• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Direto da Faria Lima

Investidores multimilionários estão saindo do Brasil em busca de proteção, diz gestor da AVIN

Clientes da AVIN, com pelo menos R$ 10 milhões na conta, aumentaram em 17% suas alocações no exterior nos últimos 12 meses

Por Daniel Rocha

17/11/2025 | 17:02 Atualização: 19/11/2025 | 14:16

Rafael Meyer atua como portfólio manager no segmento de wealth management da AVIN
 (Foto: AVIN/arte E-Investidor)
Rafael Meyer atua como portfólio manager no segmento de wealth management da AVIN (Foto: AVIN/arte E-Investidor)

Os investidores com patrimônio acima de R$ 10 milhões intensificaram as alocações em investimentos offshore nos últimos 12 meses. Dados da AVIN, gestora de recursos com R$ 14 bilhões sobe gestão, mostram que os clientes da casa ampliaram em 17% os aportes em direção ao mercado internacional. Entre os oito estados onde a asset atua, os investidores do Ceará foram os que apresentaram a maior alta. Por lá, os investimentos no exterior subiram 180,29% durante o período.

Leia mais:
  • Por que os ‘super-ricos’ ignoram disparada da bolsa e priorizam a renda fixa na carteira
  • Veja os fundos de investimentos que os super-ricos mais investem
  • Carlos Kawall: “Não existe aversão dos investidores de alta renda em não pagar imposto”
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O movimento ocorre em meio aos esforços do governo em equilibrar as contas públicas via aumento de impostos sobre a população mais abastada do País. Em maio, a equipe econômica decidiu elevar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), de 1,1% para 3,5%, com intuito de engordar a arrecadação. A pauta, no entanto, chegou ao Congresso sem fôlego e foi derrubada por parlamentares. O mesmo aconteceu com a Medida Provisória que alterava o regime tributário de todos os investimentos, como mostramos nesta reportagem.

O projeto de lei que eleva a faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para R$ 5 mil foi o único que teve sucesso nos últimos 12 meses e já segue para a sanção presidencial. A nova lei criou um “imposto mínimo” de até 10% sobre lucros e dividendos que compõem os rendimentos mensais dos contribuintes de alta renda, como uma forma de compensar a perda arrecadatória.

Publicidade

Invista com o apoio de conteúdos exclusivos e diários. Cadastre-se na Ágora Investimentos

Mas as discussões dessas pautas, segundo Rafael Meyer, portfólio manager da AVIN, aumentaram o sentimento de insegurança jurídica no País e levaram os investidores a buscar proteção dos seus portfólios no exterior. Quem não investia fora do País passou a investir e aqueles que tinham baixa exposição decidiram aumentar para 30% a fatia do patrimônio no exterior.

“Os investidores estão buscando mais proteção às essas mudanças e têm feito de forma rápida. Quando chegam no exterior, buscam construir um portfólio que viabilize uma estrutura de sucessão na gestão patrimonial”, disse Meyer ao E-Investidor.

No Brasil, a estratégia segue a mesma lógica: a busca por proteção. Apesar dos recordes recentes do Ibovespa que alcançou a maior série de dias consecutivos de alta desde 1994 neste mês, as carteiras do segmento  wealth management (gestão de fortunas) têm priorizado ações de setores resilientes aos ciclos econômicos, como energia e saneamento básico. Do lado da renda fixa, os títulos prefixados ganham notoriedade diante da expectativa de queda da Selic a partir do próximo ano.

E-Investidor – Em 2025, o governo elevou a carga tributária do IOF, tentou alterar os impostos sobre aplicações financeiras e conseguiu aprovar o projeto de lei que eleva a faixa de isenção para R$ 5 mil do imposto de renda. Como essas movimentações de Brasília influenciaram nas decisões de investimento dos investidores de alta renda?

Rafaelo Meyer – Temos acompanhado uma saída de investidores em busca de diversificação internacional de forma considerável. Está muito maior do que antes. Esse movimento tem dois motivos. O primeiro é a importância da diversificação, com os investidores cada vez mais conscientes da importância de ter exposição internacional e em uma moeda forte. O segundo é pelas ações do governo que trouxeram insegurança jurídica aos investidores, especialmente quando voltam atrás nas decisões ou quando as pautas são derrubadas ou alteradas no Congresso. E no exterior, esse público se depara com uma estabilidade um pouco melhor. Por causa desses eventos, quem tinha apenas 5% de alocação no exterior decidiu elevar para 30% a sua exposição.

Então, os investidores de alta renda buscam no exterior mais proteção ao risco Brasil do que oportunidades de investimento?

Publicidade

Os investidores estão buscando mais proteção às essas mudanças e têm feito de forma rápida. Quando chegam no exterior, buscam construir um portfólio que viabilize uma estrutura de sucessão na gestão patrimonial. É claro que os investidores também estão atentos às oportunidades de investimentos que oferecem boas rentabilidades, mas o objetivo preponderante tem sido a proteção às alterações regulatórios e de tributação no País.

E onde os recursos estão alocados no exterior?

Buscamos um pouco mais de risco porque o cenário no exterior é diferente a do Brasil. Os juros estão mais baixos e, no caso dos Estados Unidos, o BC americano já iniciou o corte de juros. Vemos os ativos de bolsa, como o próprio índice S&P 500, com altas muito fortes em função dos avanços tecnológicos em torno da inteligência artificial. Então, os investidores estão posicionados nessas empresas que possuem teses de investimentos ligadas à IA.

No Brasil, como tem sido a alocação dos investidores em meio à manutenção da Selic a 15% e recordes recentes do Ibovespa?

Publicidade

Na renda fixa, títulos bancários e títulos de crédito corporativo de setores não-cíclicos (que costumam ser mais resilientes à trajetória da taxa de juros) são os perfis que mais buscamos na hora de investir, sejam eles pós-fixados ou atrelados à inflação. Gostamos também dos prefixados porque o BC pode cortar os juros no início do próximo ano e os investidores que estiverem com taxas mais altas devem se beneficiar com esse movimento. Na renda variável, a base das nossas carteiras permanece ancorada em setores resilientes, como energia e saneamento básico, e também em bancos, telecomunicações e companhias reconhecidas pela geração consistente de dividendos, que historicamente entregam valor robusto no longo prazo.

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • alta renda
  • Conteúdo E-Investidor
  • Investidores
  • Selic
Cotações
20/04/2026 8h55 (delay 15min)
Câmbio
20/04/2026 8h55 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Acumular grandes quantidades de dinheiro garante a grandeza? Veja o que diz Buffett

  • 2

    Domicílio fiscal: os 7 países mais vantajosos — e o que cada um tributa

  • 3

    Pagar menos Imposto de Renda ou buscar mais retorno: o que realmente aumenta a rentabilidade da carteira?

  • 4

    Tesouro Direto dispara com Selic alta: veja como aproveitar os juros elevados

  • 5

    Bitcoin volta aos US$ 77 mil após Irã reabrir Estreito de Ormuz e aliviar tensão global

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Idosos podem renegociar dívida com conta de água e aliviar o orçamento; entenda como
Logo E-Investidor
Idosos podem renegociar dívida com conta de água e aliviar o orçamento; entenda como
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: veja como consultar o extrato do INSS do segurado falecido
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: veja como consultar o extrato do INSS do segurado falecido
Imagem principal sobre o 4 gratuidades e descontos que idosos com mais de 60 anos têm direito
Logo E-Investidor
4 gratuidades e descontos que idosos com mais de 60 anos têm direito
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: passo a passo para pais autorizarem filhos a movimentar a conta pelo Caixa Tem
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: passo a passo para pais autorizarem filhos a movimentar a conta pelo Caixa Tem
Imagem principal sobre o 13º salário antecipado do INSS: estes idosos não têm direito ao valor em 2026
Logo E-Investidor
13º salário antecipado do INSS: estes idosos não têm direito ao valor em 2026
Imagem principal sobre o Idosos com dívidas de empréstimos podem renegociar atrasos, mas em uma situação específica
Logo E-Investidor
Idosos com dívidas de empréstimos podem renegociar atrasos, mas em uma situação específica
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: passo a passo para mães autorizarem filhos a movimentar o dinheiro pelo Caixa Tem
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: passo a passo para mães autorizarem filhos a movimentar o dinheiro pelo Caixa Tem
Imagem principal sobre o Gás do Povo: passo a passo para encontrar um ponto de revenda no app Meu Social
Logo E-Investidor
Gás do Povo: passo a passo para encontrar um ponto de revenda no app Meu Social
Últimas: Direto da Faria Lima
Gestora da XP lança primeiro ETF de prata do país, o 13º em quatro meses
Direto da Faria Lima
Gestora da XP lança primeiro ETF de prata do país, o 13º em quatro meses

SLVR11 estreia na B3 nesta segunda-feira. Asset já tem 21 produtos do tipo

20/04/2026 | 07h00 | Por Marília Almeida
Ibovespa pode chegar aos 200 mil pontos se acomodação externa continuar, diz UBS BB
Direto da Faria Lima
Ibovespa pode chegar aos 200 mil pontos se acomodação externa continuar, diz UBS BB

Reabertura do Estreito de Ormuz é importante, mas é necessário que as negociações sobre cessar-fogo também evoluam, diz Marcelo Okura, diretor de mercados globais para a AL

17/04/2026 | 22h46 | Por Marília Almeida
Brio capta R$ 80 milhões com novo FII ‘feito em casa’ para se aproximar do varejo
Direto da Faria Lima
Brio capta R$ 80 milhões com novo FII ‘feito em casa’ para se aproximar do varejo

Gestora estrutura e origina o próprio crédito para mitigar risco das emissões; FII quer entregar CDI + 2,4% ao ano

17/04/2026 | 09h30 | Por Luíza Lanza
Tork Capital anuncia encerramento da gestora após oito anos
Direto da Faria Lima
Tork Capital anuncia encerramento da gestora após oito anos

Especializada em ações, ela surgiu em 2018 com boom dos negócios independentes e administrava R$ 750 milhões

16/04/2026 | 17h05 | Por Luíza Lanza

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador