no exterior, a alta do dólar representa um aumento no valor desses investimentos quando convertidos para reais. Isso pode parecer vantajoso à primeira vista, pois um dólar mais forte significa que, ao trazer recursos de volta para o Brasil, o investidor obterá mais reais. No entanto, essa valorização também pode indicar uma economia global em instabilidade, o que pode aumentar os riscos associados aos ativos estrangeiros.

Importações e Inflação

A alta do dólar encarece as importações, pois os produtos estrangeiros se tornam mais caros. Este efeito tem um impacto direto sobre a inflação, já que muitos insumos e produtos finais consumidos no Brasil são importados. O aumento nos preços de bens e serviços importados pode reduzir o poder de compra dos consumidores brasileiros, o que pode, por sua vez, afetar negativamente as empresas locais, especialmente aquelas que dependem de matérias-primas e bens intermediários importados.

Empresas exportadoras

Por outro lado, empresas exportadoras tendem a se beneficiar da alta do dólar. Quando a moeda americana se valoriza, os produtos brasileiros se tornam mais competitivos no mercado internacional, pois ficam relativamente mais baratos para os compradores estrangeiros. Isso pode aumentar a receita em reais dessas empresas, melhorando sua lucratividade e, consequentemente, o retorno para os investidores. Setores como o agronegócio e a mineração, que possuem uma base exportadora forte, são particularmente beneficiados.

Investimentos em Bolsa de Valores

A valorização do dólar também pode ter efeitos mistos sobre a Bolsa de Valores brasileira. Empresas exportadoras, como as do setor de commodities, tendem a ver suas ações valorizarem em um cenário de dólar forte. No entanto, a alta do dólar pode aumentar o custo da dívida para empresas que possuem passivos em moeda estrangeira, pressionando suas margens de lucro e, consequentemente, suas ações. Além disso, a alta do dólar pode sinalizar desconfiança em relação à economia brasileira, levando a uma fuga de capital estrangeiro da B3 e pressionando negativamente o índice de ações.

Diversificação de portfólio

Para investidores brasileiros, a alta do dólar destaca a importância da diversificação de portfólio. Investir em ativos dolarizados, como fundos cambiais, ações de empresas internacionais e ETFs estrangeiros, pode servir como uma proteção contra a depreciação do real. Além disso, a exposição a diferentes mercados pode reduzir o risco total do portfólio, aproveitando oportunidades de crescimento em economias diversas.

O que é importante ficar claro, como já falei várias vezes, é que, sempre é importante ter investimentos em dólar ou investir em empresas que ganham com a valorização da moeda americana, como as exportadoras, por exemplo. Lembre-se. O dólar era caro quando estava R$ 2. Era caro quando custava R$ 3. Muito caro quando bateu R$ 4 e assim por diante. Dólar é segurança e diversificação, ponto.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • b3sa3
  • Bolsa de valores
  • Carteira
  • Dolar
  • Economia
  • Empresas
  • Inflação
  • Investimentos
  • mercado
  • Moeda

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Itaú lança cartão para altíssima renda da Mastercard com até 7 pontos por dólar

  • 2

    Saíram na hora errada? Maioria dos fundos que bateram o Ibovespa perdeu investidores em 12 meses

  • 3

    Ibovespa hoje sobe após estresse político com Flávio Bolsonaro

  • 4

    Governo avança na regulamentação da reforma tributária; veja as novidades

  • 5

    Banco do Brasil no 1T26 hoje: veja o que pode destravar preço da ação na crise no agro

Publicidade

Quer ler as Colunas de Fabrizio Gueratto em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Desenrola Brasil 2.0: o que se sabe sobre o programa para ajudar pessoas endividadas
Logo E-Investidor
Desenrola Brasil 2.0: o que se sabe sobre o programa para ajudar pessoas endividadas
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: idosos acima de 70 anos com atividade rural podem ser obrigados a declarar
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: idosos acima de 70 anos com atividade rural podem ser obrigados a declarar
Imagem principal sobre o 1º lote da restituição do IR 2026: é possível receber pagamento via Pix, desde que cumpra esta regra
Logo E-Investidor
1º lote da restituição do IR 2026: é possível receber pagamento via Pix, desde que cumpra esta regra
Imagem principal sobre o Desenrola 2.0: o trabalhador consegue sacar 20% do saldo do FGTS para quitar dívidas?
Logo E-Investidor
Desenrola 2.0: o trabalhador consegue sacar 20% do saldo do FGTS para quitar dívidas?
Imagem principal sobre o Desenrola 2.0: endividados podem usar até R$ 1 mil do FGTS? Entenda como funciona
Logo E-Investidor
Desenrola 2.0: endividados podem usar até R$ 1 mil do FGTS? Entenda como funciona
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: idosos podem receber a restituição ainda em maio; entenda como e quando
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: idosos podem receber a restituição ainda em maio; entenda como e quando
Imagem principal sobre o Restituição do Imposto de Renda 2026: quem tem e-mail como Pix pode receber o pagamento? Entenda
Logo E-Investidor
Restituição do Imposto de Renda 2026: quem tem e-mail como Pix pode receber o pagamento? Entenda
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 1º lote da restituição é liberado ainda em maio; veja a data exata
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 1º lote da restituição é liberado ainda em maio; veja a data exata
Últimas: Colunas
OPINIÃO: Bets e a economia da dependência: quem lucra com o prejuízo do brasileiro
Fabrizio Gueratto
OPINIÃO: Bets e a economia da dependência: quem lucra com o prejuízo do brasileiro

Como apostas online viraram fonte de receita para governo, empresas e futebol — e o impacto disso no consumo e no endividamento

14/05/2026 | 12h00 | Por Fabrizio Gueratto
O próximo grande mercado do Brasil não está no crédito, mas na autonomia financeira das mulheres
Espaço do Especialista
O próximo grande mercado do Brasil não está no crédito, mas na autonomia financeira das mulheres

O desafio não começa na renda, mas em enxergar a mulher como investidora e tomadora de decisão

13/05/2026 | 17h05 | Por Daniella Marques, ex-Presidente da Caixa Econômica Federal
O novo mapa da renda fixa privada e os riscos que vêm com ele
Einar Rivero
O novo mapa da renda fixa privada e os riscos que vêm com ele

Avanço da renda fixa privada amplia oportunidades, mas expõe investidores a riscos estruturais e assimetrias em casos de crise

13/05/2026 | 14h08 | Por Einar Rivero
Marcação a mercado vira teste de maturidade para o investidor brasileiro
Vitor Miziara
Marcação a mercado vira teste de maturidade para o investidor brasileiro

Resgates bilionários em fundos de crédito privado expõem um problema que vai além dos juros e do risco de calote: a dificuldade do investidor brasileiro em lidar com a volatilidade da renda fixa.

12/05/2026 | 14h00 | Por Vitor Miziara

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador