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Investimentos

3 pontos que podem afetar a rentabilidade dos investidores no novo governo Trump

Agenda protecionista nos EUA deve impactar mercados; especialistas veem dólar forte e juros e inflação em alta

Por Luíza Lanza

21/01/2025 | 18:04 Atualização: 21/01/2025 | 18:14

Donald Trump assume a presidência dos EUA sob grande expectativa do mercado financeiro para criptomoedas, câmbio, commodities e ações. 
(Imagem: Alexander em Adobe Stock)
Donald Trump assume a presidência dos EUA sob grande expectativa do mercado financeiro para criptomoedas, câmbio, commodities e ações. (Imagem: Alexander em Adobe Stock)

As atenções dos mercados globais estão todas voltadas ao retorno de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos este ano. Depois da cerimônia de posse, na segunda-feira (20), o republicano já anunciou as primeiras medidas de seu plano econômico protecionista, que vai impor tarifas de importação a produtos canadenses e mexicanos.

Leia mais:
  • Trump retorna à Casa Branca: veja o que esperar dos mercados, dólar e inflação a partir de hoje
  • “Com a volta de Trump, o dólar tende a ganhar força como um ativo de proteção”, diz Arko Advice
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Para especialistas, o “Trump 2.0” marca o início de uma nova era política e econômica que pode afetar diretamente os investimentos pelo mundo. Com foco em desregulamentação, protecionismo e revisões no comércio internacional, as primeiras ações do presidente pressionam temas como ESG e comércio agrícola, enquanto favorecem áreas como óleo e gás e indústria de base.

E o Brasil não deve passar ileso. Ainda que as primeiras medidas anunciadas sejam contra o Canadá e o México, China e os países parceiros, como o Brics, são alvos constantes das promessas de guerra comercial de Trump.

Esse movimento de curto prazo não deve beneficiar ativos de risco de países emergentes, que podem sofrer com a política tarifária do novo presidente americano. “Com China e Europa enfraquecidas, economias emergentes como a América Latina, especialmente o Brasil, seriam impactadas, fortalecendo ativos americanos e prejudicando os emergentes”, avalia Mauricio Valadares, diretor de investimentos da Nau Capital.

  • Por que o discurso de Donald Trump não agradou o mercado cripto?

Veja de que outras formas a nova era Trump nos EUA pode influenciar os investimentos:

Inflação e juros mais altos por mais tempo

O tom adotado no discurso da posse mostra que o novo presidente dos EUA está disposto a seguir a agenda protecionista prometida na campanha. Para especialistas, se colocadas em prática, as medidas podem gerar choques de inflação no País.

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“Tarifas de importação podem gerar choques inflacionários, elevando preços e complicando a política monetária do Fed, que mantém juros altos, que é negativa para os ativos de risco”, diz Paula Zogbi, gerente de Research e head de conteúdo da Nomad. “Políticas anti-imigração de Trump, como emergência na fronteira e deportações, podem pressionar salários e gerar inflação duradoura, já que imigrantes representam 20% da força de trabalho e recebem salários abaixo da média nacional.”

Em um ambiente já desafiador de política monetária nos EUA, com a atividade econômica ainda resiliente mesmo após o choque de juros, o Federal Reserve (Fed), o banco central americano, pode ser obrigado a manter os juros mais altos por mais tempo. Isso é negativo para ativos de juros no geral, mas mina especialmente o apetite por mercados emergentes, como o Brasil.

Dólar mais forte

Se o ambiente for mesmo de juros – e incerteza – mais altos, o dólar tende a ganhar força como um ativo de proteção global. Um movimento que já aconteceu nos meses finais de 2024 e pode continuar em voga, agora, com a volta de Trump à Casa Branca.

“O fortalecimento do dólar em 2024 refletiu tanto a volta de Trump quanto uma conjuntura geopolítica desafiadora. A desaceleração na China e na Europa, aliada à falta de resoluções para conflitos no Oriente Médio, reforça a percepção do dólar como um porto seguro”, explica Thiago de Aragão, CEO da consultoria Arko Advice International. “Para o Brasil, além do impacto fiscal interno, a volatilidade cambial pode ser intensificada pela relação do país com os Brics e o aumento da aversão global a riscos. Isso pode pressionar ainda mais o câmbio e tornar mais cara a captação de recursos externos.”

Criptomoedas em alta

A euforia prevalece no mercado de criptomoedas desde que Trump foi eleito em novembro de 2024. A promessa do republicano de criar uma reserva estratégica em bitcoin e a indicação de Paul Atkins ao cargo de presidente da Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (U.S. Securities and Exchange Commission, ou SEC, na sigla em inglês) criaram um ambiente positivo que levou o ativo a bater o recorde de US$ 100 mil pela primeira vez na história.

Israel Buzaym, diretor de comunicação e especialista cripto do Bitybank, conta que Atkins é defensor da simplificação regulatória da indústria de criptomoedas e, com esse histórico, poderá tornar mais amigável a relação da SEC com esse mercado. “Agora, as empresas esperam uma regulação mais branda e menos agressiva. E como o mercado financeiro dos Estados Unidos é o maior do mundo, tudo que acontece lá reflete nos outros países”, diz Buzaym.

  • Nova era Trump? Veja setores para investir e evitar conflitos na carteira

As primeiras mudanças dentro da agência, sob a nova administração, devem ser vistas já nas próximas semanas. Segundo informações da agência Reuters, a SEC pode dar início a uma revisão dos seus processos que envolvem empresas de criptomoedas. Os casos que não tenham acusações de fraudes devem ser arquivados pela agência nos próximos meses.

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Em relatório, a Mynt, plataforma cripto do BTG Pactual, destaca que o bitcoin ultrapassou a prata em valor de mercado e já se consolidou entre os ativos mais valiosos do mundo. E assim deve permanecer, principalmente com o apoio da nova era econômica nos EUA. “A eleição de Trump trouxe promessas de ouro para o setor. Uma regulação mais clara, uma possível reserva estratégica de bitcoin e incentivos para o mercado florescer nos EUA podem levar o país a ver o maior boom regulatório da história”, diz o documento.

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