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Veja o fechamento das Bolsas de NY, juros dos EUA e dólar hoje; bitcoin sobe

À espera da decisão de política monetária nos EUA, investidores reagiram aos resultados de dados econômicos

Por Pedro Lima, Patricia Lara e Matheus Andrade

24/01/2025 | 18:21 Atualização: 24/01/2025 | 18:21

Estados Unidos (Foto: Adobe Stock)
Estados Unidos (Foto: Adobe Stock)

As bolsas de Nova York fecharam em queda nesta sexta-feira (24), em aparente realização de lucros após o forte rali recente. Mesmo assim, os três principais índices acionários de Wall Street computaram ganhos firmes na semana em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tomou posse. O dólar e os títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries) também recuaram na sessão de hoje, enquanto o bitcoin avançou.

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O Dow Jones caiu 0,32%, a 44.424,25 pontos. O S&P 500 perdeu 0,29%, a 6.101,24 pontos. O Nasdaq recuou 0,50%, a 19.954,30 pontos. Na semana, houve ganhos de 2,15%, 1,74% e 1,65%, respectivamente.

De acordo com o Sucden Financial, investidores seguem monitorando o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) na espera de declarações mais definitivas sobre as perspectivas da política monetária para o ano. Ontem, Trump afirmou que falará com o presidente do Fed, Jerome Powell, no momento apropriado e acrescentou que sabe mais sobre juros do que a instituição.

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Em destaque, as ações da Meta avançaram 1,73%, depois de a empresa anunciar aumento de gastos para investimentos em inteligência artificial (IA). Na contramão, papéis da Tesla caíram 1,41% após a empresa anunciar que começará a entregar em março uma versão reformulada de um de seus carros com preço 25% maior que o anterior. Com a divulgação de balanços, os papéis da Verizon avançaram 0,92% após resultados acima do esperado.

Por outro lado, as ações da American Express, mesmo com dados positivos, recuaram 0,74%, reflexo de expectativas já precificadas por investidores. Na esteira, os papéis da Boeing cederam 1,73% após alerta de prejuízo no quarto trimestre muito além do estimado. Devolvendo ganhos de ontem, Nvidia fechou em queda de 3,12% e Intel recuou 3,43%. Contato: [email protected]

Moedas globais: dólar recua

O dólar voltou a recuar ante a maioria das moedas, após frustração com indicadores nos Estados Unidos. A moeda foi penalizada ainda pela postura do presidente dos EUA, Donald Trump, vista como mais branda em relação a tarifas contra a China. O dólar perdeu força, principalmente, frente ao euro que recebeu o suporte de dados acima do esperado de atividade na região da moeda única europeia. O dólar rondava a estabilidade ante o iene na sequência da decisão esperada do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) de elevar a taxa de juros.

O índice DXY, que mede a variação do dólar ante seis principais moedas, fechou em baixa de 0,56%, a 107,461 pontos. O dólar era cotado a 155,94 ienes. A libra esterlina avançou a US$ 1,2482. O euro subiu a US$ 1,0492.

O dólar terminou a primeira semana de regresso ao cargo do presidente Donald Trump sem fôlego renovado. Entre a ausência de tarifas imediatas, uma enxurrada de ordens executivas, os novos ataques de Trump ao Federal Reserve e dados melhores na Europa, a narrativa altista do dólar levou alguns golpes, escreveram analistas da Capital Economics em relatório. A rodada de dados nos EUA também pesou sobre o dólar. O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) de serviços diminuiu ao menor nível para em nove meses. O sentimento do consumidor piorou.

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O euro recebeu dois impulsos para acelerar ganhos. Os índices de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) alemães referentes a janeiro vieram acima do esperado. Os PMIs preliminares da zona do euro revelaram desempenho acima do esperado do setor industrial, mas o de serviços decepcionou. A reação do iene à reunião do Banco do Japão sinalizou uma surpresa agressiva, escreveu o analista Francesco Pesole, do ING. O par dólar/iene foi negociado brevemente abaixo de 155,0 antes de reduzir as perdas, já que o presidente do BC japonês, Kazuo Ueda, adotou um tom bastante cauteloso em coletiva. O ING prevê agora mais duas elevações da taxa de juros – em maio e outubro.

Juros dos EUA recuam

Os juros dos Treasuries recuaram, após o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) dos EUA subir acima do esperado e a leitura feita pela Universidade de Michigan apontar uma piora no sentimento do consumidor e alta nas expectativas de inflação. O mercado seguiu acompanhando as perspectivas para tarifas pelo governo do presidente Donald Trump, que fez sinalizações mais amistosas à China. Por sua vez, os pedidos do republicano por uma redução dos juros pelo Federal Reserve (Fed) tiveram pouco efeito, com a grande maioria das apostas seguindo na manutenção das taxas na decisão da próxima semana.

No fim da tarde, perto do horário de fechamento da Bolsa de Nova York, o retorno da T-note de 2 anos tinha baixa a 4,264%. O rendimento de 10 anos estava caindo a 4,620%. O juro do T-bond de 30 anos recuava a 4,848%.

A recente liquidação dos Treasuries refletiu a revisão em alta das expectativas de taxas por parte dos investidores e, de acordo com as estimativas do modelo, um aumento nos prêmios de prazo, aponta a Capital Economics. “Isto foi sustentado por uma economia dos EUA mais forte do que o esperado e pela natureza inflacionária e geradora de déficit das políticas propostas por Donald Trump”, aponta a consultoria. Por sua vez, a recuperação desde a semana passada se deveu à reversão de ambas as tendências. Os swaps indexados durante a noite sugerem que as expectativas de taxas caíram, puxando para baixo os rendimentos dos Treasuries no processo, aponta. Entretanto, o prêmio de prazo, parece ter diminuído acentuadamente, indica a consultoria.

Na próxima semana, haverá vários eventos que os investidores estarão acompanhando. Na decisão do Fed, embora não se espere qualquer alteração na taxa diretora, a conferência de imprensa do presidente Jerome Powell será acompanhada de perto para qualquer reação inicial aos recentes anúncios tarifários de Trump. Na visão do BMO Markets, o Fed irá adiar a redução das taxas a favor de ganhar mais tempo para avaliar as implicações econômicas do ambiente comercial global em constante evolução.

Bitcoin avança

O bitcoin chegou ao fim desta tarde em alta, depois de novo decreto de Donald Trump que prevê a criação de um grupo de trabalho sobre criptomoedas nos Estados Unidos, e da promessa do presidente em encerrar a repressão da Securities and Exchange Comission (SEC, a CVM americana) à indústria de cripto. A ausência de uma reserva estratégica de bitcoin no país, no entanto, limitou ganhos ainda maiores dos ativos digitais hoje.

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O bitcoin subia 1,43%, a US$ 106.429,34, por volta das 17h (de Brasília), segundo a Binance. Já o ethereum tinha queda de 1,74%, a US$$ 3.206,02.

O anúncio da criação de um subcomitê de ativos digitais nos EUA continuou no radar de investidores hoje, que seguem colocando pressão para a criação de uma reserva estratégica de bitcoins (SBR, na sigla em inglês). Executivos da mineradora de bitcoins MARA Holdings anunciaram nessa semana que têm articulado com autoridades locais e federais a formação da SBR no país.

De acordo com Alex Kuptsikevich, analista da FxPro, “o mercado continua oscilando em torno de menções a reservas de bitcoin e criptomoedas por autoridades de Washington, o que adiciona volatilidade, mas não ajuda na definição de uma direção”.

Para Fábio Plein, diretor regional da Coinbase, as ações de Trump envolvendo criptoativos nesta semana “reforçam a presença das criptomoedas como um dos assuntos mais importantes na Casa Branca nos próximos anos”. Em relação ao cenário macroeconômico, ele aponta que a reunião do Federal Reserve (Fed) na próxima semana deve confirmar um ambiente “favorável para ativos de risco nos próximos meses”.

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*Com informações da Dow Jones Newswires

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