• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Como a guerra agravada no Líbano vai impactar seus investimentos?

Saiba como proteger seus investimentos em tempos de incertezas, que aumentaram por conta do conflito no Oriente Médio

Por Fabrizio Gueratto

03/10/2024 | 15:06 Atualização: 03/10/2024 | 15:06

Receba esta Coluna no seu e-mail
Conflito no Oriente Médio escalou quando Israel promoveu ataques em cidades do Líbano. (Foto: Leila.Gh em Adobe Stock)
Conflito no Oriente Médio escalou quando Israel promoveu ataques em cidades do Líbano. (Foto: Leila.Gh em Adobe Stock)

A instabilidade no Oriente Médio, especialmente com a recente escalada de conflitos no Líbano, levanta preocupações sobre suas implicações para os mercados globais e, consequentemente, para os nossos investimentos. E é claro que como todo o investidor eu estou preocupado com o rumo que essa situação pode tomar, pois essa guerra pode vir, sim, a afetar sim a nossa vida cotidiana. Engana-se quem pensa que está protegido só pelo conflito ocorrer em outro continente.

Leia mais:
  • Como transformar R$ 10 mil em renda extra: veja opções de investimento
  • Como a alta da Selic no Brasil e a queda de juros nos EUA impactam seus investimentos?
  • Proteção contra a inflação: conheça 5 títulos atrelados ao IPCA
Cotações
10/02/2026 22h31 (delay 15min)
Câmbio
10/02/2026 22h31 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A guerra no Líbano não é um evento isolado, é parte de um emaranhado de tensões que acontecem há anos e envolvem países árabes, Israel e potências globais. A participação de grupos como o Hezbollah, o papel de países como Irã e Síria e as reações de potências como os Estados Unidos e a Rússia criam um ambiente instável que pode ter consequências de longo alcance.

O desafio para nós, investidores e consumidores que estamos de fora, é que a escalada de conflitos em regiões estratégicas para a produção de petróleo e energia trará um impacto direto sobre os preços das commodities, gerando inflação, inclusive aqui no Brasil. No entanto, para nós investidores, há uma tábua de salvação: opções de investimentos que protegem nosso capital e são consideradas mais seguras. Continue lendo, vou explicar como você pode se resguardar nesse cenário.

Impacto da guerra sobre os preços do petróleo

Um dos efeitos mais diretos da guerra no Líbano será a pressão sobre os preços do petróleo. Os países árabes, muitos dos quais fazem parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), controlam uma parcela significativa da produção global de petróleo. Qualquer escalada do conflito pode resultar em interrupções no fornecimento, levando a um aumento nos preços de combustíveis.

Publicidade

Historicamente, crises no Oriente Médio têm provocado flutuações acentuadas nos preços do petróleo. Com as cotações já em níveis elevadas devido a tensões anteriores, um novo conflito pode exacerbar essa situação, resultando em custos mais altos para o transporte e para bens de consumo.

A alta dos combustíveis e a inflação

O aumento dos preços do petróleo tem um efeito cascata na economia de diversos países. Combustíveis mais caros significam não apenas maiores custos de transporte, mas também um impacto direto em setores como agricultura, manufatura e serviços. Essa elevação de custos pode se traduzir em inflação, pressionando os consumidores e corroendo o poder de compra. Em um ambiente inflacionário, os investidores devem estar atentos às opções de proteção. Uma estratégia eficaz pode ser a alocação em títulos atrelados ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que oferecem uma proteção contra a perda de poder aquisitivo.

Títulos atrelados ao IPCA: uma proteção necessária

Os títulos atrelados ao IPCA são ferramentas importantes para investidores. Esses papéis oferecem retornos que acompanham a inflação, garantindo que o rendimento real do investimento não seja corroído por aumentos de preços. Com a expectativa de inflação elevada devido aos conflitos no Oriente Médio, agravado com o ataque de Israel em território libanês, e ao aumento dos preços dos combustíveis, considerar a inclusão desses títulos em seu portfólio pode ser uma estratégia sensata. Além de proteger o capital, esses investimentos proporcionam uma renda fixa que pode ajudar a equilibrar o risco em momentos de volatilidade.

Então é isso investidor, considere diversificar seu portfólio como uma forma de hedge (proteção) contra a inflação. E claro, nada mais sensato do que manter-se informado sobre o desenrolar do conflito no Líbano, em Israel e em todo Oriente Médio e suas repercussões nos mercados globais. Como sempre digo, em tempos de incerteza, a melhor estratégia é estar preparado e informado para agir.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Combustíveis
  • Guerra
  • Inflação
  • Investimentos
  • Petróleo

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje encerra acima de 186 mil pontos e atinge novo recorde de fechamento

  • 2

    Violência patrimonial e financeira contra Idosos: como identificar abusos e proteger a autonomia na velhice

  • 3

    Filho de Warren Buffett só descobriu que o pai era bilionário depois dos 20 anos

  • 4

    Resultados de Suzano e Klabin no 4T25 devem decepcionar no curto prazo, mas analistas veem forte valorização

  • 5

    "Investidor institucional segura interesse em cripto", diz head global da Coinbase

Publicidade

Quer ler as Colunas de Fabrizio Gueratto em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Imagem principal sobre o Conta de luz cara? Saiba como economizar com o chuveiro elétrico
Logo E-Investidor
Conta de luz cara? Saiba como economizar com o chuveiro elétrico
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como fazer a declaração?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como fazer a declaração?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Ano Novo 2026: os sorteios já acabaram?
Logo E-Investidor
Tele Sena de Ano Novo 2026: os sorteios já acabaram?
Imagem principal sobre o INSS 2026: quem pode efetuar o saque do benefício?
Logo E-Investidor
INSS 2026: quem pode efetuar o saque do benefício?
Imagem principal sobre o FGTS: quais dados são solicitados no cadastro para receber valores?
Logo E-Investidor
FGTS: quais dados são solicitados no cadastro para receber valores?
Imagem principal sobre o INSS: como receber o primeiro pagamento dos benefícios?
Logo E-Investidor
INSS: como receber o primeiro pagamento dos benefícios?
Imagem principal sobre o FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Logo E-Investidor
FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Últimas: Colunas
Na escolinha dos bancos, o Itaú é o melhor aluno da turma e o resto só assiste
Katherine Rivas
Na escolinha dos bancos, o Itaú é o melhor aluno da turma e o resto só assiste

Banco empilha resultados fortes, lidera em rentabilidade e mostra por que ainda está anos à frente da concorrência

10/02/2026 | 18h08 | Por Katherine Rivas
Aos traumatizados do Master, há alternativa – e não é outro CDB
Luciana Seabra
Aos traumatizados do Master, há alternativa – e não é outro CDB

Caso do Banco Master expõe riscos ignorados em CDBs e reforça a importância de entender crédito privado antes de investir

10/02/2026 | 14h43 | Por Luciana Seabra
Mercado financeiro: a dúvida sobre um possível apoio de Tarcísio a Flávio
Erich Decat
Mercado financeiro: a dúvida sobre um possível apoio de Tarcísio a Flávio

Mercado financeiro avalia cenários para 2026 e 2030 diante do avanço de Flávio Bolsonaro e da possível ausência de Tarcísio de Freitas na disputa presidencial

09/02/2026 | 14h38 | Por Erich Decat
Crise de saúde mental: todos veem, poucos encaram o custo no trabalho
Ana Paula Hornos
Crise de saúde mental: todos veem, poucos encaram o custo no trabalho

Por que o sofrimento psíquico deixou de ser assunto privado e entrou na agenda das empresas, da governança e da lei (NR-01)

07/02/2026 | 06h30 | Por Ana Paula Hornos

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador