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Mercado

Petrobras (PETR4) fecha em alta após acordo tributário; veja o que esperar dos dividendos

Analistas dizem que resultado final é positivo, mas a maioria ainda não recomenda compra para a ação

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

18/06/2024 | 18:47 Atualização: 18/06/2024 | 18:47

Petrobras. (Foto: Wilton Junior/Estadão)
Petrobras. (Foto: Wilton Junior/Estadão)

As ações da Petrobras (PETR3; PETR4) fecharam o pregão desta terça-feira (18) em alta de 3,13%, cotadas a R$ 35,90. O avanço ocorre após a estatal aprovar a adesão ao acordo com o Conselho de Administração de Recursos Fiscais (CARF) e encerrar as discussões referentes ao não pagamento de impostos como PIS/Cofins e Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE) referentes ao período de 2008 a 2013. O acordo gerou um desconto de 65% de uma dívida de R$ 44,79 bilhões, que ficou com um valor final de R$ 19,80 bilhões. A medida traz alívio ao governo federal, que busca arrecadar dinheiro para fechar as contas nos azul.

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Analistas do mercado financeiro enxergam o acordo como positivo, por entregar um desconto do valor a ser pago, mas dizem que os dividendos da estatal tendem a ter um impacto marginal. Essa estimativa ocorre pelo fato de a petroleira dividir o pagamento em etapas, com R$ 6,65 bilhões sendo pagos com os depósitos judiciais já realizados nos processos e R$ 1,29 bilhão que serão pagos com créditos de prejuízos fiscais de subsidiárias. Os R$ 11,85 bilhões restantes serão quitados com um valor de entrada de R$ 3,57 bilhões, que será pago em 30 de junho de 2024.

O restante a ser depositado, cerca de R$ 1,38 bilhão, será pago em seis parcelas mensais. A primeira parcela será quitada em 31 de julho de 2024, e as demais no último dia útil dos meses subsequentes, atualizadas pela taxa Selic. “No lucro líquido do 2º trimestre de 2024, o impacto após os efeitos tributários será de aproximadamente R$ 11,87 bilhões”, diz a Petroleira.

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Justamente por causa desse impacto de R$ 11,87 bilhões, os analistas do Santander esperam uma pequena redução de US$ 0,32 bilhão no pagamento de dividendos da empresa. Na métrica do rendimento em dividendos em relação ao valor de mercado da empresa, conhecida como dividend yield, o porcentual tende a cair de 14,5% a para 14,1%.

“Vemos essa redução como positiva, visto que ela é marginal e o acordo fechado reduz a saída de caixa, que poderia ser maior sem o fechamento do acordo. Caso a companhia não pague os dividendos extraordinários, o dividend yield tende a ser de 9% ao ano e não os 14%, que só consideramos essa possibilidade caso a empresa pague os dividendos extraordinários”, dizem Rodrigo Almeida e Eduardo Muniz, que assinam o relatório do Santander.

A Genial Investimentos também vê o acordo como positivo, visto que, com a medida, o fluxo e pagamento do valor acordado deve ser alongado, mitigando o impacto no endividamento da empresa. O especialista lembra que os dividendos devem seguir sendo distribuídos por não afetarem o limite da dívida bruta da empresa.

“Vale lembrar que a atual política de dividendos, a fórmula de distribuição de dividendos, só é válida caso o endividamento seja inferior US$ 65 bilhões. A empresa encerrou o primeiro trimestre de 2024 com uma dívida bruta de US$ 61,8 bilhões”, relata Vitor Sousa, que assina o relatório da Genial.

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O BTG Pactual estima que a empresa deve ter um impacto mínimo justamente pelo fato do pagamento ter sido alongado. Por causa disso, o dividendo da empresa tende a ter um impacto muito pequeno, de apenas R$ 5,4 bilhões, o que para os analistas do BTG representa apenas 1% dos dividendos estimados pelo para a empresa.

Para 2024, o BTG calcula um dividend yield de 17,7% com o lucro líquido de US$ 24,59 bilhões, US$ 21,25 bilhões de lucro em 2025 com um dividend yield de 14,3%. Já para 2026, a expectativa é de um lucro de US$ 19,91 bilhões com um dividend yield de 14,2%.

O que fazer com as ações da Petrobras?

O Santander faz parte do grupo que tem recomendação neutra para as ações da Petrobras. O motivo, segundo relatório do banco, é que a companhia ainda apresenta alguns riscos, como alterações inesperadas pelo mercado na política de dividendos da empresa e preços dos combustíveis abaixo do custo de produção. O preço-alvo para a American Depositary Receipts (ADR), ação da empresa negociada em Nova York, é de US$ 18, uma potencial alta de 30,2% na comparação com o fechamento desta terça-feira (18), quando a ação encerrou o pregão negociada a US$ 13,82.

A Genial avalia que a ação está atrativa e barata, mas prefere esperar por maior clareza da nova gestão em relação aos seus planos para a empresa. O analista tem recomendação de manter com preço-alvo de R$ 47, uma potencial alta de 30,9% em relação ao fechamento desta terça-feira (18).

Já os analistas do BTG recomendam compra devido aos dividendos que eles estimam para a ação. Na visão dos especialistas, uma forma da companhia não pagar 17% do seu valor de mercado em dividendos seria no caso de alguma fusão ou aquisição, o que não está no radar da empresa no momento.

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“Vemos vantagens para este rendimento de dividendos, uma vez que é possível que não haja fusões e aquisições e a empresa poderá investir ainda menos do que prevemos atualmente. Vale lembrar que a Petrobras continua sendo a nossa ação favorita do setor”, reforçam Pedro Soares, Henrique Pérez e Thiago Duarte, que assinam o relatório do BTG.

O trio de analistas calcula um preço-alvo de US$ 19 para a ADR negociada nos EUA. A cifra equivale a uma potencial alta de 37,5% na comparação com o fechamento desta terça-feira (18), quando a ação encerrou o pregão a US$ 13,82.

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