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Azul (AZUL4) fora do Ibovespa: o que acontece com o investidor a partir de agora?

Com a exclusão, fundos que seguem o Ibovespa são forçados a vender a ação da aérea. Entenda o impacto

Por Camilly Rosaboni

29/05/2025 | 14:29 Atualização: 29/05/2025 | 18:45

Em recuperação judicial, Azul fica fora do Ibovespa; entenda o que acontece com as ações. (Foto: Adobe Stock)
Em recuperação judicial, Azul fica fora do Ibovespa; entenda o que acontece com as ações. (Foto: Adobe Stock)

A B3 anunciou, na última quarta-feira (28), a exclusão das ações da Azul (AZUL4) de todos os seus índices, incluindo o Ibovespa. A decisão ocorre após o pedido de recuperação judicial (Chapter 11) da companhia áerea nos Estados Unidos, anunciado ontem, com o objetivo de eliminiar US$ 2 bilhões em dívidas.

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Segundo a Bolsa de Valores brasileira, a decisão está em linha com os termos do Manual de Definições e Procedimentos dos Índices da B3. “Se um ativo pertencente ao índice passar a ser negociado em situação especial – recuperação judicial ou extrajudicial, ou qualquer outra hipótese definida pela B3 -, este será retirado do índice ao final do primeiro dia de negociação nessa condição”, diz o documento.

Isso significa que esta quinta-feira (29) será o último dia de negociação das ações da Azul no Ibovespa, ou seja, ela deixa de fazer parte da carteira teórica do índice a partir da sexta (30) e passa a ser negociada somente na Bolsa (mercado brasileiro), assim como ocorreu com a Gol (GOLL4).

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A operação também recai sob os demais índices da B3, como IGCX, IBXX, IGCT, IBRA, IVBX, ISEE, ITAG, SMLL, IBXL, IDVR, IBHB, IBBR, IBEP, IBEW, IBBE, IBBC, sendo sua participação redistribuída proporcionalmente aos demais integrantes da carteira com o pertinente ajuste nos redutores.

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O que a exclusão da Azul no Ibov significa para o Investidor

Na prática, a exclusão da Azul nos índices da B3 significa que a ação deixará de ser uma referência para diversos fundos de investimento, especialmente aqueles passivos (que apenas replicam o índice) e os grandes fundos internacionais e de pensão que seguem políticas de alocação restritas aos ativos listados nos principais benchmarks (referência de performance do ativo) do mercado.

“Os fundos que compram ações baseadas na carteira teórica do índice Bovespa (ou seja, eles investem apenas nas empresas que fazem parte do Ibovespa), como o BOVA11 e até fundos no exterior, vão ter que vender todas as ações da Azul”, explica Artur Horta, analista de mercado financeiro da GTF Capital.

  • Leia mais: Preço das passagens aéreas pode aumentar com recuperação judicial da Azul?

Esse movimento de venda forçada pode pressionar ainda mais o preço da ação no curto prazo. “O fluxo de venda por parte de fundos passivos nas ações da empresa pode fazer com que se acentue a queda das ações da Azul, já que toda vez que tem um fluxo de venda, a tendência é que as ações caiam”, diz o especialista da GTF.

Além disso, como o Ibovespa é utilizado como parâmetro de performance para gestores ativos, ao deixar o índice, a Azul perde visibilidade e, consequentemente, parte do fluxo automático de capital que normalmente é direcionado a empresas que compõem o índice. “Isso pode resultar em menor liquidez para o papel e redução no volume de negociações, o que impacta diretamente os investidores, principalmente aqueles que precisam de facilidade para entrar e sair da posição com menor impacto no preço”, diz Jeff Patzlaff, planejador financeiro e especialista em investimentos.

Vale a pena manter as ações da Azul na carteira?

Para Horta, o contexto atual da Azul – fora do Ibovespa e em recuperação judicial – não favorece a compra de ações. “Porque não só ela vai estar fora dos índices e pode sofrer com essa pressão para vender as ações (perda de fluxo passivo), como também o processo de recuperação judicial vai envolver uma grande diluição dos acionistas minoritários da companhia“, diz o especialista.

No caso da Azul, conforme lembra Patzlaff, a exclusão dos índices da B3 ocorre em um momento de cenário macroeconômico adverso, com a Selic a 14,75% ao ano, aumento do custo de capital, endividamento elevado do setor aéreo e uma economia ainda pressionada por inflação acumulada de 5,53% ao ano. “Acredito que a saída do índice pode ser interpretada como uma deterioração da relevância ou da performance da empresa, o que afasta investidores e reduz o apetite de novos entrantes”, avalia.

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O planejador financeiro reforça o perfil de investimento como fator determinante para comprar as ações da Azul. “Para investidores de longo prazo, que acreditam na recuperação da empresa, a queda das ações pode até representar um ponto de entrada mais atrativo, desde que os riscos sejam bem compreendidos. Por outro lado, para investidores com perfil mais conservador ou foco em liquidez, a saída do índice pode ser um indicativo para reduzir exposição”, diz Patzlaff.

Quando a Azul pode voltar para os índices da B3?

Segundo o manual de procedimentos da B3, a Azul (AZUL4) poderá voltar para o Ibovespa quando terminar sua recuperação judicial nos EUA. “Caso a companhia passe a não mais estar nessas situações especiais (recuperação judicial ou extrajudicial), seu histórico de negociação, para efeito do atendimento de todos os critérios de inclusão nas carteiras, começará a ser contado a partir da data em que a B3 considerar que a companhia efetivamente tenha deixado sua situação especial”, diz o documento.

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