• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Telefônica Brasil (VIVT3) supera estimativas no 4T25 e forte geração de caixa anima o mercado; o que fazer com as ações?

Lucro e Ebitda vêm acima das projeções, móvel lidera crescimento e programa de recompra reforça sinalização ao investidor

Por Murilo Melo

23/02/2026 | 20:33 Atualização: 23/02/2026 | 21:08

Fachada de um prédio da Telefônica, em Barcelona, na Espanha, em outubro de 2018 (Foto: Reuters/Albert Gea)
Fachada de um prédio da Telefônica, em Barcelona, na Espanha, em outubro de 2018 (Foto: Reuters/Albert Gea)

Os analistas receberam bem o balanço do quarto trimestre de 2025 (4T25) da Telefônica Brasil (VIVT3), dona da Vivo, divulgado nesta segunda-feira (23), por indicar uma operação acima do que o mercado esperava e a continuidade do foco da empresa em serviços que geram mais receita.

Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Na prática, o balanço da Telefônica Brasil agradou porque mostrou uma Vivo que transforma crescimento em dinheiro no caixa. A companhia avançou no móvel, com o pós-pago liderando as vendas, manteve margens elevadas e ainda apertou os gastos com investimentos e arrendamentos. O resultado da Vivo no 4T25 foi um fluxo de caixa operacional mais de 30% maior em um ano. Ao mesmo tempo, fibra e serviços digitais seguem ganhando espaço no negócio. No pregão, a leitura positiva se refletiu nos preços. As ações da companhia subiram cerca de 3% no Ibovespa, após a divulgação dos números.

“O olhar do mercado melhora. No geral, já era positivo, mas melhora mais um pouco. O grande destaque é a fase atual como o melhor momento operacional da história da empresa. A gestão está focada em eficiências estruturais para sustentar margens, incluindo redução de custos de call center e aumento do uso de IA”, avalia Enrico Cozzolino, CEO da Zermatt Partners.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

A operadora fechou o 4T25 com lucro líquido de R$ 1,88 bilhão, crescimento de 6,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) somou R$ 6,70 bilhões, avanço de 8,1%. O mercado esperava lucro de R$ 1,73 bilhão e Ebitda de R$ 6,35 bilhões, segundo a média de estimativas da LSEG.

A receita líquida chegou a R$ 15,61 bilhões, alta de 7,1% na comparação anual. A empresa atribui o crescimento ao desempenho dos serviços pós-pagos, da fibra e dos serviços corporativos de dados, tecnologia da informação (TI) e digitais. Dentro desse conjunto, a receita de serviços móveis avançou 7%, para R$ 9,84 bilhões, enquanto a de serviços de rede fixa cresceu 5,4%, para R$ 4,43 bilhões.

Telefônica: Safra vê força no negócio; Citi e BBA adotam tom mais cauteloso

Para o Banco Safra, o trimestre da Telefônica Brasil confirma um momento operacional favorável. Os analistas da instituição financeira chamam atenção para a aceleração da receita de serviços de telecomunicações, que cresceu 7% em um ano, e para o Ebitda 8% maior, sustentado tanto pela expansão da receita quanto pelo controle de custos. Em relatório, o Safra diz que a queda de 3,9% na receita de pré-pago está ligada à migração dos clientes para planos de controle, ainda que em ritmo mais lento do que nos trimestres anteriores, apoiado por maior frequência de recargas.

Com o balanço financeiro em mãos, os estrategistas também veem resultados na estratégia de convergência da companhia. O pacote Vivo Total, que reúne serviços fixos e móveis, avançou 40,9% em base anual. No segmento corporativo, as receitas de dados, TI e serviços digitais cresceram 10,2%, reforçando o movimento de diversificação da empresa para além da conectividade tradicional. No resultado financeiro, a menor alíquota efetiva de impostos ajudou a compensar parcialmente o aumento das despesas financeiras, que quase dobraram e atingiram R$ 664 milhões.

No Citi, a leitura foi mais equilibrada. Os analistas afirmam que o Ebitda ficou em linha com as projeções, enquanto o fluxo de caixa livre destinado aos acionistas veio abaixo do esperado. Do lado operacional, o Citi avalia de forma positiva o crescimento de 9% da receita do pós-pago, com adição de 930 mil clientes e aumento da receita média por usuário. Assim como o Safra, o Citi também ficou de olho no avanço do Vivo Total e na adição de 197 mil clientes de fibra no trimestre. A ressalva fica para a pressão sobre a receita média da banda larga, que recuou 2% em um ano.

Publicidade

Para o BTG Pactual, os números vieram exatamente dentro do que o mercado esperava. A leitura do banco é de que o avanço do trimestre veio, principalmente, dos serviços móveis, enquanto a área de telefonia fixa teve um desempenho mais fraco e acabou segurando parte desse crescimento. Já o Itaú BBA classificou o balanço como neutro e dentro do que já estava no radar. Os analistas projetam que, a partir de agora, o mercado tende a olhar de perto para a capacidade de a empresa de gerar caixa e para o quanto ela ainda pode ampliar a distribuição de recursos aos acionistas em 2026.

Entre os pontos que decepcionaram, a telefonia fixa ficou abaixo do esperado, avalia Carol Sanchez, analista da Levante Inside Corp. A base de clientes de fibra, diz ela, continua crescendo, mas a receita média por usuário (Arpu) segue em queda, sinal de que a concorrência ainda pressiona os preços no segmento. “O desafio continua sendo monetizar melhor essa expansão da fibra e manter o equilíbrio entre crescimento de base e rentabilidade”, diz.

“A telefonia fixa segue sendo o calcanhar de Aquiles silencioso. O crescimento da receita foi impulsionado pela MSR [Mobile Service Revenue, ou receita de serviços móveis], mas parcialmente compensado por um desempenho mais fraco em telefonia fixa, uma linha que não para de encolher e que exige cada vez mais compensação via fibra e B2B [business to business, serviços voltados a empresas], completa Alexandre Abu-Jamra, CEO da Klooks.

O que esperar do 1T26 e a recomendação dos analistas

Para Abu-Jamra, o primeiro trimestre deste ano (1T26 da Telefônica Brasil) tende a ser naturalmente mais fraco por causa da sazonalidade. Ele afirma que a questão não é se a Vivo vai desacelerar – isso é esperado – mas se a base de clientes convergentes já está grande e madura o suficiente para reduzir o impacto dessa queda.

“Os dois sinais que mais importam: primeiro, o guidance de capex para 2026, porque a queda de 4% no capex deste trimestre pode significar maturidade da infraestrutura ou postergação de investimento, e essa distinção importa muito. Segundo, qualquer comentário sobre M&A [fusões e aquisições] em fibra. A Vivo desistiu da Desktop no 3T25, mas reafirmou apetite por aquisições complementares. Se uma nova operação aparecer, muda toda a dinâmica de alocação de capital”, explica.

Publicidade

Um destaque que chamou atenção entre os analistas foi o novo programa de recompra de ações da Telefônica, de até R$ 1 bilhão e válido até fevereiro de 2027. O Citi vê a recompra como um sinal positivo natural, enquanto o Safra avalia que reforça o compromisso da companhia com o retorno ao investidor.

O Safra mantém recomendação de compra para as ações da Telefônica, com preço-alvo de R$ 42 para os próximos 12 meses, um potencial de alta de 3,19% em relação ao fechamento anterior, apoiado na posição competitiva da empresa, na geração de caixa e nos dividendos atrativos. A recomendação do Citi segue neutra, com preço-alvo de R$ 34. O Itaú BBA, por sua vez, tem recomendação market peform, ou seja, projeta que a ação deve ter um desempenho em linha com o mercado. O preço-alvo do BBA é R$ 35,50.

“Quem compra hoje está pagando um prêmio em cima de um papel que subiu 24% no ano. O dividend yield projetado cai para a faixa de 6,4%, não mais os 8% que eram a tese original há seis meses. O papel ainda é bom, mas está deixando de ser ‘barato com dividendo gordo’ para se tornar ‘justo com dividendo decente’. São investimentos diferentes, para perfis de risco diferentes”, analisa Abu-Jamra.

“De modo geral, seguimos construtivos com a tese, visto que a Telefônica Vivo continua mostrando previsibilidade, geração de caixa forte e um perfil mais defensivo dentro da bolsa, com boa distribuição de dividendos. É uma empresa que segue bem posicionada no setor e com fundamentos sólidos”, pontua Sanchez.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • balanço 4T25
  • Conteúdo E-Investidor
  • resultados trimestrais
  • telecomunicação
  • telefonica
  • vivo
Cotações
02/03/2026 8h36 (delay 15min)
Câmbio
02/03/2026 8h36 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Geração Z impulsiona volta do vinil e dos livros físicos, e isso pesa no bolso dos pais

  • 2

    Como a guerra entre os EUA, Israel e o Irã pode afetar bolsa, dólar e petróleo; ouro e prata sobem quase 3%

  • 3

    Pix em 2026: aproximação, pagamentos automáticos e novas regras moldam o futuro

  • 4

    IR 2026: nova lógica tributária coloca imóveis e sucessão no centro do debate; o que muda?

  • 5

    Do ouro à inteligência artificial: descubra os ETFs recomendados pela XP para 2026

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o IPVA de São Paulo 2026: datas de vencimentos da terceira parcela já estão liberadas
Logo E-Investidor
IPVA de São Paulo 2026: datas de vencimentos da terceira parcela já estão liberadas
Imagem principal sobre o Gás do Povo: como consultar a situação do vale de recarga pelo App Meu Social
Logo E-Investidor
Gás do Povo: como consultar a situação do vale de recarga pelo App Meu Social
Imagem principal sobre o Bolsa Família libera calendário de março de 2026; veja as datas
Logo E-Investidor
Bolsa Família libera calendário de março de 2026; veja as datas
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que é a omissão de rendimentos dos dependentes?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que é a omissão de rendimentos dos dependentes?
Imagem principal sobre o Moradores de Juiz de Fora (MG) podem solicitar o saque calamidade do FGTS, após fortes chuvas
Logo E-Investidor
Moradores de Juiz de Fora (MG) podem solicitar o saque calamidade do FGTS, após fortes chuvas
Imagem principal sobre o Chuvas intensas: saque calamidade do FGTS é liberado para moradores de Minas Gerais
Logo E-Investidor
Chuvas intensas: saque calamidade do FGTS é liberado para moradores de Minas Gerais
Imagem principal sobre o Gás do Povo: como saber quais são os locais de revenda credenciados?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: como saber quais são os locais de revenda credenciados?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual grupo recebe o auxílio hoje (27)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual grupo recebe o auxílio hoje (27)?
Últimas: Investimentos
FGC deveria analisar risco de cada instituição antes de garantir novas captações, diz ex-diretor do BC
Investimentos
FGC deveria analisar risco de cada instituição antes de garantir novas captações, diz ex-diretor do BC

Sérgio Werlang diz que a garantia de até R$ 250 mil criou distorções e defende critérios objetivos para concessão do seguro

02/03/2026 | 03h00 | Por Daniel Rocha
Dólar perde status de refúgio e muda a lógica da diversificação global: ‘Não é apostar na moeda, é investir em ativos’
Investimentos
Dólar perde status de refúgio e muda a lógica da diversificação global: ‘Não é apostar na moeda, é investir em ativos’

Após pior desempenho em décadas e queda frente ao real, moeda americana deixa de ser consenso; especialista defende foco em ativos globais e alternativos

27/02/2026 | 18h06 | Por Isabela Ortiz
Do ouro à inteligência artificial: descubra os ETFs recomendados pela XP para 2026
Investimentos
Do ouro à inteligência artificial: descubra os ETFs recomendados pela XP para 2026

Relatório organiza carteiras de ETFs para este ano combinando proteção, renda e temas estruturais em meio a tensões geopolíticas, juros altos e rotação de fluxos globais

27/02/2026 | 08h53 | Por Isabela Ortiz
Banco do Brasil: 8 sinais por trás da alta de 25% e 11 alertas no radar do investidor
Investimentos
Banco do Brasil: 8 sinais por trás da alta de 25% e 11 alertas no radar do investidor

Alta recente contrasta com lucro pressionado, inadimplência no agro e ROE abaixo dos pares; o 1T26 pode definir se o rali se sustenta

27/02/2026 | 05h30 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador