Segundo o documento, o motivo da desistência seria “a deterioração das condições de mercado”. Com o aumento do número de casos de covid-19 e a demora na vacinação, algumas empresas também desistiram de realizar a oferta pública, é o caso das construtoras Yuni e Kallas. Ao todo foram 13 desistências e 3 indeferimentos em 2021.
Caso os investidores já tenham realizado qualquer tipo de pagamento, os valores serão devolvidos, mas sem nenhuma remuneração, juros ou correção monetária, com o prazo máximo de três dias úteis contados a partir do dia 9 de março, data em que a companhia sinalizou sua desistência a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).