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Anbima registra resgates de R$ 16,4 bilhões; indústria de fundos esfria em novembro com saídas de previdência e renda fixa

Movimento reverte a captação de outubro, enquanto ETFs e FIPs figuram entre as poucas classes com saldo positivo no mês

Por Bruna Camargo

05/12/2025 | 15:51 Atualização: 05/12/2025 | 15:51

Fundos de investimento têm resgate líquido de R$ 16,4 bilhões em novembro, com previdência e renda fixa no foco das saídas. (Imagem: Adobe Stock)
Fundos de investimento têm resgate líquido de R$ 16,4 bilhões em novembro, com previdência e renda fixa no foco das saídas. (Imagem: Adobe Stock)

Os fundos de investimento apresentaram resgate líquido de R$ 16,4 bilhões em novembro, segundo dados divulgados hoje (5) pela Associação Brasileira de Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). O resultado representa uma reversão em relação a outubro, quando as entradas líquidas somaram R$ 13,4 bilhões. No acumulado do ano, os fundos ainda têm captação líquida de R$ 145,6 bilhões. O patrimônio líquido da indústria está em R$ 10,6 trilhões.

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De acordo com a Associação, os fundos de previdência lideraram as saídas líquidas no mês, com perdas de R$ 9,3 bilhões. Em seguida, vieram os fundos de renda fixa, que registraram resgates líquidos de R$ 7,7 bilhões, em resultado que contrasta com os saldos positivos obtidos pela categoria nos meses anteriores: R$ 5,1 bilhões em setembro e R$ 1,2 bilhões em outubro.

Já os fundos de ações registraram resgates líquidos de R$ 1,2 bilhão e os multimercados, de R$ 694,7 milhões. Entre os fundos de ações, os do tipo livre (que não seguem uma estratégia específica) lideraram as retiradas em novembro, com saídas de R$ 2,3 bilhões. Já no grupo dos multimercados, as maiores perdas foram registradas pelos fundos macro (que realizam operações em diversas classes de ativos com base nos cenários macroeconômicos), com resgates líquidos de R$ 1,6 bilhão.

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“Apesar de a Selic permanecer no maior patamar em mais de uma década, o Ibovespa avançou cerca de 6% em novembro e já acumula um ganho de mais de 30% no ano, o que reforça a importância de o investidor ter uma alocação diversificada. Diante desse cenário e da expectativa de queda dos juros no próximo ano, os resgates nos fundos de ações e multimercados estão mais contidos”, disse Pedro Rudge, diretor da Anbima, em nota.

Na ponta positiva, os ETFs lideraram a captação líquida, com entradas de R$ 5,1 bilhões, sendo R$ 2 bilhões em ETFs de renda fixa e R$ 3 bilhões em ETFs de renda variável. Os fundos de investimento em participações (FIPs) também apresentaram resultado positivo, somando R$ 1 bilhão.

Já os fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs) registraram resgates líquidos de R$ 3,6 bilhões. Esse movimento, porém, foi concentrado, segundo a Anbima: um único fundo teve saída de R$ 5,5 bilhões. Excluindo esse caso específico, a captação líquida dos FIDCs seria positiva em R$ 1,4 bilhão.

Rentabilidade

Entre os fundos de ações, os do tipo FMP-FGTS, que permitem que trabalhadores usem parte do saldo do FGTS para investir em ações de empresas estatais em privatização, lideraram a rentabilidade em novembro, com retorno de 8,95%. Também se destacaram os fundos de ações setoriais, com rentabilidade de 7,30%, e os indexados (que replicam indicadores de referência do mercado de renda variável), com 6,39%.

Nos multimercados, o destaque foi para os fundos long/short direcional (que operam ativos e derivativos ligados à renda variável, montando posições compradas e vendidas), que registraram ganhos de 2,48% no mês. Também tiveram bom desempenho os fundos do tipo capital protegido (que preservam parcial ou totalmente o valor principal investido) e os dinâmicos (com política de alocação flexível), com rentabilidades de 1,65% e 1,24%, respectivamente.

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Na renda fixa, os fundos do tipo duração alta soberano, que investem 100% em títulos públicos federais do Brasil, apresentaram a melhor performance da categoria, com retorno de 1,28%.

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