• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

50+, 60+: na melhor idade se investe melhor

A consultora financeira Silvia Machado dá 5 dicas para quem vai começar a poupar depois dos 40 anos

Por Márcio Kroehn

19/04/2021 | 7:11 Atualização: 19/04/2021 | 7:11

Receba esta Coluna no seu e-mail
(Foto: Evanto Elements)
(Foto: Evanto Elements)

Entre tantos números desastrosos da covid-19, um estudo feito por pesquisadores das universidades de Harvard, Princeton, do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, e Federal de Minas Gerais, no Brasil, identificou mais um retrocesso: a pandemia reduziu (até aqui) em dois anos a expectativa de vida do brasileiro, que passa a ser de 75 anos.

Leia mais:
  • Matemático de Wall Street vai fazer você ganhar dinheiro com criptos
  • 'Me senti nua e desprotegida', diz investidora enganada
  • 50 séries, filmes, livros e podcasts sobre dinheiro para a quarentena
Cotações
16/01/2026 0h38 (delay 15min)
Câmbio
16/01/2026 0h38 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A evolução da expectativa de vida era crescente no Brasil e as novas gerações vão se beneficiar dos ganhos alcançados nas últimas décadas – mesmo com essa baixa recente. Para se ter uma ideia, um cidadão nascido no País em 1970 tinha uma perspectiva de quase 59 anos de vida. Com os avanços da ciência, da medicina e da tecnologia, quem comemorou 50 anos recentemente está vivendo, neste momento, um prolongamento da vida. Se a jornada passou a ser mais longa, é preciso ter mais dinheiro. Mas qual é o tamanho da economia e a capacidade financeira dessa turma?

A maturidade já foi chamada de melhor idade e recentemente ganhou a definição de revolução prateada. Também pudera: o Instituto Locomotiva estima que esse mercado movimentou R$ 1,8 trilhão em 2020.

Publicidade

Com tanto dinheiro circulando entre os 50+, é natural pensar que eles acumularam uma boa poupança para essa fase da vida, certo?! Não necessariamente. Até cinco anos atrás, os produtos financeiros disponíveis para formação de patrimônio eram limitados (embora a Taxa Selic fosse bem mais generosa). Além de uma oferta menor, não havia preocupação em ter um bom montante para a renda passiva – a previdência privada parecia ser o bastante.

“A má notícia é que um estudo recente mostrou que os 65+ gastam 3,5 vezes mais do que gastavam há 20 anos”, diz a consultora financeira Silvia Machado, que também é sócia da Paraty Investimentos. “Mas a boa notícia é que é mais eficiente fazer um planejamento a partir dos 40+, em razão da maturidade, do que com os 30+.”

Com uma carreira consolidada no mercado financeiro, construída no Banco Garantia, no Deutsche Bank e, claro, na Paraty, Silvia decidiu embarcar nesse projeto de educadora e planejadora financeira em meio à pandemia. O que a motivou? “Ouvi bastante ‘não dá mais tempo de poupar’, ‘vacilei, o que faço agora?’”, diz ela. “É para essa ‘turma’ que não sabe por onde começar que nasceu a consultora Silvia Machado.”

Não há, claro, uma limitação de idade nesse trabalho da Silvia. Mas a questão da maturidade faz toda diferença quando se faz uma (re)organização financeira, afinal, quem tem menos de 40 anos ainda tem uma lista enorme de estímulos para desviar o foco. Com 40+, a experiência ajuda a saber onde estão os escorregões financeiros. E ela dá um exemplo.

Publicidade

Com os filhos formados, um casal decidiu mudar o estilo de vida, conta Silvia. Eles queriam se programar para alugar o imóvel em São Paulo para morar no interior. Era preciso poupar R$ 2 mil por mês. “No primeiro mês foi difícil, mas depois conseguiram dobrar o valor, para R$ 4 mil”, afirma Silvia. O interessante nesse caso é que eles não só reduziram as despesas como bolaram maneiras de também gerar receita.

É esse comprometimento que permite afirmar que a geração prateada tende a investir melhor. E não necessariamente porque ela tem mais dinheiro, mas porque se beneficiam das finanças comportamentais. Em vez de resolver o problema com o dinheiro quebrando a cabeça, nessa fase da vida a experiência troca a ansiedade pela tranquilidade, que é resolvida com uma conversa sincera entre um gole e outro de cerveja, de vinho ou com a bebida preferida do casal.

Você está se aproximando dos 50+ e precisa dar um jeito na sua vida financeira? Confira as cinco dicas da Silvia Machado:

Perfil de risco para os 50+

Mesmo com todo conhecimento acumulado, não dá para pular a etapa de conhecer o seu apetite ao risco e preencher o questionário API. Principalmente para quem ainda precisa poupar, afinal, não é possível dobrar o dinheiro no curto prazo. “É o que vai deixar você dormir bem e não o que rende muito ou rende pouco”, diz Silvia.

Fundo de reserva para os 50+

Dois pontos importantes no trabalho de Silvia Machado: nomear a reserva financeira como fundo e descartar a palavra emergência. A diferença parece sutil, mas faz parte do trabalho psicológico. Essa economia também pode servir para ajudar num empreendimento da família ou para um momento de curtição – desde que os valores sejam recompostos em seguida. “É para oportunidade ou emergência”, afirma a consultora financeira.

O segundo ponto é o tamanho desse fundo de reserva, que obrigatoriamente tem de estar em um investimento conservador, como CDB ou Tesouro Selic: 12 meses dos custos recorrentes. A justificativa é porque a vida dificilmente volta ao normal em menos de um ano – seja porque a recolocação no mercado de trabalho está demorada para quem foi demitido ou porque um período sabático para um MBA é superior a 6 meses (tempo médio usado pela maioria dos consultores).

Publicidade

“Um fundo de reserva não se faz em um dia. No primeiro mês é dolorido. Mas é preciso cumprir essa etapa antes de passar para o investimento”, diz Silvia.

Renda extra para os 50+

Embora a renda extra seja muito associada aos mais jovens, a criatividade joga a favor da geração prateada. A culinária, por exemplo, pode render saborosos rendimentos para quem sabe fazer um bolo de família ou um pão caseiro.

Além disso, nessa fase da vida, com os filhos crescidos, muitos quartos das casas das famílias ficam vazios. Por que não repetir o que os estrangeiros fazem com estudantes brasileiros e de outras nacionalidades e alugar o quarto para intercambistas?

Como economizar com 50+

Falei acima sobre os gastos maiores da geração prateada. Envelhecer cada vez melhor, com saúde, possibilita ter tempo para viajar, vida social ativa e cumprir cursos diversos. Tudo isso exige capital. Mas tem um que chega sem piedade: o aumento do plano de saúde. Ao completar 50 anos, o valor do seguro dobra. E com 59 anos existe uma nova barreira.

A sugestão de Silvia Machado é se preparar para este momento com cinco anos de antecedência. Estudar a participação em planos coletivos, de sindicatos e associações, pode ser uma alternativa. Assim como a família criar uma empresa com muitas vidas, com filhos e netos, para ficar atrativo para a seguradora e baratear o custo. “Com calma, são opções legais. A única coisa que não pode fazer é mudar pro plano mais barato no susto”, diz ela, que reforça dizendo que com a idade o valor dos exames aumenta e esse tipo de troca pode sair mais custosa.

Onde investir com 50+

Embora a decisão de investimento tenha, necessariamente, de passar pelo perfil de risco, existe uma maneira de facilitar a compreensão sobre como dividir a formação dessa poupança com a combinação desses sete tipos de ativos: renda fixa (CDB; pré-fixados; IPCA – títulos públicos -; e indexados à inflação – fundos, debêntures, fundos imobiliários ou ETFs) e renda variável (dólar; multimercado – fundos de fundos, derivativos, commodities e câmbio de outras moedas -; e bolsa de valores – ações, ETFs).

Se um investidor tivesse feito essas escolhas e colocado 14,29% em cada um desses ativos, nos últimos cinco anos teria alcançado um retorno médio de 11,11% ao ano – até dezembro de 2020. Nos últimos 10 anos, a rentabilidade média dessa carteira teria sido de 10,04% ao ano. Isso porque em ciclos mais longos o desempenho de cada ativo oscila.

Publicidade

“É preciso pensar além de 24 meses e não comparar com o que aconteceu em um ano. No ano passado, por exemplo, a carteira do seu amigo que investiu só em Bitcoin foi multiplicada por 7”, afirma Silvia.

  Ver essa foto no Instagram   Uma publicação compartilhada por Silvia Machado (@silviamachadofinancas)

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dicas financeiras
  • Investimentos

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Reag em liquidação: o que acontece agora com os investidores e fundos?

  • 2

    FGC paga quem perdeu dinheiro na liquidação da CBSF (ex-Reag)?

  • 3

    Caso Master expõe riscos de CDBs, coloca FGC sob pressão inédita e dá lição a investidor

  • 4

    ITCMD: novas regras do "imposto da herança" entram em vigor em 2026

  • 5

    Dois meses de espera por pagamento do FGC transformam CDB do Master em 99% do CDI

Publicidade

Quer ler as Colunas de Márcio Kroehn em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Saiba quais famílias podem receber acréscimo de R$ 150 no pagamento do Bolsa Família
Logo E-Investidor
Saiba quais famílias podem receber acréscimo de R$ 150 no pagamento do Bolsa Família
Imagem principal sobre o Quantas vezes posso solicitar o saque calamidade?
Logo E-Investidor
Quantas vezes posso solicitar o saque calamidade?
Imagem principal sobre o Como motoristas de Uber podem se beneficiar pelos novos descontos do IR?
Logo E-Investidor
Como motoristas de Uber podem se beneficiar pelos novos descontos do IR?
Imagem principal sobre o 2 informações que você deve atualizar no CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Logo E-Investidor
2 informações que você deve atualizar no CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Imagem principal sobre o Saldo retido do FGTS: saiba quem tem direito ao saque
Logo E-Investidor
Saldo retido do FGTS: saiba quem tem direito ao saque
Imagem principal sobre o A renda familiar mudou? Saiba se você precisa atualizar o CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Logo E-Investidor
A renda familiar mudou? Saiba se você precisa atualizar o CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Imagem principal sobre o Bolsa Família: veja condições para receber o acréscimo de R$ 150
Logo E-Investidor
Bolsa Família: veja condições para receber o acréscimo de R$ 150
Imagem principal sobre o Como motoristas de Uber podem calcular descontos no Imposto de Renda?
Logo E-Investidor
Como motoristas de Uber podem calcular descontos no Imposto de Renda?
Últimas: Colunas
É melhor gastar tempo brigando por política nas redes ou aprender sobre finanças?
Fabrizio Gueratto
É melhor gastar tempo brigando por política nas redes ou aprender sobre finanças?

O atraso financeiro do brasileiro em 2026 pode revelar menos um problema econômico e mais uma escolha comportamental

15/01/2026 | 14h00 | Por Fabrizio Gueratto
Quanto custa estudar na elite? Ranking revela as escolas mais caras do Brasil
Quanto custa?
Quanto custa estudar na elite? Ranking revela as escolas mais caras do Brasil

Levantamento da Forbes mostra quais colégios de alto padrão cobram valores elevados em troca de currículos internacionais, diplomas reconhecidos no exterior e preparação para universidades de prestígio

15/01/2026 | 11h04 | Por Quanto custa?
Crise no Irã e Estreito de Ormuz no radar: petróleo vira gatilho para Bolsa, dólar e crédito no Brasil
Thiago de Aragão
Crise no Irã e Estreito de Ormuz no radar: petróleo vira gatilho para Bolsa, dólar e crédito no Brasil

Instabilidade no Oriente Médio eleva prêmio de risco geopolítico e traz impactos diretos para petróleo, agronegócio e ativos brasileiros

14/01/2026 | 18h01 | Por Thiago de Aragão
Juros globais elevados reforçam preocupações de médio prazo
Marcelo Toledo
Juros globais elevados reforçam preocupações de médio prazo

Taxas de longo prazo seguem elevadas diante do aumento da dívida pública e da perda de credibilidade fiscal em diversas economias

14/01/2026 | 14h07 | Por Marcelo Toledo

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador