Os Prefixados, papéis que pagam uma taxa fixa ao ano, operam em direções mistas. Os títulos com vencimento para 2027 e 2031 ofereciam rentabilidades de 11,43% e 11,58% ao ano, levemente abaixo dos 11,46% e 11,59% ao ano da véspera. O Tesouro Prefixado com juros semestrais 2035, por sua vez, está pagando um rendimento de 11,49% ao ano, mesmo patamar da véspera.
Na última terça-feira (20), os títulos públicos registraram grandes elevações nas rentabilidades, com os investidores esperando uma taxa básica de juros Selic mais alta em 2024 e 2025. Vale lembrar que quando as taxas desses papéis sobem, os preços caem. Ou seja, o investidor que precisar vender antes do vencimento poderá ter prejuízos. O contrário também acontece: quando as taxas caem, os preços sobem. Este movimento é chamado de “marcação a mercado” e o único título que não está sujeito a essa oscilação é o Tesouro Selic, que segue de perto a variação dos juros no País.
Veja o panorama do Tesouro Direto nesta quarta.