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Mercado

A avaliação do mercado financeiro sobre as ameaças tarifárias de Trump contra o Brics

Presidente americano prorroga tarifas, mas ameaça taxar países alinhados ao Brics com taxa adicional de 10%

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

07/07/2025 | 13:46 Atualização: 08/07/2025 | 8:40

Donald Trump gera, mais uma vez, incertezas sobre tarifas comerciais e abala mercados (Foto: Adobe Stock)
Donald Trump gera, mais uma vez, incertezas sobre tarifas comerciais e abala mercados (Foto: Adobe Stock)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva que estende formalmente o prazo para a implementação das chamadas tarifas recíprocas de 9 de julho para 1° de agosto, mostra documento divulgado nesta segunda-feira (7).

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“Determinei, com base em informações adicionais e recomendações de vários funcionários seniores, incluindo informações sobre o status das discussões com parceiros comerciais, necessário e apropriado estender a suspensão efetivada pela Ordem Executiva 14266 até às 12h01 do horário de verão do leste dos EUA em 1º de agosto de 2025”, afirma o comunicado da Casa Branca.

Apesar da prorrogação das tarifas, Trump também adotou um tom mais agressivo em relação aos países do Brics. O político ameaçou impor taxas extras a produtos de países que se alinhem ao grupo, formado por 11 nações, entre elas Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. A publicação foi feita em seu perfil na rede Truth Social.

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“Qualquer país que se alinhe às políticas antiamericanas do Brics será taxado com tarifa extra de 10%. Não haverá exceções a essa política. Obrigado pela atenção sobre essa questão”, escreveu Trump. No domingo (6), a declaração de líderes do Brics criticou medidas protecionistas adotadas no comércio global.

Analistas do mercado financeiro destacam que as ameaças não trazem grandes impactos, pois não há uma certeza de que isso deve acontecer, principalmente após Trump ter prorrogado as tarifas em relação aos demais países. No entanto, se o presidente americano implementar essa taxa adicional, os setores de commodities e alimentos podem ser penalizados. “O Brics tem uma participação extremamente relevante na produção e no consumo de commodities no mundo. A China é o maior consumidor, enquanto Brasil e Rússia estão entre os maiores produtores de commodities de diferentes classes: energéticas, metálicas e agrícolas”, diz Felipe Corleta, sócio da The Link Investimentos.

Segundo Gianluca Di Mattina, especialista em investimentos da Hike Capital, a postura de Trump é interpretada como uma tentativa de conter a ascensão de blocos alternativos aos EUA, como o BRICS+, e fortalecer a posição americana na indústria doméstica. “Por ora, o mercado ainda trata como ameaça política, limitando reações mais bruscas nos ativos de risco”, afirma.

Jeff Patzlaff, planejador financeiro e especialista em investimentos, diz que se Trump colocar as tarifas em prática, o impacto potencial sobre a bolsa brasileira seria duplo. De um lado, o fluxo de capital estrangeiro pode se afastar do Brasil, reduzindo liquidez e valorização. Por outro lado, investidores podem passar a enxergar as small e mid-caps industriais como ativos de risco, trazendo retração generalizada em setores cíclicos.

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“Existe uma chance de que ativos brasileiros se beneficiem indiretamente do conflito entre os EUA e os Brics. Mesmo com a ameaça de tarifas, o fluxo de capitais globais em busca de mercados emergentes — já favorecidos por ações da América Latina em meio à guerra comercial — pode sustentar alguma valorização do Ibovespa e do real”, diz Patzlaff.

Se a implementação sair do papel, os analistas dizem que a Bolsa americana tende a experimentar aumento da volatilidade, com possíveis quedas abruptas em setores mais expostos ao comércio global. “O índice S&P 500 já mostra desempenho cauteloso, enquanto os investidores avaliam novos riscos”, diz Patzlaff. As ações de tecnologia também podem sofrer impactos, considerando que a China e Índia são os principais países na produção de eletrônicos consumidos pelo mercado americano.

O que o investidor deve fazer agora?

Como a medida ainda não é oficial, Corleta, da The Link Investimentos, reforça que o melhor é manter-se fiel à estratégia de investimentos já desenhada. “Não vejo como uma alteração estrutural de cenário que justifique o investidor alterar sua alocação de longo prazo”, explica.

Gianluca Di Mattina, da Hike Capital, reforça que é importante evitar decisões impulsivas e acompanhar de perto a evolução do cenário. “Para quem deseja proteger o portfólio, pode ser interessante aumentar a exposição a empresas com foco no mercado interno e receita recorrente”, argumenta.

Na hipótese da escalada para uma nova etapa da guerra comercial, Felipe Sant’Anna, do grupo Axia Investing, diz que o investidor brasileiro deve dolarizar a carteira. “Negociar sem dólar pode gerar uma certa instabilidade para nossas reservas cambiais. Por isso, a alocação em ativos dolarizados é uma boa solução, pois o mundo corre para o dólar na hora da crise”, diz.

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Ou seja, no consenso, o investidor deve manter a calma e não fazer movimentações abruptas diante das ameaças de Trump contra o Brics. Todavia, a diversificação de portfólio com ações defensivas do mercado local e ativos dolarizados podem proteger o investidor de uma volatilidade maior no mercado, caso Trump confirme as tarifas.

*Com informações da Agência Brasil 

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