• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Estes fundos pagam IPCA+9%, mas risco de crédito ainda preocupa analistas

Ativos investem majoritariamente em debêntures incentivadas de projetos ou empresas do setor de infraestrutura

Retrato de busto sob fundo azul escuro.
Por Leo Guimarães
Editado por Wladimir D'Andrade

27/05/2025 | 3:00 Atualização: 26/05/2025 | 17:06

Investidor deve evitar fundos concentrados em obras em fase inicial ou com alto investimento. (Foto: AdobeStock)
Investidor deve evitar fundos concentrados em obras em fase inicial ou com alto investimento. (Foto: AdobeStock)

Embora os fundos de infraestrura (FI-Infras) sejam frequentemente apresentados como investimentos de baixo risco e alta previsibilidade, essas características podem minimizar alguns riscos importantes. O principal deles é o risco de crédito, especialmente relacionados a projetos com alta complexidade de execução ou baixa maturidade operacional.

Leia mais:
  • “Nossa dívida gera valor ao acionista”, diz CFO da Auren, que abre o jogo sobre dividendos
  • Crise dos fundos multimercado leva Anbima a agir; veja o plano de resgate do setor
  • Debênture incentivada: como ela voltou à cena com nova regra do governo
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O analista do Grupo SWM, Gustavo Saula, recomenda que o investidor deve sempre avaliar o perfil dos emissores, dando prioridade aos projetos consolidados, conhecidos no jargão do mercado, como high grade e, de preferência, que já estejam em operação. Dessa forma é possível evitar, ou minimizar, o risco de execução na carteira. “É importante fugir de fundos concentrados em obras em fase inicial ou com alto capex (investimento de capital) pendente.”

  • O fundo esquecido que pode virar destaque nos investimentos já em 2025
  • Ativos isentos de IR caem até 22%, mas especialistas veem oportunidade

Os FI-Infras investem majoritariamente em debêntures incentivadas de projetos ou empresas do setor de infraestrutura, que atuam em setores regulados e essenciais como energia, transporte e saneamento. Segundo o especialista, é importante também observar a diversificação da carteira do fundo. “Aqueles FI-Infra mais resilientes tendem a ter boa pulverização setorial e por emissores”, observa.

Além disso, o investidor precisa observar a transparência e a governança do gestor do fundo, fazendo o acompanhamento ativo e vendo a capacidade de renegociação em caso de estresse.

Como a Selic impacta os projetos de infraestrutura

Sobre o risco de crédito nesta indústria, Vitor Duarte, CIO da Suno Asset, argumenta que as empresas brasileiras estão mais preparadas para enfrentar um ambiente de juros altos, em relação há uma década. As companhias reduziram sua alavancagem e passaram a estruturar dívidas com prazos mais longos e maior previsibilidade. “A crise atual mistura fatores externos, como as políticas de Donald Trump (presidente dos EUA), e internos, como a questão fiscal, mas estamos melhor preparados do que em 2015”, avalia.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Ele destaca que a evolução do mercado de capitais nos últimos dez anos foi “absurda”, com os fundos de crédito privado ultrapassando o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como principal fonte de financiamento de longo prazo. Essa maturidade beneficia diretamente os fundos de infraestrutura, que investem em empresas com acesso a instrumentos mais eficientes de captação e menor risco de refinanciamento.

Além disso, o mercado de capitais permite alongar o vencimento das dívidas, algo mais difícil para bancos tradicionais, o que reduz a pressão de curto prazo sobre os projetos e reforça a segurança desses ativos para o investidor.

Rolagens representam riscos

Gustavo Saula pondera, no entanto, que apesar dos projetos de infraestrutura geralmente ter perfil de dívida alongada, refinanciamentos ou rolagens em cenários de juros mais altos podem afetar o desempenho de empresas alavancadas, o que impacta indiretamente no risco de crédito das debêntures em carteira dos fundos de infra. É válido lembrar que renda mensal isenta de Imposto de Renda (IR) via dividendos vem da distribuição dos juros e amortizações recebidos dos ativos da carteira.

“Se houver inadimplência de algum emissor, reestruturações de dívida ou atrasos em obras ou descasamentos de fluxo, o fundo pode sofrer tanto na geração de caixa mensal, quanto na reprecificação da cota (impactando seu preço de mercado)”, comenta o especialista. Apesar dos riscos, é importante ter em mente que o setor de infraestrutura tende a ser muito menos impactado com a alta de Selic em relação a outros setores, pois seus contratos são vinculados à inflação.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • FI-Infra
  • investimentos isentos
  • Renda fixa
Cotações
12/02/2026 1h31 (delay 15min)
Câmbio
12/02/2026 1h31 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje renova recorde histórico após payroll nos EUA e falas de Galípolo

  • 2

    Lucro da BB Seguridade cresce, mas não anima; Genial rebaixa recomendação e Citi e BBA projetam 2026 desafiador

  • 3

    IPCA de janeiro reforça cenário para corte maior da Selic; veja o impacto nos investimentos

  • 4

    Ouro e dividendos: ainda faz sentido investir no metal em 2026?

  • 5

    Ibovespa hoje cai e perde os 186 mil pontos com IPCA, Haddad e dados dos EUA no foco

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Aposentados INSS 2026: os pagamentos de fevereiro já começaram?
Logo E-Investidor
Aposentados INSS 2026: os pagamentos de fevereiro já começaram?
Imagem principal sobre o Saldo retido FGTS: segunda etapa de pagamentos para nascidos entre setembro e dezembro começou
Logo E-Investidor
Saldo retido FGTS: segunda etapa de pagamentos para nascidos entre setembro e dezembro começou
Imagem principal sobre o Conta de luz cara? Saiba como economizar com a sua geladeira
Logo E-Investidor
Conta de luz cara? Saiba como economizar com a sua geladeira
Imagem principal sobre o Bolsa Família realiza pagamentos nesta semana? Entenda
Logo E-Investidor
Bolsa Família realiza pagamentos nesta semana? Entenda
Imagem principal sobre o 5 pontos facultativos no 1º semestre 2026
Logo E-Investidor
5 pontos facultativos no 1º semestre 2026
Imagem principal sobre o 4 feriados nacionais no 1º semestre 2026
Logo E-Investidor
4 feriados nacionais no 1º semestre 2026
Imagem principal sobre o Show do Bad Bunny: qual o valor dos ingressos? Veja se todos os lotes já esgotaram
Logo E-Investidor
Show do Bad Bunny: qual o valor dos ingressos? Veja se todos os lotes já esgotaram
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Últimas: Investimentos
Payroll surpreende; veja impactos nos investimentos dos brasileiros
Investimentos
Payroll surpreende; veja impactos nos investimentos dos brasileiros

Relatório de emprego nos EUA influencia expectativas para juros da economia norte-americana e ativos brasileiros; confira o que esperar agora

11/02/2026 | 11h29 | Por Isabela Ortiz
Banco do Brasil divulga balanço do 4T25 hoje: o que observar nos números
Investimentos
Banco do Brasil divulga balanço do 4T25 hoje: o que observar nos números

Resultado do Banco do Brasil chega pressionado por crédito no agronegócio, provisões elevadas e expectativa pelo guidance de 2026

11/02/2026 | 09h53 | Por Isabela Ortiz
Suzano entrega 4T25 acima do esperado e geração de caixa reforça desconto nas ações
Investimentos
Suzano entrega 4T25 acima do esperado e geração de caixa reforça desconto nas ações

Ebitda de R$ 5,6 bi e volumes acima do esperado caem bem para o mercado; veja recomendações de XP e Genial Investimentos

11/02/2026 | 09h52 | Por Isabela Ortiz
Resultado da Motiva no 4T25 agrada analistas, mas ação cai na Bolsa; o que está acontecendo?
Investimentos
Resultado da Motiva no 4T25 agrada analistas, mas ação cai na Bolsa; o que está acontecendo?

Números confirmam novo ciclo da ex-CCR, com avanço de margens, foco em rodovias e leitura positiva de XP e BTG

10/02/2026 | 14h05 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador