O analista do Goldman, Tito Labarta e sua equipe, ressaltam no relatório comentando os destaques da teleconferência de resultados do Nubank que a fintech está reacelerando o Pix parcelado, as margens no Brasil podem subir e os empréstimos no banco podem ganhar fôlego. “Nós continuamos otimistas com a combinação de crescimento e rentabilidade da Nu”, observam os analistas.
O Goldman observa que o comando do Nubank mencionou o programa de renegociação de dívida lançado recentemente, o Recomeço, o maior da fintech até agora. A expectativa é que haja um impacto positivo, por conta da melhora das renegociações, começando no segundo trimestre.
Sobre o México, o comando do Nubank falou da chance da rentabilidade no país poder eventualmente superar a do Brasil, dada a oferta de produtos mais atraentes. Para os empréstimos no mercado mexicano, a expectativa é que ocorra uma aceleração nos próximos três trimestres.
Nas novas projeções do Goldman, a expectativa de lucro líquido do Nubank para 2026 foi mantida em US$ 4,1 bilhões, enquanto a de 2027 foi elevada em 1%, para US$ 5,6 bilhões. No retorno patrimonial (ROE, em inglês), a previsão é de indicador a 28,6% este ano, 31,1% em 2026 e 30,8% em 2027.