Com relação ao dólar, a divisa teve comportamento lateralizado durante toda a manhã , mas se firmou no início da tarde no campo negativo. No Brasil, a semana deve ser agitada por uma agenda de peso, com destaques para a leitura do IPCA, vendas no varejo, pesquisa de serviços, além da safra de balanços corporativos. No noticiário corporativo, a Petrobras volta ao centro das atenções, em meio às dúvidas sobre a política de precificação dos combustíveis, o que pode elevar a preocupação dos investidores. No início da tarde, a intensidade da pressão de venda das ações diminuiu, mas a desvalorização entre 1e 1,5% das ações da Petrobras ainda impediam a bolsa brasileira de acompanhar o ritmo de alta registrado nas bolsas norte-americanas.
Às 13hs, o Ibovespa tinha leve alta (+0,2%), negociando aos 120.500 pontos. Além de Petrobras, os títulos da Ambev e da Cogna figuravam entre as maiores quedas. Já no campo positivo, tínhamos as ações da Cosan, Cyrela e BRF. No câmbio o dólar registrava queda a R$ 5,34, de olho na pauta do Congresso aqui no Brasil e no pacote fiscal americano.