• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

O caminho para resolver o fiscal, segundo a FGV Ibre – e como ele tem a ver com o ‘trade de eleição’

O pesquisador Samuel Pessôa defendeu congelar salário mínimo, desindexar gastos com saúde e educação, nova carga tributária e privatizar a Petrobras

Por Luíza Lanza

06/05/2025 | 14:18 Atualização: 06/05/2025 | 14:18

(Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados)
(Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados)

As eleições presidenciais de 2026 viraram o centro da conjuntura econômica brasileira, mesmo que ainda faltem quase 16 meses até o pleito. A possibilidade de uma mudança na condução de política econômica, com a entrada de uma gestão mais disposta a enfrentar o problema das contas públicas virou a “porta de saída” do imbróglio fiscal que domina os modelos econômicos. Inclusive no Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre).

Leia mais:
  • “Se consertar o problema fiscal, o Brasil decola”, diz Walter Maciel, CEO da AZ Quest
  • Desaceleração global aumenta prêmios de juros no Brasil, diz Felipe Guerra, da Legacy
  • IBOV flerta com recorde e analistas revelam as “pechinchas” da Bolsa
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Livio Ribeiro, Samuel Pessôa, ambos pesquisadores associados da instituição, e Silvia Matos, coordenadora do boletim Macro da FGV Ibre, estiveram no TAG Summit de 2025, evento realizado pela TAG Investimentos nesta terça-feira (6) em São Paulo.

A conjuntura macroeconômica atual do Brasil combina um pacote de inflação longe da meta, juros de dois dígitos, crescimento do PIB, desemprego baixo e gastos parafiscais. A carga tributária do País hoje corresponde a cerca de 34% do PIB – ou seja, há pouco espaço para alavancar a arrecadação via novos impostos, como o governo tentou e não conseguiu emplacar. A dívida pública caminha para corresponder, já nos próximos anos, a 90% do PIB. Estamos “esgotando os limites”, classificou André Leite, CIO da TAG. Nesse contexto, o caminho para solucionar o problema esbarra nas eleições e na possibilidade de alternância de poder.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

A avaliação de Samuel Pessôa é de que o Brasil vai chegar lá “capenga”, com o setor privado machucado pelos juros altos, que não devem cair com a dinâmica inflacionária persistente e um governo também enfraquecido. “Nos últimos 20 anos, todo governo que produziu inflação foi penalizado pela democracia”, disse. O caminho para resolver o problema fiscal passa por mudar a dinâmica do gasto público. Isso significa, segundo ele, congelar o salário mínimo, mudar o indexador dos gastos com saúde e educação, fazer mais uma rodada de carga tributária no que for possível e, no caso de um governo de direita, privatizar a Petrobras (PETR4). “Se conseguirmos reverter a dinâmica do gasto, isso já vai gerar uma queda de juros instantânea. Os modelos melhoram, o risco cai, entramos em um círculo virtuoso de entrada de capital. Aconteceu isso no governo Temer e vai acontecer em um governo de direita”, defendeu.

Silvia Matos disse que consegue ser menos pessimista. No fim das contas, a inflação acaba obrigando a arrumação da casa. De uma ponta, funciona como um deflator do PIB para corrigir a dívida pública – na outra, mina a popularidade do governo. “Dificilmente teremos inflação baixa no ano que vem. É uma oportunidade incrível para a oposição pensar em uma agenda social sustentável que realmente possa mudar o País, incluindo a discussão de gastos tributários, super salários e emendas parlamentares”, aponta.

O trade de eleição e o dólar

No mercado financeiro, o otimismo com uma possível troca de condução de política econômica em 2026, em uma não reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), também já vem gerando otimismo. É o “trade de eleição”, uma visão mais favorável aos ativos de investimento domésticos caso o próximo ano traga uma gestão disposta a enfrentar o imbróglio fiscal – na Faria Lima, isso tem aparecido nas análises pela figura do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Contamos mais disso aqui. 

Um dos ativos que mais oscilam de acordo com as percepções e receios do mercado é o dólar. Na reta final de 2024, quando economistas se frustraram com o pacote de medidas apresentado pelo governo para conter o crescimento das despesas, o câmbio foi um dos ativos que mais sofreram. O receio com um cenário de dominância fiscal entrou na pauta e, no auge do estresse – e do exagero –, o dólar chegou a valer R$ 6,26, o maior valor da história do Plano Real. Em 2026, é ele novamente quem deve ilustrar os humores em relação à economia e à disputa eleitoral.

Na FGV Ibre, há dois modelos de câmbio para 2026 muito distintos entre si. A projeção média gira em torno de R$ 5,75, podendo variar muito para cima ou para baixo a depender do cenário que se desenhe em relação a uma reeleição ou derrota de Lula.

Publicidade

A moeda americana vem em uma trajetória de queda ante o real em 2025, acelerada especialmente após o dia 2 de abril, quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou seu prometido pacote de tarifas recíprocas, bagunçou mercados globais e derrubou o dólar ante pares desenvolvidos e emergentes. O dólar Ptax caiu 1,42% em abril, mas, segundo Samuel Pessôa, a queda poderia ter sido maior, não fossem os problemas domésticos do Brasil.

“Ano que vem, o jogo da moeda é eleitoral e são dois cenários muito diferentes. A continuidade de Lula, com economia mais intervencionista e o gasto público fazendo a atividade girar; e ai teremos o evento do mercado produzindo enfraquecimento. Por outro lado, se o processo sinaliza uma nova orientação política que tenha chance de arrumar de forma mais permanente o fiscal, tem espaço grande para melhorar e a moeda se valorizar muito.”

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Eleições
  • Fundação Getúlio Vargas (FGV)
Cotações
26/05/2026 11h38 (delay 15min)
Câmbio
26/05/2026 11h38 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    87 FIDCs aparecem em onda de recuperações judiciais; veja os impactos para os fundos

  • 2

    Ibovespa sobe com alívio global após avanço nas nеgociações entre EUA e Irã; dólar cai

  • 3

    Dólar abaixo de R$ 5? Mercado divide apostas sobre futuro do câmbio em ano eleitoral

  • 4

    Envelhecimento dos baby boomers cria ‘tsunami prateado’ e aquece mercado imobiliário nos EUA

  • 5

    Tokenização tem potencial, mas precisa se materializar para investidor, diz gestora da 21Shares

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Gás do Povo: passo a passo para consultar o vale no Atendimento Caixa ao Cidadão
Logo E-Investidor
Gás do Povo: passo a passo para consultar o vale no Atendimento Caixa ao Cidadão
Imagem principal sobre o Idosos com contas de telefone atrasadas podem renegociar dívidas, desde que se enquadrem neste caso
Logo E-Investidor
Idosos com contas de telefone atrasadas podem renegociar dívidas, desde que se enquadrem neste caso
Imagem principal sobre o Livros gratuitos pelo MEC: entenda como acessar a plataforma que permite a leitura de diferentes obras
Logo E-Investidor
Livros gratuitos pelo MEC: entenda como acessar a plataforma que permite a leitura de diferentes obras
Imagem principal sobre o Idosos têm prioridade na compra de imóveis em dois tipos de programas habitacionais
Logo E-Investidor
Idosos têm prioridade na compra de imóveis em dois tipos de programas habitacionais
Imagem principal sobre o FGTS: entenda se trabalhadores avulsos com 70 anos podem sacar o dinheiro
Logo E-Investidor
FGTS: entenda se trabalhadores avulsos com 70 anos podem sacar o dinheiro
Imagem principal sobre o Idosos de 80 anos podem ter prioridade máxima no atendimento em bancos?
Logo E-Investidor
Idosos de 80 anos podem ter prioridade máxima no atendimento em bancos?
Imagem principal sobre o MEC Livros: passo a passo para encontrar um livro gratuito na plataforma
Logo E-Investidor
MEC Livros: passo a passo para encontrar um livro gratuito na plataforma
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: quem ganha R$ 3,2 mil pode comprar casa neste valor
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: quem ganha R$ 3,2 mil pode comprar casa neste valor
Últimas: Mercado
Petrobras (PETR3; PETR4) cai para menor valor de mercado desde 11 de março e busca recuperação
Mercado
Petrobras (PETR3; PETR4) cai para menor valor de mercado desde 11 de março e busca recuperação

Expectativa de acordo no Oriente Médio derrubou preço do Brent na segunda e pressionou ações da Petrobras. Hoje, com a alta do petróleo, ações da petroleira voltaram a subir

26/05/2026 | 10h52 | Por Amélia Alves
Abertura de mercado: petróleo em alta não freia ganhos em Wall Street
CONTEÚDO PATROCINADO

Abertura de mercado: petróleo em alta não freia ganhos em Wall Street

Patrocinado por
Ágora Investimentos
Petróleo volta a subir com nova ofensiva dos EUA e temores sobre avanço das negociações com o Irã
Mercado
Petróleo volta a subir com nova ofensiva dos EUA e temores sobre avanço das negociações com o Irã

Brent recupera parte da queda de 7% da véspera após ataque americano no sul do Irã reacender dúvidas sobre acordo em Ormuz e fluxo global de energia

26/05/2026 | 09h41 | Por Igor Markevich
Bancos apertam crédito com alta da inadimplência, mas demanda resiste, diz BTG Pactual
Mercado
Bancos apertam crédito com alta da inadimplência, mas demanda resiste, diz BTG Pactual

Oferta fica mais restritiva com avanço do risco, enquanto demanda por crédito segue resiliente

26/05/2026 | 09h40 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador