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Educação Financeira

Começou a investir agora? Veja por onde começar e evitar riscos

Com valores acessíveis, proteção do FGC e diferentes prazos, o CDB é uma opção segura para quem quer sair da poupança e dar os primeiros passos nos investimentos

Por Isabela Ortiz

26/07/2025 | 7:40 Atualização: 25/07/2025 | 9:56

CDB para iniciantes: como investir com segurança, liquidez e rentabilidade maior que a poupança

(Foto: Adobe Stock)
CDB para iniciantes: como investir com segurança, liquidez e rentabilidade maior que a poupança (Foto: Adobe Stock)

Ao dar os primeiros passos no mundo dos investimentos, é comum se sentir perdido diante de tantas opções, siglas e promessas de rentabilidade. Nesse cenário, as “caixinhas de investimento” atreladas ao Certificado de Depósito Bancário (CDB) têm se destacado como uma porta de entrada na renda fixa por unir segurança, rendimento atrativo e acessibilidade. Mas a pergunta fica: como e de que forma começar?

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Diversos bancos e fintechs já disponibilizam o serviço das “caixinhas” nos aplicativos, como a Nubank, Inter, Mercado Pago, Itaú, entre outros. Nessa modalidade, o investidor consegue se organizar financeiramente por meio de “envelopes” digitais, em que o usuário pode escolher quanto dinheiro deseja guardar na categoria, por exemplo, de emergência ou viagem). Além disso, o ciente também pode deixar o dinheiro rendendo em CDBs de liquidez diária .

Segundo Gabriel Giannoni, diretor de operações do Mêntore, esse produto reúne tudo o que o investidor iniciante busca: “O CDB se destaca por combinar segurança, rendimento, facilidade e acessibilidade. Em um país onde a educação financeira ainda está em desenvolvimento, produtos como o CDB funcionam como uma excelente porta de entrada para o mundo dos investimentos”, diz.

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O apelo aumenta com a possibilidade de começar a investir com valores baixos, muitas vezes a partir de R$ 1, além da proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que cobre até R$ 250 mil por Cadastro de Pessoa Física (CPF) e por instituição.

Para Fernando Lamounier, educador financeiro e sócio-diretor da Multimarcas Consórcios, o erro mais comum entre iniciantes é justamente não entender o que está comprando. “Muitos investem sem conhecer o emissor do título ou sem compreender os diferentes tipos de indexadores, como os prefixados, os pós-fixados e os atrelados ao IPCA+ [Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo]”, alerta.

Isso se agrava quando o investidor ignora o prazo e a liquidez do produto — dois elementos que devem ser considerados com muito cuidado. Comprar um CDB com vencimento longo e sem liquidez, por exemplo, pode ser um erro para quem ainda não tem reserva de emergência formada.

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Nesse sentido, os especialistas recomendam começar pelo mais seguro: o CDB com liquidez diária, que permite o resgate a qualquer momento e é ideal para compor a reserva de emergência. “Mesmo com uma rentabilidade um pouco menor que os de longo prazo, ele oferece a vantagem da liquidez — essencial para quem pode precisar do dinheiro de forma rápida”, destaca Lamounier.

Já Giannoni ressalta que esse tipo de CDB “democratiza o acesso” e tem sido aprimorado pelas próprias instituições financeiras, que já oferecem até mesmo aplicações automáticas em saldos de conta.

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Quando o investidor estiver mais confortável ou já tiver uma reserva formada, pode buscar CDBs com prazos mais longos e rentabilidade superior. “Quanto maior o prazo, maior tende a ser a taxa oferecida, já que o banco ‘compra’ o seu compromisso de deixar o dinheiro parado até o vencimento”, explica Lamounier. Ainda assim, é fundamental ter consciência de que esse dinheiro ficará “travado” até a data acordada.

Giannoni reforça a importância de avaliar bem o banco emissor, sugerindo dar preferência a instituições médias ou grandes e sempre considerar o rendimento real, descontando inflação e Imposto de Renda.

Outro ponto de atenção é a diversificação. Mesmo com pouco dinheiro — como R$ 1 mil — o ideal é distribuir o valor entre diferentes CDBs, mesclando prazos e instituições. Isso reduz riscos e permite ao investidor se beneficiar de boas oportunidades sem comprometer sua flexibilidade financeira.

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A comparação com a poupança ainda é inevitável. Embora o CDB esteja sujeito à tributação, sua rentabilidade costuma ser muito mais vantajosa, principalmente em períodos de Selic elevada. Para Giannoni, essa diferença compensa: “Mesmo com o IR, o CDB costuma pagar perto de 100% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI) ou mais, enquanto a poupança rende apenas cerca de 70% do CDI mais TR”. afirma.

Para quem está começando a investir, organizar esses primeiros passos pode parecer desafiador, mas ferramentas simples como as “caixinhas de investimento” ajudam a tornar esse processo mais intuitivo e eficiente. Ao permitir que o investidor iniciante relacione cada objetivo financeiro a um tipo específico de aplicação, como os CDBs de liquidez diária, as caixinhas funcionam como uma ponte entre a teoria e a prática do planejamento financeiro. Elas oferecem não apenas praticidade na hora de separar o dinheiro por metas, mas também promovem uma experiência mais visual, personalizada e consciente, tornando-se, assim, o caminho ideal para quem deseja começar a investir com segurança, propósito e disciplina.

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