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Com IOF em segundo plano, Wise aposta em público 50+ para expandir no Brasil

Após crescer no Brasil com IOF menor, Wise aposta em novo perfil de cliente que busca investir no exterior

Por Jean Mendes e Karla Spotorno

16/07/2025 | 11:47 Atualização: 16/07/2025 | 11:47

Wise (Foto: Adobe Stock)
Wise (Foto: Adobe Stock)

A Wise, empresa global de tecnologia conhecida no Brasil pelas transações com moeda estrangeira, está mirando um novo público para crescer: as pessoas com 50 anos ou mais. Segundo Helene Romanzini, gerente de Marketing de Produto da Wise para América Latina, África e Oriente Médio, a aderência do novo público-alvo aos serviços da plataforma ainda é baixa, mas o potencial é muito alto.

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“Há uma gama muito grande de pessoas que a gente ainda quer atrair, que são as que continuam no cartão de crédito. Essas pessoas, normalmente, estão na faixa dos 50, 60, 70 anos e sentem que o cartão de crédito ainda é a forma mais segura porque sempre usaram. Outro relato que ouvimos é que elas não querem ‘abrir outra conta em banco só para viajar’. Queremos mudar esse ‘só para viajar’, porque é possível manter dinheiro em outra moeda com rendimento” diz Romanzini, fazendo referência à estreia da Wise em produtos de investimento.

IOF em segundo plano

O foco em potenciais clientes com 50 anos ou mais sucede a primeira alavanca de crescimento no Brasil que foi o “IOF”. O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) foi um chamariz e um grande atrativo da companhia para os brasileiros porque, na modalidade oferecida pela Wise, tem uma alíquota mais baixa. Em cartões de débito em moeda estrangeira como o da empresa, a alíquota do IOF é 1,1% sobre o saldo convertido de reais para outras moedas. Nos cartões de crédito oferecidos pelo mercado, é de 3,38% para as compras feitas no exterior.

“O nosso canhão de crescimento não vai mais ser o IOF. Agora, eu diria que o nosso principal atributo de aquisição é ter um cartão internacional que permite gastar dinheiro investido em um fundo ‘assegurado’ pelo governo britânico” diz a gerente de Marketing da Wise.

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Uma pesquisa interna da empresa mostra que o cliente vem pelo IOF, mas fica pelas funcionalidades como acesso ao Pix e saldo em 40 moedas, com dólar, euro, libra, segundo Romanzin.

Investimentos da Wise

No início de julho, a Wise inaugurou a prateleira de investimentos ao lançar o “Rende +”, uma espécie de cofrinho muito parecido com o que outras instituições de pagamento oferecem. Na Wise, o dinheiro do cliente fica aplicado em um fundo de investimento, gerido pela BlackRock que investe em títulos do governo britânico. A aplicação rende em libras esterlinas (GBP), euros (EUR) ou dólares americanos (USD), segundo Romanzini.

O Rende+, oferecido em parceria com a Genial Investimentos, não exige aplicação mínima nem período de carência e oferece acesso imediato aos recursos investidos. A aplicação tem liquidez imediata, cobrança de IOF (alíquota de 0,38%, que incide no momento da conversão de dinheiro para moeda estrangeira). Os recursos podem ser sacados utilizando, por exemplo, o cartão Wise Visa.

Em comunicado à imprensa, a empresa afirma que o Rende+ foi desenvolvido “a partir da análise dos hábitos financeiros dos usuários no Brasil. “Os dados mostram que 90% dos saldos mantidos pelos usuários brasileiros da Wise estão em moeda estrangeira, com 80% desses valores especificamente em dólares, euros ou libras esterlinas. O comportamento dos clientes indica que 68% convertem dinheiro quando necessário ou quando as taxas de câmbio são favoráveis, mantendo o saldo como forma de poupança nesse meio tempo”, diz a nota da Wise.

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