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Ibovespa 2026: Morgan Stanley projeta 200 mil pontos; veja o que dizem Bradesco Asset e UBS BB e onde investir agora

Bancos enxergam novos gatilhos de alta mesmo após sucessivos recordes da Bolsa em 2025; oportunidades estão nos setores financeiro, de commodities e infraestrutura

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

02/12/2025 | 5:30 Atualização: 03/12/2025 | 7:18

Veja os fatores que podem levar a Bolsa para o patamar de 200 mil pontos. (Foto: Adobe Stock)
Veja os fatores que podem levar a Bolsa para o patamar de 200 mil pontos. (Foto: Adobe Stock)

Mesmo após sucessivos recordes em 2025, o Ibovespa conta com gatilhos capazes de levar a Bolsa de Valores a novos saltos, com previsão até os 200 mil pontos nos próximos 12 meses. De redução da taxa básica de juros da economia, a Selic, a um ambiente global propenso para os países emergentes, especialistas de Morgan Stanley, Bradesco Asset e UBS BB mostram otimismo com o mercado acionário brasileiro em 2026.

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O principal índice da Bolsa sobe 31,86% no acumulado do ano, ao sair dos 120.283,40 pontos no começo do ano para 158.611,01 pontos no fechamento desta segunda-feira (1º). Ao longo de 2025, o IBOV só caiu em fevereiro e julho.

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Para Nikolaj Lippmann, estrategista de ações para a América Latina no Morgan Stanley, a Bolsa brasileira subiu mais devido a fatores globais do que por motivos locais. Segundo o especialista, o fluxo de capital migrou por causa da guerra comercial que se intensificou no dia 2 de abril de 2025, quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou tarifas para boa parte do mundo – relembre aqui.

Esse contexto fez o mercado financeiro a transferir capital do mercado americano para comprar ativos no resto do mundo, incluindo os países em desenvolvimento, com o Brasil.

“Esse pontapé inicial causou a migração de US$ 4 bilhões em fluxos globais. Esse montante fez a entrada e saída de capital estrangeiro deixar o campo negativo e ir para o positivo em 2025”, disse Lippmann.

Já Bruno Funchal, CEO da Bradesco Asset, vê outros fatores como motivação para a subida da Bolsa em 2025. Ele pontua que no fim do ano passado o dólar havia disparado ante real por conta do risco fiscal e o dólar forte – junto com a Bolsa deteriorada e juros brasileiros elevados enquanto os EUA iniciaram um ciclo de queda de juros – deu margem para o investidor estrangeiro buscar oportunidades no País.

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A taxa básica de juros dos Estados Unidos, conhecida como Fed Funds, recuou de 4,25% e 4,5% ao ano para entre 3,75% e 4% ao ano, enquanto no Brasil a Selic subiu de 12,25% em janeiro para 15% ao ano no final de 2025. Desse modo, a diferença entre taxas no Brasil e nos EUA pulou de 7,75 pontos porcentuais para 11.

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De acordo com Funchal, o aumento desse diferencial faz com que os investidores internacionais peguem dinheiro emprestado em um país com juros mais baixos (EUA) para aplicar em ativos de economias com taxa de juros mais altas (Brasil). “Essa operação é chamada de carry trade. A medida aumenta a demanda por real e ativos brasileiros em um cenário de Bolsa barata, o que gerou o cenário perfeito para a alta do Ibovespa no ano”, disse Funchal.

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O que esperar do Ibovespa em 2026?

Os analistas veem 2026 com otimismo, embora com um pé atrás. Para Luciano Telo, CIO do UBS BB, uma combinação de fatores domésticos e globais sustentará os ativos brasileiros no ano que vem. Segundo ele, a Bolsa deve ser positivamente impactada pela continuidade do afrouxamento monetário nos EUA, pelo dólar mais fraco, pelo crescimento global resiliente e por uma perspectiva construtiva para o setor de commodities.

  • Leia ainda: “Quando houver ajuste fiscal, vai faltar papel na Bolsa”, diz Dalton Gardimam, da Ágora

Na visão do especialista, a inflação se aproximando da meta estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e a desaceleração do crescimento econômico abrem caminho para cortes nas taxas de juros no primeiro semestre, aliviando as condições financeiras internas.

“O Banco Central (BC) provavelmente iniciará um ciclo de afrouxamento monetário já em março ou abril de 2026. Até o momento, o BC brasileiro manteve uma das posturas mais restritivas do mundo, enfrentando o desafio de controlar a inflação em meio a um forte crescimento e um ambiente fiscal expansionista”, diz Telo.

O UBS calcula que a Selic deve chegar aos 12,5% até o final de 2026, com a inflação em 4,2%. Telo acredita que a taxa pode até ficar abaixo de 12%, mas para isso o governo precisará entregar um ajuste fiscal sólido.

“A flexibilização monetária deve ser o principal catalisador para o desempenho das ações, pois deve reduzir o custo de capital para empresas listadas, especialmente aquelas com maior alavancagem”, explica Telo.

O  Bradesco Asset estima uma alta de 20% para o Ibovespa em 2026, puxada pela queda de juros. Bruno Funchal diz que a Selic deve chegar a 12% ao ano e também acredita que o corte começará em março após a equipe de Gabriel Galípolo, presidente do BC, trazer um tom duro em seus comunicados mais recentes. “O mercado precificava um corte em janeiro, mas, devido ao tom do Banco Central, as estimativas passaram a apontar para o início do corte da Selic em março.”

Bruno Funchal, CEO da Bradesco Asset.
O CEO da Bradesco Asset, Bruno Funchal, acredita em Selic a 12% ao ano em 2026, fator que impulsiona a projeção para o Ibovespa. (Foto: Egberto Nogueira)

Lippmann, do Morgan Stanley, foi o único que cravou uma projeção para 2026 entre os entrevistados pela reportagem. Ele projeta o Ibovespa a 200 mil pontos, número que representa alta de 26,09% na comparação com o fechamento da última segunda-feira (1º), quando o indicador encerrou o pregão a 158.611 pontos.

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Segundo o executivo, a alta de 2026 será um pouco inferior à vista até aqui em 2025 devido ao menor suporte do investidor global ao mercado acionário brasileiro. Na visão dele, o Ibovespa está sendo negociado a múltiplos atrativos – 10 vezes o Preço/Lucro (P/L) –, deixando o cenário interessante para o investidor que nota o que as empresas estão entregando para seus acionistas.

De acordo com o estrategista do Morgan Stanley, a Bolsa de Valores pode até superar suas projeções caso o governo faça um ajuste nas contas públicas para aliviar as questões fiscais. “No entanto, isso é muito difícil, seria necessário algo em torno de 4% (400 pontos-base) no déficit fiscal”, diz. O cálculo vem da relação déficit sobre o Produto Interno Bruto (PIB) e significa que o governo precisaria diminuir em 4 pontos porcentuais as contas no vermelho.

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Para resolver esse problema, o estrategista do Morgan Stanley diz que o governo deveria implementar uma medida fiscal semelhante ao teto de gastos do governo do ex-presidente Michel Temer, quando o crescimento dos gastos não podia ultrapassar a inflação – mecanismo que foi substituído pelo novo arcabouço fiscal pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

  • Confira também: Como montar uma carteira de fundos imobiliários equilibrada entre FIIs de tijolo e papel

Assim, devido ao ritmo de deterioração da relação dívida/PIB, Lippmann destaca que já existe um prêmio de risco que serve de “proteção” para o investidor contra essa trajetória das contas públicas. “Uma vez que o País sinalizar claramente que quer reverter essa tendência e seguir em uma direção diferente, haverá potencial razoavelmente alto de contração do prêmio de risco da Bolsa”, diz Lippmann.

Em quais ativos investir em 2026?

Os analistas possuem seus setores recomendados. O Morgan Stanley vê grandes oportunidades no financeiro, como as ações de XP (XPBR31), BTG Pactual (BPAC11) e Nubank (ROXO34). Esse segmento tende a ser resiliente em cenário de desaceleração econômica, como projetado para o próximo ano.

O especialista também recomenda ter ações de Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3) na carteira, porque o principal produto delas, o petróleo, atrela as receitas do negócio ao dólar. Questionado pelo E-Investidor se ele não vê riscos de interferência estatal na companhia devido à eleição, o estrategista defendeu a Petrobras.

“Claro que sempre pode haver algum nível de intervenção, em qualquer país. No entanto, a Petrobras passou por uma reforma muito significativa de governança corporativa e esperamos que essa reforma seja respeitada”, reforça Nikolaj Lippmann ao E-Investidor.

Já a Bradesco Asset diz que segue otimista com setores que devem se beneficiar da queda de juros, mas têm menor exposição à atividade econômica. Entre esses, eles destacam o setor de infraestrutura e de utilidade pública (utilities).

A gestora também identifica oportunidades em setores que apresentam potencial de expansão de lucros, mas que atualmente estão com preços descontados. Um bom exemplo vem da locação de veículos, que, para a Bradesco Asset, deve se beneficiar de um cenário mais favorável com a redução das taxas de juros.

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