A carteira da Monte Bravo é dividida em três partes: Estrutural, Momento e Oportunidades. No caso da Estrutural, composta pelas ações das melhores empresas do Ibovespa, os papéis que a compõem são Itaúsa (ITSA3; ITSA4) (7,50%), WEG (WEGE3) (5%), Suzano (SUZB3) (7,50%), Vale (5%), Rede D’or (RDOR3) (5%), Sabesp (SBSP3) (5%), Eletrobras (ELET3) (5%), Equatorial (EQTL3) (7,50%) e BB Seguridade (BBSE3) (7,50%).
A parte Momento, composta pelas ações com melhor desempenho no passado recente, tem o papel da Direcional (7,50%), o ETF SPXR11 (7,50%) e o SMAL11 (5%). Por fim, a parte Oportunidades, composta por papéis que o time de análise da Monte Bravo identificou como uma oportunidade de investimento, é composta por Petrobras (5%), Neoenergia (NEOE3) (5%), Iguatemi (IGTI11) (7,50% e Nubank (NUBR33) (7,50%).
“Em setembro, contando com uma redução das incertezas internacionais e o aumento da probabilidade de início dos cortes de juros nos Estados Unidos, iremos aumentar ligeiramente nossa exposição em ativos mais sensíveis ao movimento de risk on – quando o mercado tem mais apetite ao risco”, explica o documento da Monte Bravo.
Em agosto, a carteira de ações da Monte Bravo apresentou alta de 8,01%, enquanto o Ibovespa subiu 6,28%.