O IBOV fechou a segunda semana consecutiva de queda, reduzindo os ganhos recentes que levaram o índice para a faixa dos 125 mil pontos. Nos Estados Unidos, Dow Jones e S&P 500 fecharam em queda de 0,57% e 0,30%, respectivamente. Já o Nasdaq renovou máxima histórica de fechamento, com alta de 0,09%.
As três ações que registraram as maiores quedas do índice foram IRB (IRBR3), CVC (CVCB3) e Eletrobras (ELET3).
Confira o que afetou o desempenho desses três papéis:
IRB (IRBR3): -8,95%, R$ 6,92
Com variação negativa de 8,95% no dia de hoje, as ações da empresa fecham o top 3 das maiores baixas do pregão, cotadas a R$ 6,92. O papel de IRB liderou as quedas do Ibovespa após a empresa divulgar que fechou o mês de novembro de 2020 com prejuízo líquido de R$ 124,5 milhões.
No mês, as ações da empresa têm desvalorização de 15,40%.
CVC (CVCB3): -4,98%, R$ 18,30
Com desvalorização de 4,98%, as ações encerraram o pregão com o pior desempenho do dia, cotadas a R$ 18,30. O papel da companhia refletiu os temores do mercado com novas medidas de restrições no País, reduzindo o apetite por viagens, além do avanço da covid-19 e a lenta vacinação no Brasil.
No mês, as ações da empresa têm desvalorização de 11,08%.
Eletrobras (ELET3): -3,39%, R$ 30,24
Com baixa de 3,39%, as ações da empresa tiveram o segundo pior desempenho do dia e encerraram o pregão cotadas a R$ 30,24. O papel foi penalizado pela notícia de que a privatização da empresa pode não ocorrer em 2021. Nesta sexta (22), o Bradesco BBI mudou a recomendação da ação de compra para neutra até que as eleições no Congresso sejam realizadas.
Segundo o analista Francisco Navarrete, o desconforto veio depois que o candidato à presidência do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse que geralmente é a favor da privatização, mas mencionou que Eletrobras não é uma prioridade.
No mês, as ações da empresa têm desvalorização de 17,53%.
*Com Estadão Conteúdo