• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Índices de renda fixa golearam Ibovespa na última década. A história vai se repetir?

Levantamento mostra que, de 2010 a 2020, o rendimento do CDI superou mais que duas vezes o ganho do principal índice da Bolsa

Por Isaac de Oliveira

06/01/2021 | 20:27 Atualização: 07/01/2021 | 10:54

Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

A perda de atratividade da renda fixa foi um dos assuntos mais comentados de 2020 no meio financeiro, devido aos sucessivos ajustes que levaram a Selic ao piso histórico de 2% ao ano. Apesar das incertezas com a crise, a baixa rentabilidade dessa classe de ativos no curto prazo gerou uma verdadeira corrida para a bolsa de valores. Contudo, para quem mira o longo prazo, a última década mostrou que a renda fixa pode ser mais atrativa que a renda variável. Mas será que este cenário se mantém nos próximos dez anos?

Leia mais:
  • Será o fim da renda fixa? Veja o que fazer para não perder dinheiro
  • As ações que pagam bons dividendos mais recomendadas para janeiro, segundo 7 corretoras
  • Bolsa em 150 mil pontos? Analistas avaliam impactos da vacinação para a B3
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Entre dezembro de 2010 e dezembro de 2020, o CDI (Certificado de Depósito Interbancário), principal índice de referência da renda fixa, cresceu 138,13%, enquanto o Ibovespa, principal índice da B3, avançou 66,12%. Outros índices de renda fixa com maior risco conseguiram valorização ainda maior (veja no gráfico mais abaixo).

Segundo Guilherme Cadonhotto, especialista em renda fixa da Spiti e responsável pelo levantamento, dois fatores ajudam a explicar esse movimento: a baixa atividade econômica do País, que prejudicou o Ibovespa, e os juros mais altos, que beneficiaram os títulos públicos.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“No longo prazo, a média do lucro das empresas, representadas pelo Ibovespa, tende a seguir a direção da atividade [econômica] no Brasil. E quando vemos os últimos dez anos, foi mais uma daquelas décadas perdidas”, avalia Cadonhotto. “Isso tem impacto no lucro das empresas brasileiras. Bolsa é expectativa e lucro. Se a atividade cai, as empresas lucram menos e o índice de ações performa mal”.

Prova disso, na visão do analista, é que nos últimos cinco anos, o Ibovespa passou a performar melhor devido à expectativa de uma retomada mais contundente da economia, que, diga-se de passagem, ainda não se comprovou. Ainda assim, a expectativa recente mais positiva de crescimento não fez o índice superar o desempenho dos indicadores de renda fixa da década passada.

Já com relação ao segundo aspecto, a taxa de juros no País esteve na casa de dois dígitos praticamente na metade do período. De setembro de 2015 a novembro de 2016, a Selic chegou a ficar acima dos 14% a.a.. Somente em julho de 2017 que a taxa começou o movimento de queda, abandonando os dois dígitos até chegar aos atuais 2%.

“O País tinha perspectivas fiscais bem ruins, com aumento do nível de endividamento constante. A inflação, por mais que tenha ficado, de certo modo, controlada, estava sempre perto do topo da meta. Isso fez com que a nossa taxa de juros ficasse mais elevada”, explica Cadonhotto.

Publicidade

É importante lembrar que a análise não indica que todo investimento feito em ações no período foi inferior às aplicações feitas na renda fixa. O levantamento se volta apenas para os índices, que são carteiras teóricas, tanto de renda fixa como renda variável. O Ibovespa, por exemplo, é formado pelas ações mais negociadas da B3.

“Isso desmistifica um pouco aquela visão de que a Bolsa no longo prazo é sempre vitoriosa. Por isso, olhamos outros indicadores que têm um pouco mais de risco de mercado e que mostram que a renda fixa pode ser muito mais do que somente o CDI”, acrescenta o analista da Spiti.

Índices de títulos públicos mais arriscados, como os indexados à inflação, os pré-fixados, foram muito superiores até mesmo que o próprio CDI. Esses indicadores têm mais risco por terem prazos mais longos e dependem de outras variáveis, como o IPCA. Por isso, acabam variando conforme as condições de mercado.

O IMA-B 5+ (Índice dos títulos públicos indexados à inflação de longo prazo), por exemplo, teve valorização de 260,09%, e o IMA-B (Índice dos títulos públicos indexados à inflação) subiu 235,47%.

Foto: Spiti

Este cenário deve se repetir na década atual?

Em 2021, a expectativa do mercado é que a Selic volte a subir. Segundo o último Relatório de Mercado Focus, a mediana das previsões neste ano é 3% ao ano. Para 2022, a projeção é de 4,50% ao ano, e para 2023, 6,00%. “O mercado já precifica um aumento, mas deve acontecer no segundo semestre, já bem ao final de 2021”, observa Lucas Carvalho, analista da Toro Investimentos.

Publicidade

Para Rafael Bevilacqua, estrategista-chefe da Levante, a alta está implícita. Segundo o especialista, a curva dos juros de longo prazo não caiu em função do risco fiscal e de outras tensões econômicas, como a inflação, que começa a dar sinais preocupantes.

Com a expectativa de alta da Selic a partir de 2021, a linha amarela que indica a evolução do CDI, no gráfico, deverá subir novamente. É que, a partir de 2017, quando inicia a redução dos juros mais fortemente, a curva de crescimento desacelera e mantém a rentabilidade estável. “O acumulado não vai cair. A não ser que a gente tenha uma taxa de juros negativa”, defende Cadonhotto.

Apesar do bom desempenho dos indicadores, dois dos três analistas consultados pelo E-Investidor defendem que a exposição à renda variável será a melhor opção para obter maiores ganhos em 2021, assim como foi em 2020, desde que o perfil do investidor suporte riscos.

“Os juros baixos estimulam a economia, assim como as ações das empresas”, afirma Bevilacqua. Para o estrategista-chefe da Levante, com os juros altos da última década, era quase impossível brigar com a rentabilidade do CDI. “Estamos falando de ganhos muito elevados. É um negócio muito difícil”.

Publicidade

Contudo, atualmente, com o rendimento real baixo na renda fixa, Carvalho, da Toro, ressalta que os investidores mais conservadores precisarão se desdobrar para conseguir maior rentabilidade. “A alternativa é a mesma do ano passado: buscar ativos pré-fixados, sem concentrar todo recurso nessa classe, para um ganho superior ao dos pós-fixados, que seguem a Selic”, diz o analista.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Bolsa de valores
  • Conteúdo E-Investidor
  • Ibovespa
  • Renda fixa
  • Renda variável
Cotações
11/02/2026 21h34 (delay 15min)
Câmbio
11/02/2026 21h34 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje renova recorde histórico após payroll nos EUA e falas de Galípolo

  • 2

    Ibovespa hoje encerra acima de 186 mil pontos e atinge novo recorde de fechamento

  • 3

    Lucro da BB Seguridade cresce, mas não anima; Genial rebaixa recomendação e Citi e BBA projetam 2026 desafiador

  • 4

    Ouro e dividendos: ainda faz sentido investir no metal em 2026?

  • 5

    IPCA de janeiro reforça cenário para corte maior da Selic; veja o impacto nos investimentos

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Aposentados INSS 2026: os pagamentos de fevereiro já começaram?
Logo E-Investidor
Aposentados INSS 2026: os pagamentos de fevereiro já começaram?
Imagem principal sobre o Saldo retido FGTS: segunda etapa de pagamentos para nascidos entre setembro e dezembro começou
Logo E-Investidor
Saldo retido FGTS: segunda etapa de pagamentos para nascidos entre setembro e dezembro começou
Imagem principal sobre o Conta de luz cara? Saiba como economizar com a sua geladeira
Logo E-Investidor
Conta de luz cara? Saiba como economizar com a sua geladeira
Imagem principal sobre o Bolsa Família realiza pagamentos nesta semana? Entenda
Logo E-Investidor
Bolsa Família realiza pagamentos nesta semana? Entenda
Imagem principal sobre o 5 pontos facultativos no 1º semestre 2026
Logo E-Investidor
5 pontos facultativos no 1º semestre 2026
Imagem principal sobre o 4 feriados nacionais no 1º semestre 2026
Logo E-Investidor
4 feriados nacionais no 1º semestre 2026
Imagem principal sobre o Show do Bad Bunny: qual o valor dos ingressos? Veja se todos os lotes já esgotaram
Logo E-Investidor
Show do Bad Bunny: qual o valor dos ingressos? Veja se todos os lotes já esgotaram
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Últimas: Investimentos
Payroll surpreende; veja impactos nos investimentos dos brasileiros
Investimentos
Payroll surpreende; veja impactos nos investimentos dos brasileiros

Relatório de emprego nos EUA influencia expectativas para juros da economia norte-americana e ativos brasileiros; confira o que esperar agora

11/02/2026 | 11h29 | Por Isabela Ortiz
Banco do Brasil divulga balanço do 4T25 hoje: o que observar nos números
Investimentos
Banco do Brasil divulga balanço do 4T25 hoje: o que observar nos números

Resultado do Banco do Brasil chega pressionado por crédito no agronegócio, provisões elevadas e expectativa pelo guidance de 2026

11/02/2026 | 09h53 | Por Isabela Ortiz
Suzano entrega 4T25 acima do esperado e geração de caixa reforça desconto nas ações
Investimentos
Suzano entrega 4T25 acima do esperado e geração de caixa reforça desconto nas ações

Ebitda de R$ 5,6 bi e volumes acima do esperado caem bem para o mercado; veja recomendações de XP e Genial Investimentos

11/02/2026 | 09h52 | Por Isabela Ortiz
Resultado da Motiva no 4T25 agrada analistas, mas ação cai na Bolsa; o que está acontecendo?
Investimentos
Resultado da Motiva no 4T25 agrada analistas, mas ação cai na Bolsa; o que está acontecendo?

Números confirmam novo ciclo da ex-CCR, com avanço de margens, foco em rodovias e leitura positiva de XP e BTG

10/02/2026 | 14h05 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador