• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Por que os ‘super-ricos’ ignoram disparada da bolsa e priorizam a renda fixa na carteira

O ciclo de alta de juros e risco fiscal influenciaram na aversão a risco desses investidores

Por Daniel Rocha

10/06/2025 | 3:00 Atualização: 10/06/2025 | 15:57

(Foto: Adobe Stock)
(Foto: Adobe Stock)

O rali da bolsa de valores nos últimos meses não foi o suficiente para alterar a estratégia de investimentos dos ‘super-ricos’. Dados da plataforma ComDinheiro-Nelogica, enviados ao E-Investidor, mostram que a posição em ações brasileiras representou apenas 3,84% do portfólio dos fundos exclusivos de investimentos, produtos destinados aos investidores de grandes fortunas.

Leia mais:
  • É o fim do rali? Entenda por que a XP acredita que o Ibovespa deve sofrer correção
  • FIIs vão virar multimercados? Entenda a estratégia que desafia a gestão tradicional
  • O que está na carteira dos ‘super-ricos’: CEO da Azimut comenta os principais ativos
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

  • Veja os fundos de investimentos que os ‘super-ricos’ mais investem

Os números são os mais recentes disponíveis ao mercado e correspondem aos investimentos realizado em abril deste ano. O porcentual de alocação em bolsa representa o menor patamar desde 2016 para o mês de abril, quando as alocações representavam cerca de 4,35%, e dos 4,21% de dezembro do ano passado.

Embora não inclua os recentes recordes do Ibovespa em maio, o período coincide com uma recuperação parcial dos ativos de renda variável. O principal índice da B3 encerrou abril com uma alta acumulada de 3,69% e próximo dos 137 mil pontos. Os ganhos ocorreram mesmo com o anúncio das tarifas recíprocas impostas por Donald Trump, presidente dos Estados Unidos.

Isso porque a decisão reacendeu as tensões comerciais no mercado global e alterou a rotação do fluxo de capital estrangeiro para mercados emergentes e menos afetados pelas taxas de importação americanas, como o Brasil. Como mostramos nesta reportagem, entre o fim de dezembro e março, o índice caiu quase 14%, mas conseguiu zerar as perdas ao longo de abril. O movimento de valorização persistiu em maio, permitindo o índice Bovespa renovasse por quatro vezes a sua máxima histórica em um intervalo de apenas uma semana.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

A queda do interesse pelo mercado acionário reflete o pessimismo dos investidores frente ao cenário doméstico. O mercado aguarda medidas estruturais e eficientes para reduzir o risco fiscal do país, mas as tentativas de ajuste nas contas públicas do governo vieram acompanhadas por intensos ruídos. Em maio, o Ministério da Fazenda comunicou a contenção de R$ 31,3 bilhões, mas a notícia foi ofuscada pelo aumento no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A proposta do governo federal é arrecadar R$ 20,5 bilhões neste ano e R$ 41 bilhões em 2026 com as medidas.

Renda fixa lidera a preferência dos super-ricos

A instabilidade azedou o apetite ao risco para o mercado acionário. “Passamos por um período nebuloso para ativos de renda variável local em detrimento da renda fixa. Desde janeiro de 2020, o Ibovespa subiu 17% contra 59% do CDI. Em prazo de três anos, o Ibovespa subiu 25% contra 42% do CDI. É uma performance bastante aquém do principal indicador de renda fixa que, na teoria, é um ativo livre de risco”, diz Caio Zylbersztajn, sócio da Nord Investimentos.

A rentabilidade, a preferência em preservar o patrimônio e o risco mais baixo são os fatores que têm influenciado na decisão dos super-ricos em alocar maior parte do capital em ativos de renda fixa. Nos últimos dez anos, mais de 50% do capital dos fundos exclusivos tem sido alocado em títulos públicos, de acordo com a ComDinheiro-Nelogica.

“Com a Selic a 14,75% ao ano, os investidores preferem deixar o dinheiro em caixa porque tem sido muito bem remunerado”, diz Filipe Ferreira, diretor da Nelogica e responsável pela plataforma ComDinheiro. E a tendência não é de mudança de rota  no curto prazo. Mesmo com a expectativa para o fimo do ciclo de aperto monetário, os juros no Brasil devem permanecer em patamares elevados por mais tempo.

Publicidade

As projeções do Boletim Focus estimam que os membros do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), devem manter inalterada a Selic a 14,75% ao ano até o fim do ano. Já os primeiros cortes podem ocorrer ao longo de 2026, mas com magnitudes ainda modestas, impedindo que a taxa fique abaixo dos dois dígitos.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Investidores
  • super-ricos
Cotações
03/02/2026 13h31 (delay 15min)
Câmbio
03/02/2026 13h31 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    O investidor invisível: como o capital estrangeiro está moldando a indústria de FIIs

  • 2

    Ele comprou uma empresa quase falida de Warren Buffett por US$ 1 mil e a transformou em uma gigante de US$ 98 bi

  • 3

    O ouro é o novo dólar: por que investidores estão revendo o papel da moeda americana como porto seguro

  • 4

    Regulamentação de criptomoedas entra em vigor

  • 5

    Dow Jones hoje em tempo real: veja a cotação agora e o que está mexendo com Wall Street

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Como consultar o valor de antecipação do FGTS, mesmo com dívida na Caixa?
Logo E-Investidor
Como consultar o valor de antecipação do FGTS, mesmo com dívida na Caixa?
Imagem principal sobre o Conta de luz continua sem acréscimo de tarifa em fevereiro de 2026; entenda
Logo E-Investidor
Conta de luz continua sem acréscimo de tarifa em fevereiro de 2026; entenda
Imagem principal sobre o Dívidas do FIES: qual o prazo para renegociação em 2026?
Logo E-Investidor
Dívidas do FIES: qual o prazo para renegociação em 2026?
Imagem principal sobre o Bolsa Família não realiza pagamentos nesta semana; entenda o motivo
Logo E-Investidor
Bolsa Família não realiza pagamentos nesta semana; entenda o motivo
Imagem principal sobre o Dívidas do FIES: quem pode solicitar a renegociação em 2026?
Logo E-Investidor
Dívidas do FIES: quem pode solicitar a renegociação em 2026?
Imagem principal sobre o Descontos indevidos no INSS: veja como contestar e recuperar os valores cobrados
Logo E-Investidor
Descontos indevidos no INSS: veja como contestar e recuperar os valores cobrados
Imagem principal sobre o Veja se você pode antecipar o saque-aniversário do FGTS mesmo com dívidas na Caixa
Logo E-Investidor
Veja se você pode antecipar o saque-aniversário do FGTS mesmo com dívidas na Caixa
Imagem principal sobre o FGTS: é possível antecipar o saque-aniversário com dívidas na Caixa?
Logo E-Investidor
FGTS: é possível antecipar o saque-aniversário com dívidas na Caixa?
Últimas: Investimentos
XP vê oportunidade rara no Tesouro IPCA+ para ganho de até 91% com queda dos juros
Investimentos
XP vê oportunidade rara no Tesouro IPCA+ para ganho de até 91% com queda dos juros

Analistas destacam o nível considerado alto históricamente para os títulos soberanos e o fluxo de caixa recorrente para o investidor

03/02/2026 | 10h34 | Por Isabela Ortiz
C6 Bank projeta dólar em 2026 a R$ 5,50: ‘Movimento intenso e persistente’
Investimentos
C6 Bank projeta dólar em 2026 a R$ 5,50: ‘Movimento intenso e persistente’

Banco vê enfraquecimento estrutural da moeda americana com juros menores nos EUA, apesar dos desafios fiscais e da desaceleração da economia brasileira

03/02/2026 | 09h44 | Por Isabela Ortiz
As duas palavras que resumem o bom início de ano do Ibovespa, segundo o Itaú BBA
Investimentos
As duas palavras que resumem o bom início de ano do Ibovespa, segundo o Itaú BBA

Investidores estrangeiros entraram com R$ 23 bilhões na B3, impulsionando o índice para uma alta de 12,5% e novos recordes históricos

02/02/2026 | 14h59 | Por Luíza Lanza
Ouro e prata caem forte após rali histórico. O que explica a queda?
Investimentos
Ouro e prata caem forte após rali histórico. O que explica a queda?

Correção ou mudança de ciclo? Alívio com o Fed e realização de lucros provocam tombo, mas fundamentos seguem no radar

02/02/2026 | 13h48 | Por Daniel Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador