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Investimentos

“Nossa dívida gera valor ao acionista”, diz CFO da Auren, que abre o jogo sobre dividendos

Executivo diz estar confortável com endividamento da geradora e não descarta elevar dividendos, mas pede para investidor considerar também a valorização da ação

Retrato de busto sob fundo azul escuro.
Por Katherine Rivas
Editado por Wladimir D'Andrade

24/03/2025 | 7:52 Atualização: 24/03/2025 | 7:52

Mateus Ferreira, vice-presidente financeiro e de relações com investidores da Auren Energia. (Foto: Auren Energia)
Mateus Ferreira, vice-presidente financeiro e de relações com investidores da Auren Energia. (Foto: Auren Energia)

Nos últimos meses, a Auren (AURE3) tem sido o centro das atenções entre os investidores pessoa física, especialmente os focados em dividendos — e não por um bom motivo.

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Quando estreou na Bolsa de Valores, em 28 de março de 2022, a elétrica era vista como uma futura vaca leiteira (grande pagadora de proventos). Algumas razões reforçavam a crença. A primeira, ela é sucessora da Cesp e incorporou ações da companhia no seu nascimento. A extinta estatal foi muito querida por longos anos por grandes investidores que buscavam dividendos, entre eles Luiz Barsi Filho, maior investidor pessoa física da B3, que aportava na empresa desde 1972 e depois passou a comprar ações da Auren.

Além disso, a Auren atua em um setor perene, o de geração de energia elétrica, parte do seleto grupo de ações BESST, que se refere a bancos, elétricas, seguros, saneamento e telecomunicações, indicados para quem busca se aposentar com dividendos.

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Mas a história teve uma reviravolta. A Auren decidiu incorporar a AES Brasil, formando a terceira maior geradora de energia do País, em um negócio de mais de R$ 30 bilhões. O problema? A operação teve um custo alto, endividamento líquido de R$ 18,9 bilhões e alavancagem de 5,7 vezes dívida líquida/Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), acima da média do setor, que gira entre 3,5 vezes e 4 vezes.

  • Saiba mais: Fusão com AES põe em xeque tese de investimentos da Auren

Para reduzir a alavancagem ao patamar desejado (entre 3 vezes e 3,5 vezes), a empresa levará de três a quatro anos. Com os juros explodindo para 14,25% ao ano, conforme decisão tomada pelo Banco Central na última quarta-feira (19), surgiram especulações entre investidores e analistas sobre o impacto da dívida nos dividendos, com uma seca das remunerações nos próximos anos – veja os detalhes aqui.

Para a Auren, entretanto, o jogo não está perdido. Pelo contrário, a empresa defende que a dívida é saudável e confortável mesmo no patamar de 5,7 vezes dívida líquida/Ebitda. “A nossa dívida gera valor para o acionista”, afirma Mateus Ferreira, vice-presidente financeiro (CFO) e de Relações com Investidores (RI) da Auren Energia em entrevista exclusiva ao E-Investidor.

Nela, o executivo diz sobre o que esperar do endividamento da Auren, dos dividendos e dos planos de negócios e aquisições da companhia.

E-Investidor – Na teleconferência de resultados, a Auren afirmou que pretende se desalavancar pelo menos 0,5 vez todo ano. Tal redução do endividamento ocorrerá de forma linear ou vai acelerar em 2025 e 2026 para depois ter uma redução mais modesta?

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Mateus Ferreira  – A desalavancagem não acontece de forma linear por dois motivos. Para reduzir a dívida, podemos crescer o Ebitda ou gerar caixa suficiente para pagar a dívida bruta, mas esses fatores não são constantes.

Em 2025, teremos um 1,5 gigawatt (GW) extra de capacidade, o que já garante um crescimento expressivo do Ebitda e uma queda relevante do endividamento. Nosso prazo para atingir de 3 a 3,5 vezes dívida líquida/Ebitda é de 3 a 4 anos, mas esse processo varia conforme a geração de caixa e o crescimento do Ebitda. Tem anos que eu vou gerar mais caixa e o Ebitda vai crescer menos. Em outros, o Ebitda pode subir mais, mas vou gerar menos caixa. Ou o Ebitda vai crescer e vou gerar caixa ao mesmo tempo. Tudo isso influencia se a alavancagem vai cair mais ou menos.

Na Auren, estamos confortáveis com a alavancagem atual de 5,7 vezes. A aquisição da AES Brasil poderia ter sido financiada de outras formas, mas a decisão foi via dívida, o que, dado o perfil da empresa, gera valor ao acionista. Temos energia vendida em níveis elevados: 99% já contratado para 2025 e cerca de 85% para os três anos seguintes, garantindo previsibilidade de receita e Ebitda até 2027.

Então em 2025 teremos uma redução acelerada da dívida. Podemos aqui traçar um panorama sobre como ela vai cair entre 2026 e 2028?

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Não podemos dar guidance (projeção) por sermos uma empresa listada na Bolsa, mas estamos muito confortáveis com a alavancagem atual. Temos energia contratada para os próximos anos e alta conversão de caixa. No último trimestre, após impostos, custos em manutenção e juros da dívida, ainda sobraram 60% do Ebitda para reduzir o endividamento.

A Auren gera muito caixa, tem margem alta de lucro, baixo custo de manutenção e impostos reduzidos. A desalavancagem não será linear, mas sempre para baixo. Em 2026, por exemplo, não teremos os 1,5 GW extras de capacidade, então o esperado é que o Ebitda seja menor.

A frase “nossa dívida gera valor para o acionista” é curiosa. Como o endividamento beneficia o investidor?

A Auren Energia tem duas formas de financiar uma aquisição. Se eu levanto uma dívida, a participação do acionista permanece intacta e a empresa paga a  dívida com sua geração de caixa. Já ao captar recursos no mercado, o acionista pode ser diluído, reduzindo sua participação de 10% para 7%, por exemplo. Neste caso, eu levanto os recursos na Bolsa para financiar a aquisição.

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Matematicamente, financiar via dívida gera mais valor ao acionista do que emitir ações, pois o custo de capital do acionista é maior que o da dívida. Investidor exige mais retorno do que credor. Claro que um endividamento excessivo pode comprometer e quebrar a empresa, mas dentro de uma estrutura saudável como a nossa, a dívida é a melhor opção para gerar valor ao acionista.

Então, a Auren não pretende fazer follow-on ou subscrição de ações para acelerar a redução dessa dívida?

Não, não está no nosso radar. Fomos claros sobre isso ao anunciar a transação da AES, pelos motivos já mencionados. A alavancagem de 5,7 vezes o Ebitda é confortável no cenário atual. Se fosse uma constante para os próximos anos, não seria saudável.

Mas como o endividamento vai cair, não temos planos de aumentar o capital. Fechamos 2024 com R$ 8 bilhões em caixa e uma dívida de R$ 27 bilhões, concentrada no longo prazo. Em média, vencem de R$ 1,5 bilhão a R$ 2 bilhões por ano, para um caixa de R$ 8 bilhões — o caixa atual já cobre os próximos três anos.

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A maior concentração da dívida ocorre em 2028 e refinanciá-la está no foco da Tesouraria em 2025. O custo da dívida é baixo, inferior ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI, que segue a Selic). Hoje, 65% da dívida está atrelada ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e apenas 20% ao CDI, protegendo o balanço da alta dos juros.

Como vão ficar os dividendos nesses quatro anos de desalavancagem. Vão trabalhar apenas com 25% do lucro líquido em distribuições (payout)?

Desde a criação da Auren, sempre deixamos claro nosso compromisso com os dividendos. Queremos uma companhia que cresça e, ao mesmo tempo, remunere os acionistas. Quando o crescimento é menor e o endividamento está baixo, há mais espaço para pagar dividendos. Em fases de maior expansão e dívida alta, os proventos são menores.

Em 2023, com um balanço mais leve, pagamos R$ 3 bilhões em dividendos, com dividend yield (retorno em dividendos) da Auren acima de 20%. Em 2025, com um balanço mais pesado, o pagamento será menor – o que é natural. Já para os próximos anos, a discussão segue em andamento, mas não deve ser muito diferente de 2024.

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E quando chegarem ao endividamento meta de 3 até 3,5 vezes. O payout deve saltar para 50% ou pretendem ser mais agressivos nos dividendos, com 80% ou 100% de payout?

Quando atingirmos esse nível de alavancagem, vamos rediscutir a política de dividendos da Auren. Isso não significa, necessariamente, que haverá mudanças, mas o debate acontecerá. É natural imaginar que, com menos dívida, a Auren volte a pagar mais dividendos, como no passado.

Se o payout será 50% ou 80%, é uma discussão para o futuro, mas não para agora. Sem dúvida, essa conversa ocorrerá antes do endividamento chegar à faixa de 3 a 3,5 vezes. O importante é a trajetória: a empresa está performando, a desalavancagem está acontecendo e, no momento certo, tomaremos a melhor decisão.

O investidor deve enxergar a Auren como uma empresa de ciclos. Em momentos de maior crescimento, o pagamento de dividendos da Auren será menor. Em períodos de menor expansão, os proventos aumentam. Nossa prioridade é gerar valor para o acionista, seja via dividendos seja pela valorização das ações. Independentemente da política de proventos, posso afirmar com tranquilidade: a Auren voltará a pagar mais dividendos no futuro, conforme for desalavancando.

Falando em política de dividendos, atualmente a Auren não tem uma que fuja do básico, dos 25% de payout. Pretendem criar uma que estabeleça pagamentos acima disso?

Quando criamos a Auren, definimos o payout de 25%, mesmo com a empresa desalavancada, para garantir flexibilidade na estratégia de crescimento. Se tivéssemos estabelecido 100% de payout lá atrás, o balanço ficaria apertado demais e a companhia perderia oportunidades de expansão.

A lógica sempre foi dar flexibilidade para crescer e gerar valor. Em 2023, pagamos um caminhão de dividendos, mas agora estamos na alta do ciclo. Vamos reduzir a dívida, pagar menos dividendos e, no momento certo, voltar a distribuir mais.

Uma nova política de dividendos será discutida com o Conselho de Administração em breve, mas essa conversa ocorrerá no tempo certo.

Com AES Brasil, a Auren fechou a porta para novas aquisições e fusões nos próximos quatro anos? Ou estão abertos a oportunidades?

A Auren tem duas prioridades máximas no momento. A primeira é integrar a AES Brasil da melhor forma possível, capturando sinergias de maneira eficiente e ágil. No nosso release de resultados anunciamos que, em apenas dois meses (novembro e dezembro), capturamos R$ 43 milhões em sinergias — o que equivale a R$ 250 milhões ao ano, o dobro da expectativa inicial de R$ 120 milhões.

A segunda prioridade é reduzir o endividamento, trazendo a alavancagem de 5,7 vezes para a faixa de 3 a 3,5 vezes o Ebitda. Estamos 100% focados nessas duas metas. Tem muito dinheiro na mesa com a AES Brasil e nosso foco está em materializar isso.

Mas a Auren segue atenta a oportunidades. Para uma aquisição acontecer, ela precisa ser realmente excepcional. Nossa régua, que já era alta, agora está no último andar do prédio. A chance de uma nova transação nos próximos quatro anos é muito baixa — e, se acontecer, será porque a oportunidade se mostra realmente muito boa.

E nos próximos quatro anos, pretendem entrar em outros segmentos como o de transmissão de energia, para elevar a receita e acelerar a redução da dívida?

A Auren participou do leilão de transmissão de 2023. É um ativo que se encaixaria bem no portfólio da empresa. Porém, não acredito que faremos movimentos na transmissão de energia no curto prazo, pelos motivos que mencionei.

Vejo como improvável que surja alguma oportunidade no setor de transmissão com os retornos que exigimos atualmente. A entrada da Auren nesse segmento pode acontecer mais à frente, após os próximos quatro anos. Nosso foco hoje está em gerar caixa por meio de sinergias operacionais e redução de custos.

Sobre o endividamento, enquanto a Auren considera 3 a 3,5 vezes Ebitda como ideal, concorrentes como a Engie enxergam como teto. Não acha que estão trabalhando com uma meta de dívida alta?

O patamar de 3 a 3,5 vezes é ótimo tanto para a estrutura de capital quanto pela lógica de geração de valor, mas não significa que vamos nos manter nessa faixa o tempo todo. A Auren manteve por muitos anos um endividamento de 2 vezes a 2,5 vezes dívida líquida/Ebitda. A meta é voltar para a faixa de 3 a 3,5 vezes, mas não ficaremos estagnados nesse nível.

Acredito que nossa mensagem é parecida com a da Engie: não queremos ficar acima desse patamar. Contudo, haverá ciclos de crescimento em que podemos ultrapassar essa faixa e depois retornar à normalidade. Esse é o teto da nossa operação normal.

Um recado final para os investidores pessoa física sobre os dividendos

Acredito que a geração de valor para o investidor pessoa física ocorre de duas formas: pela valorização da ação e pelo pagamento de dividendos. Nos próximos anos, o pagamento de dividendos pode ser menor do que no passado, mas é provável que as ações se valorizem, dado o forte fluxo de desalavancagem.

Estamos trocando dívida por equity (participação acionária), o que provavelmente resultará em uma valorização relevante das ações nos próximos anos. O investidor deve olhar não só para os dividendos, mas também para a apreciação das ações. Vemos muito valor na companhia.

 Veja evolução das ações e dos dividendos da Auren:

Valorização de AURE3

Auren (AURE3) Ibovespa
Desde o IPO -38,33% 11,46%
Em 2025 -9,69% 10,03%
Em 2024 -31,99% -10,36%
Em 2023 11,03% 22,28%

Fonte: Elos Ayta Consultoria, dados até 21/03/2025

Dividendos da AURE3

Dividend yield Dividendo por ação Dividendo Bruto
2025 0% — —
2024 3,01% R$ 0,40 R$ 400 milhões
2023 20,37% R$ 3,00 R$ 3 bilhões
2022 desde março 0,61 % R$ 0,10 R$ 100 milhões

Fonte: Elos Ayta Consultoria, dados até 21/03/2025

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