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Mercado

O que ninguém entendeu sobre as ações do Banco do Brasil (BBAS3)

Papéis subiram após balanço desastroso e mantiveram certa resiliência frente a notícias negativas; analistas explicam o porquê

Por Jenne Andrade

21/08/2025 | 8:00 Atualização: 20/08/2025 | 19:31

Sede do Banco do Brasil em Brasília: balanço do 2º trimestre expôs desafios com inadimplência no agro e menor pagamento de dividendos. (Foto: Adobe Stock)
Sede do Banco do Brasil em Brasília: balanço do 2º trimestre expôs desafios com inadimplência no agro e menor pagamento de dividendos. (Foto: Adobe Stock)

O Banco do Brasil (BBAS3) publicou os resultados do 2º trimestre de 2025 após o fechamento da última quinta-feira (14). Naquela noite, a expectativa para o pregão seguinte era de que as ações derretessem. Afinal, o lucro caiu 60%, a rentabilidade (ROE) chegou ao nível mais baixo desde 2016 e a inadimplência do agro saltou para 3,49% – era um resultado ruim, como não visto havia anos no banco estatal.

Leia mais:
  • O dossiê da inadimplência do agro que derruba a ação do Banco do Brasil em 30%: como surgiu, quem deve e por que BBAS3 sangra na Bolsa
  • Banco do Brasil (BBAS3) reduz fatia que será distribuída em dividendos aos acionistas
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Mas não foi isso que aconteceu. As ações subiram 4% na sessão após os resultados e fecharam a semana passada entre os três papéis com as maiores valorizações do Ibovespa. Nesta segunda (18), também fechou com alta de 2%.

O primeiro pregão negativo veio apenas nesta terça (19), e não ocorreu necessariamente pelo balanço, e sim pelas incertezas relacionadas ao impacto da Lei Magnitsky no setor bancário. Não só as ações do Banco do Brasil caíram, mas a dos pares, como Itaú e Bradesco. Nesta quarta (20), o ativo andou de lado, com uma leve alta de 0,35%.

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Para Hugo Queiroz, sócio da L4 Capital, a explicação para a aparente resiliência dos papéis está na antecipação feita pelo mercado. Antes do balanço, a BBAS3 já havia cedido 14% no ano, já na esteira das expectativas de piora nos resultados.

Depois da divulgação dos números, os investidores começaram a digerir as novas sinalizações dadas pela diretoria do Banco do Brasil. Por exemplo, a projeção de subir o ROE para 15% até 2026, média histórica de rentabilidade da instituição, e diminuir a inadimplência da carteira do agro para a faixa de 2% a 2,5% nos próximos 10 meses.

“O mercado começou a pôr na conta esses comentários da diretoria e isso pode ter feito com que os investidores imaginassem que o nível de preço atual das ações do BB representaria uma boa oportunidade de investimento”, afirma Queiroz, que não é um desses investidores.

Ele não acredita que o Banco do Brasil consiga recuperar a rentabilidade tão cedo, dado que os desafios do setor de agronegócio não acabaram, o banco estatal vem perdendo espaço no mercado para concorrentes e o risco político volta aos holofotes.

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“O governo quer incentivar que o banco entre em linhas de crédito em que os spreads são piores e as garantias mais frágeis, como consignados com limitadores de juros. Ou seja, o risco permanece pesado e alto”, diz Queiroz. “Para mim, a resiliência das ações é um otimismo motivado por antecipação de movimento para frente, mas temos que aguardar os próximos trimestres para confirmar se esse cenário vai se materializar.”

Gustavo Moreira, planejador financeiro e especialista em investimentos, também aponta que quem está comprando Banco do Brasil agora – e mantendo as ações no positivo – está apostando em uma recuperação mais forte em 2026, com um agronegócio em ritmo melhor. Oposto à Queiroz, o especialista vê os ativos como interessantes.

“O Banco do Brasil hoje negocia a múltiplos bem descontados em relação aos pares privados, e ainda entrega dividendos muito atrativos, o que pode manter o interesse dos investidores. Claro que existem riscos, como a política de crédito e a influência do Governo na gestão, mas no curto prazo o cenário continua positivo, com chance de valorização moderada e estabilidade reforçada pela distribuição de dividendos”, diz Moreira.

Contudo, há outro fator importante além da antecipação dos números ruins que pode explicar o comportamento dos papéis.

Mudança na base acionária do BB

Leandro Siqueira, sócio-fundador da Varos Research, aponta para uma movimentação que passou despercebida nos últimos meses: uma mudança na base acionária do Banco do Brasil.

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Segundo dados fornecidos pelo BB, o percentual de ações em circulação na posse de pessoas físicas subiu de 27,11% para 36,6% em apenas 1 ano, entre o 2º tri de 2024 e o 2º tri de 2025. E de acordo com Siqueira, esse investidor individual acaba se comportando de forma diferente do que os investidores pessoa jurídica, como fundos de investimento, face a notícias ruins.

“O fato é que vários artigos já se debruçaram sobre o padrão de investimento das pessoas físicas na Bolsa e constataram que elas agem de maneira ‘contrária’: quando saem más notícias, as pessoas físicas compram. Quando saem boas notícias, elas vendem”, diz Siqueira.

Outro ponto é que atualmente 45,14% das ações em circulação do BB estão com investidores estrangeiros, que geralmente, segundo Siqueira, investem no Brasil por meio de ETFs – fundos que replicam o desempenho de índices, setores e mercados, e são compostos por diferentes ativos.

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O EWZ é um exemplo de ETF por meio do qual os investidores gringos podem se expor ao mercado local, sem ter due comprar ações específicas. Até porque esse fundo de índice já tem em sua composição os papéis das principais empresas brasileiras de capital aberto, entre elas, o Banco do Brasil.

Em outras palavras, os investidores gringos que compram esse ETF não ficam olhando os resultados de cada uma das companhias que compõem o índice, mas o desempenho do indicador. E isso explicaria parte do desalinhamento entre o balanço fraco do Banco do Brasil e o comportamento das ações.

“Na verdade, eles compram um punhado de ações das maiores empresas brasileiras, sem observar necessariamente quais são essas ações”, diz Siqueira. No final, o analista aponta que 80% dos papéis livres em circulação do Banco do Brasil estão nas mãos de investidores pessoas físicas ou estrangeiros, duas categorias de investidores que não reagem com velocidade a notícias negativas de curto prazo.

 

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