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Negócios

Nova diretoria da Cosan (CSAN3) assume hoje; o que esperar da era Marcelo Martins na holding?

Analistas acreditam que mudanças na liderança da Cosan e suas subsidiárias buscam eficiência e adaptação em um cenário de alavancagem e desafios econômicos no Brasil

Por Murilo Melo

01/11/2024 | 2:00 Atualização: 31/10/2024 | 19:15

Marcelo Martins assume o cargo de CEO da Cosan (CSAN3) com grandes desafios na mesa. (FOTO: MÁRCIO FERNANDES/ESTADÃO)
Marcelo Martins assume o cargo de CEO da Cosan (CSAN3) com grandes desafios na mesa. (FOTO: MÁRCIO FERNANDES/ESTADÃO)

A Cosan (CSAN3), controladora de empresas nos setores de energia, logística e agronegócio do bilionário Rubens Ometto, inicia uma nova etapa em sua gestão a partir de hoje, com um time renovado no alto escalão. Após mudanças definidas pelo Conselho de Administração no último dia 21, a companhia e suas subsidiárias — Raízen (RAIZ4), Compass e Rumo (RAIL3) — enfrentam o desafio de equilibrar sua estrutura de alavancagem e impulsionar o desempenho das ações, em um cenário que, segundo análises de XP Investimentos, Goldman Sachs e BTG Pactual, exige estratégia e eficiência para lidar com a complexidade crescente de suas operações.

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  • Cosan desiste de abrir capital de subsidiária nos EUA; veja o que aconteceu

Houve três mudanças de diretor-presidente (CEO) e duas de diretor financeiro (CFO), sinalizando uma reestruturação estratégica no comando do grupo. Marcelo Martins, diretor de estratégia, assume como CEO da Cosan, substituindo Nelson Gomes, que passa a liderar a Raízen. Ricardo Mussa, anteriormente CEO da Raízen, torna-se o novo chefe da Cosan Investimentos e passa a integrar o Conselho de Administração da Raízen. Na área financeira, Rafael Bergman, CFO da Rumo, assume o cargo de CFO da Raízen, enquanto Guilherme Machado, atual CFO da Compass, se torna o CFO da Rumo.

Em outubro de 2023, o BTG já destacava a dificuldade de negociar ações da Cosan, sobretudo pelo seu elevado nível de endividamento. Ainda assim, o banco argumentava que o processo de avaliar o valor da empresa (valuation) não refletia plenamente o potencial de criação de valor da Cosan por meio de seus ciclos de investimento, apontando que os papéis da companhia poderiam oferecer uma oportunidade de entrada atrativa. Porém, nos primeiros seis meses deste ano, a Cosan gastou R$ 2,17 bilhões com juros sobre a dívida líquida, um aumento de 19% em relação ao primeiro semestre do ano anterior.

Apesar das dificuldades apontadas pelos estrategistas, a Cosan, segundo eles, continua a ajustar sua estrutura de capital e busca alternativas para mitigar sua alavancagem. Mas eles pontuam que o processo de desalavancagem orgânica tem demorado mais do que o esperado porque os dividendos recebidos pela holding são em grande parte consumidos por sua dívida atrelada à Selic.

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Com a próxima grande amortização programada apenas para 2027, os especialistas dizem que a Cosan dispõe de tempo e flexibilidade para tomar decisões estratégicas, como venda de ativos ou até mesmo uma possível abertura de capital da Compass, a empresa do setor de gás e energia do grupo – nesta quinta-feira, após participar de evento na Capital paulista, Rubens Ometto disse ao Broadcast que a Cosan fará a venda de uma fatia da Compass.

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O BTG também destaca a cultura da Cosan de promover rotação de líderes para diferentes funções dentro do grupo, uma prática que considera central para o crescimento da empresa e sua transformação em uma holding multinegócios com mais de R$ 30 bilhões em Ebitda anual, que corresponde ao lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização. Essa mudança é vista pelo mercado como estratégica para o fortalecimento da companhia e para a continuidade de sua trajetória de geração de valor.

Novos executivos chegam em meio aos desafios fiscais no Brasil

Já o Goldman Sachs observa que a renovação de executivos no grupo Cosan ocorre em um momento que o mercado está atento aos desdobramentos do cenário econômico e aos desafios fiscais do Brasil – veja mais sobre este assunto aqui. A recomendação neutra do Goldman Sachs, segundo os analistas do banco, reflete a cautela da instituição quanto aos riscos de mercado e a capacidade da Cosan de ter sucesso no ambiente de preços de commodities voláteis e potenciais intervenções regulatórias. Essas mudanças gerenciais, de acordo com o Goldman, sinalizam uma aposta na experiência interna e no fortalecimento do grupo, mas o êxito dessa estratégia dependerá da resposta do mercado e do ambiente econômico nos próximos meses.

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Por outro lado, a XP Investimentos vê a mudança no comando da Cosan e em suas subsidiárias como benéficas, principalmente para a Raízen, enquanto considera o impacto neutro para Cosan e Rumo. Para a Raízen, a XP vê a entrada de Nelson Gomes comoCEO e Rafael Bergman como CFO como oportunidades para reforçar a confiança dos investidores e, possivelmente, reacender o interesse no caso de investimento da empresa. A corretora, no entanto, ressalta que a nova gestão precisará construir um histórico sólido e responder a desafios internos para consolidar uma percepção positiva no mercado. A recomendação para Raízen permanece de compra, com um preço-alvo de R$ 6, com atenção ao potencial de valorização de 114,2% ante o preço de R$ 2,80 verificado ao final da sessão da Bolsa ontem.

Em paralelo, a XP avalia que as trocas na Cosan não devem provocar grandes impactos para a holding, dada a continuidade esperada nas operações. Com uma recomendação neutra para Cosan e um preço-alvo de R$ 31,80, a corretora vê um potencial de valorização de 169% para as ações em comparação com a cotação atual de CSAN3, definida no fechamento desta quinta-feira.

Na Rumo, as mudanças são vistas de forma neutra pela XP, que enxerga a rotação de executivos como uma prática comum e bem aceita no grupo Cosan. Guilherme Machado, que assume a posição de CFO na Rumo, segundo os analistas possui uma trajetória significativa dentro do grupo, o que deve garantir estabilidade nas operações e continuidade na estratégia. A XP manteve sua recomendação neutra para Rumo, com um preço-alvo de R$ 35, e um potencial de valorização de 75,9% em comparação à cotação de fechamento de ontem.

O que muda com a troca de executivos?

As análises da XP e do BTG Pactual apontam uma visão neutra, mas otimista, sobre as implicações da dança das cadeiras nas empresas. A XP destaca a ascensão de Marcelo Martins ao cargo de CEO da Cosan, ressaltando sua vasta experiência na empresa, onde atuou como CFO e diretor de estratégia. A casa de análise acredita que a mudança não deve trazer disrupções para a operação da holding, uma vez que, segundo os estrategistas, Martins tem um profundo conhecimento do portfólio da empresa. Além disso, a XP não prevê impactos negativos na Compass, mesmo com a saída do atual CFO, Antônio Marchado.

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Sobre a Rumo, a saída de Rafael Bergman do cargo de CFO para se tornar CFO da Raízen foi vista como neutra pelos analistas. A XP afirma que a nomeação de Guilherme Machado, ex-CFO da Compass, é uma escolha positiva, dada sua familiaridade com a empresa. Para a Rumo, a expectativa é que a estratégia operacional e os planos de investimento permaneçam inalterados, já que mudanças de executivos são comuns dentro do grupo Cosan e geralmente bem recebidas pelo mercado.

Por outro lado, as mudanças na Raízen são consideradas maiores, especialmente com a nomeação de Nelson Gomes como novo CEO. A XP lembra que Gomes traz uma vasta experiência em liderança, tendo atuado em empresas como Comgás e ExxonMobil, e acredita que as recentes quedas nas ações RAIZ4, que acumulam quase 30% de desvalorização no ano até o fechamento desta quinta-feira (31), podem ser amenizadas com a nova administração, embora reconheça que a equipe precisa estabelecer um novo histórico e abordar as preocupações dos investidores em relação à alavancagem e à viabilidade do etanol de segunda geração (E2G).

Novos perfis devem mudar o jogo

Para o BTG, a promoção de Marcelo Martins a CEO da Cosan foi considerada esperada, dado seu papel determinante na definição da estratégia de longo prazo da empresa. O banco destaca que a experiência financeira dele será valiosa para a desalavancagem em curso, uma necessidade premente para a Cosan. O banco tem recomendação de compra para CSAN3, com preço-alvo em R$ 23, o que significa um potencial de alta de 94,6% em relação ao último fechamento do papel.

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Em relação à Raízen, o BTG vê a nomeação de Nelson Gomes como uma movimentação animadora, porque, segundo a equipe econômica do banco, Gomes possui um estilo de liderança forte e habilidades de execução, bons atributos para a Raízen após um ciclo de investimentos que aumentou sua alavancagem a níveis preocupantes.

O BTG ressalta que as mudanças na liderança da Raízen podem levar a uma maior agilidade na empresa, equiparando-a a gigantes do setor, como a Shell.

Entenda o que faz a Cosan e suas subsidiárias

  • Cosan (holding): é a controladora e investidora em diversas empresas nos setores de energia, infraestrutura, logística e agronegócio. A empresa tua como uma holding, coordenando estratégias e investimentos para expandir o portfólio de empresas e integrá-las sob uma visão comum.
  • Raízen (energia): é uma joint venture entre a Cosan e a Shell e atua no setor de energia, sendo uma das maiores produtoras de açúcar e etanol do mundo e operando uma extensa rede de postos de combustíveis no Brasil. A Cosan possui uma participação significativa na Raízen, que é central para sua estratégia de atuação no mercado de energias renováveis e biocombustíveis.
  • Rumo (logística): é uma empresa de logística e infraestrutura focada no transporte ferroviário e armazenagem de grãos, combustíveis e outros produtos. A Cosan detém o controle da Rumo e a considera uma peça essencial na integração logística para o agronegócio, conectando regiões produtoras no interior do Brasil aos principais portos do País, como Santos.
  • Compass: (gás e energia): focada na distribuição de gás natural e energia, a Compass expande a atuação da Cosan (CSAN3) no setor energético, fortalecendo sua posição com investimentos em infraestrutura e integração de serviços.

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