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Tempo Real

Veja o fechamento das Bolsas de NY, juros dos EUA e dólar hoje após pausa nas tarifas de Trump

Trump suspendeu por 90 dias as tarifas recíprocas, com exceção da China

Por Pedro Teixeira e Poliana Santos

09/04/2025 | 18:17 Atualização: 09/04/2025 | 18:17

Nasdaq dispara após Trump interromper tarifas. (Foto: Adobe Stock)
Nasdaq dispara após Trump interromper tarifas. (Foto: Adobe Stock)

As bolsas de Nova York interromperam uma sequência de quatro dias de queda e tiveram uma forte valorização no pregão desta quarta-feira (9). As ações, que já reagiam bem à alta dos estoques no atacado, dispararam depois que o presidente Donald Trump anunciou uma pausa de 90 dias na aplicação de tarifas superiores a 10% sobre os países que não retaliaram os Estados Unidos – saiba tudo nesta matéria.

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O Nasdaq tem a maior alta porcentual diária desde janeiro de 2001. A publicação da ata do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), no meio da tarde, estendeu a alta dos índices americanos.

O Dow Jones subiu 7,87%, aos 40.608,45 pontos; o S&P 500 avançou 9,52%, aos 5.456,90 pontos; e o Nasdaq teve alta de 12,16%, aos 17.124,97 pontos. Os dados são preliminares.

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As ações da Tesla (TSLA34) disparam 22,6% e lideram o movimento de forte alta das ações das “Sete Magníficas” no pregão desta quarta-feira. Na véspera, o CEO Elon Musk criticou Peter Navarro, arquiteto da política comercial de Trump, chamando-o de “idiota”. Respondendo a críticas de Musk às tarifas, Navarro havia dito que ele é apenas um “montador de carros” que estava “protegendo seus próprios interesses”. Até quarta-feira, as ações da montadora de veículos elétricos acumulavam queda de 45% no ano.

Nesta quarta-feira, a Apple (AAPL34) subiu 15,3%, a Meta (M1TA34) avançou 14,8% e a Amazon (AMZO34) ganhou 12%. A Microsoft (MSFT34) e a Alphabet (GOGL34) subiram 10,1% e 9,6%, respectivamente, e a Nvidia (NVDC34), 19%. Mais cedo hoje, o grupo de ações das sete empresas de tecnologia acumulava perdas de 5,5% desde que as tarifas foram anunciadas, em 2 de abril, e de 24% no acumulado do ano, de acordo com o analista Louis Navellier.

A ação do Walmart subiu 9,6% nesta quarta-feira. A maior varejista do mundo afirmou que o intervalo de possibilidades para o crescimento da receita operacional no primeiro trimestre se ampliou, citando as tarifas anunciadas por Trump. A empresa reafirmou sua orientação de vendas e observou que sua projeção para o ano fiscal de 2026 permanece inalterada, apesar da maior volatilidade na demanda nas últimas semanas.

As ações da Pfizer, Johnson & Johnson, Merck, Bristol Myers Squibb e AbbVie também avançaram. O presidente americano disse que anunciará em breve uma tarifa significativa sobre produtos farmacêuticos, em uma tentativa de trazer a produção no setor de volta aos EUA.

Juros dos EUA

Os rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos chegaram ao fim desta quarta-feira em alta, em meio ao ambiente de descompressão ao risco após anúncio do presidente americano Donald Trump de uma pausa de 90 dias na aplicação de tarifas superiores a 10% sobre os países que não retaliaram os Estados Unidos, o que colocou um freio na busca por ativos seguros. Um leilão bem-sucedido de notas de 10 anos havia acalmado os Treasuries pouco antes do anúncio de Trump.

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Por volta das 17h00 (horário de Brasília), juro da T-Note de 2 anos avançava a 3,905%. O rendimento do título de 10 anos subia para 4,357%, enquanto a taxa do T-Bond de 30 anos avançava para 4,891%.

No meio da tarde, os rendimentos perderam um pouco de força após o Tesouro dos EUA leiloar US$ 39 bilhões em T-notes de 10 anos, com demanda favorável dissipando os receios sobre redução da demanda compradora dos títulos soberanos à luz das disputas comerciais.

O secretário do Tesouro, Scott Bessent, negou que o recente comportamento do mercado de títulos impactou a decisão sobre pausa em tarifas recíprocas e citou que o leilão de títulos de 10 anos ocorreu bem.

Mais cedo, a Robin Brooks, do Brookings Institution, observava que a liquidez no mercado de Treasuries estava se deteriorando, embora ainda não tenha chegado aos níveis críticos de março de 2020. “Naquela época, a pressão começou nos mercados emergentes e se espalhou para os Treasuries. Agora, o risco é parecido: se a China promover uma desvalorização significativa, os emergentes vão implodir – e o mesmo acontecerá com a operação de basis trade em Treasuries”, alerta.

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Agora, as atenções se voltam para os dados de inflação nos Estados Unidos, com destaque para o índice de preços ao consumidor (CPI), previsto para quinta-feira, e o índice de preços ao produtor (PPI), na sexta.

Na ata do último encontro de política monetária do Federal Reserve (Fed), os dirigentes do banco central esperavam a inflação mais alta neste ano diante das tarifas impostas por Trump. Assim,os membros do comitê consideraram apropriado manter as taxas de juros inalteradas em março, segundo documento divulgado nesta tarde.

Moedas globais

O dólar hoje passou a avançar contra o euro e a libra esterlina, além de acelerar alta sobre o iene, após a divulgação da ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve e o do anúncio da pausa de 90 dias nas tarifas superiores a 10% aplicadas sobre os países que não retaliaram os Estados Unidos.

O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes, caiu 0,05%, para 102,900 pontos. A moeda americana se valorizava a 147,93 ienes. O euro recuava para US$ 1,0948, enquanto a libra esterlina era negociada em baixa, a US$ 1,2813. O dólar despencou ante moedas como o peso mexicano, o rand e o dólar canadense com a melhora do ambiente ao risco.

Mesmo antes da divulgação da ata do Fed, o adiamento das tarifas pelo presidente Donald Trump impulsionou uma forte recuperação do dólar ante as mínimas registradas nesta manhã.

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A medida sinalizou uma mudança repentina para uma perspectiva mais otimista em relação à economia americana. A mudança se deu apesar do anúncio, feito também no início da tarde desta quarta-feira, de um aumento imediato das tarifas sobre produtos chineses, para 125%.

O dólar mais fraco vinha sendo visto como um contrapeso às tarifas mais altas, afirma Robert Fox, do CoBank, tendo se desvalorizado 5% desde janeiro e compensado o efeito das tarifas em alguma medida.

O yuan chinês ainda tem espaço para cair após atingir a mínima em 17 anos frente ao dólar, dizem analistas do Barclays em um relatório. Além de ficar fora da suspensão de tarifas anunciada por Trump, a China terá de arcar com uma sobretaxa total de 125% sobre os produtos que exporta para os EUA, com vigência imediata, conforme anúncio de Trump. “Nossa análise mostra que ainda há um espaço considerável para um prêmio tarifário adicional no USD/CNY, de pelo menos 10%”, afirmam.

Os analistas esperam que as novas tarifas possam elevar a taxa de câmbio para 9,0, embora esse cálculo tenha sido feito antes de a China aumentar suas tarifas sobre as importações dos EUA para 84% e Washington responder com tarifas de 125%.

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Já o dólar canadense subiu acentuadamente após o anúncio da pausa nas tarifas. A medida deve reduzir, por ora, a probabilidade de uma recessão nos EUA, levando os traders a retomarem o consenso anterior de que o banco central do Canadá manterá sua taxa básica inalterada na próxima semana.

O dólar no mercado paralelo da Argentina, conhecido como dólar blue, caiu para 1.355 pesos argentinos, pouco abaixo do fechamento de ontem. Na terça-feira, o Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou um acordo de nível técnico para conceder à Argentina uma linha de crédito de US$ 20 bilhões.

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