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Comportamento

Leilões e usinas solares: por que os ricos estão investindo nesses ativos?

Juros elevados e instabilidade econômica mundial estão fazendo com que investidores fujam do mercado financeiro e apostem em outros ativos

Por Ana Ayub

25/02/2026 | 19:13 Atualização: 25/02/2026 | 19:39

Leilões imobiliários e usinas solares são os novos ativos que os investidores estão aplicando, veja o motivo. (Imagem: Adobe Stock)
Leilões imobiliários e usinas solares são os novos ativos que os investidores estão aplicando, veja o motivo. (Imagem: Adobe Stock)

Será que o mercado financeiro ainda é boa opção? Em um cenário de juros elevados, instabilidade econômica global e maior atenção à preservação patrimonial, investidores de alta renda têm procurado outras alternativas para suas aplicações. As incertezas inflacionárias e volatilidade nas grandes economias geram um movimento de fuga para a qualidade (flight to quality).

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Nesse movimento, investidores com grandes fortunas passam a escolher ativos que vão além dos mercados tradicionais: preferem aqueles que possuem maior proximidade com a economia real e que vêm ganhando destaque nos últimos anos, como imóveis adquiridos em leilões e investimentos diretos em usinas solares.

“Quem tem um patrimônio maior e o perfil mais arrojado quer gerar uma rentabilidade maior ao fazer o investimento direto, como as usinas solares e os imóveis de leilão. Eles buscam mais controle e ativos que façam sentido no longo prazo, inclusive do ponto de vista sucessório”, explica o especialista em finanças Arthur Lemos, CEO e sócio-fundador da Empreender Dinheiro.

Leilões imobiliários

A aquisição de casas e apartamentos próprios é o sonho de todo brasileiro, mas, além da questão cultural, leilões imobiliários passaram a integrar estratégias patrimoniais estruturadas que ajudam a garantir um imóvel bem abaixo do valor de mercado.

Esses leilões podem oferecer imóveis com descontos significativos através de modalidades judiciais, originados por processos judiciais (dívidas trabalhistas, condomínio, IPTU), ou extrajudiciais, realizados por bancos quando ocorre alguma inadimplência com financiamentos.

“O grande atrativo do leilão é o desconto na origem. Comprar um imóvel que foi tomado pela instituição bancária com 30%, 40% e até 50% abaixo do valor de mercado, cria uma margem de segurança que praticamente não existe em outras modalidades de investimento”, afirma Lemos.

Além do potencial de valorização, imóveis adquiridos em leilão oferecem proteção contra inflação, geração de renda recorrente e, quando bem planejados, eficiência tributária. Por isso, são comuns em estratégias de investidores que pensam em diversificação e sucessão patrimonial.

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Porém, em leilão judicial, o processo para adquirir o novo bem pode demorar de 3 a 9 meses, em função da necessidade de regularizar a documentação do imóvel. Além disso, as dívidas ocultas, a desocupação não respeitada pelo antigo inquilino e as condições físicas e estéticas do bem podem dar dor de cabeça para quem nunca lidou com imóveis antes.

Usinas Solares

Outro movimento crescente entre grandes investidores é a alocação em usinas solares, especialmente em modelos de geração distribuída. O ativo combina características raras no mercado, como contratos de longo prazo, previsibilidade de receita e alinhamento com ESG (sigla em inglês para Ambiental, Social e Governança).

Essa forma de investimento pode ser comparada à aquisição de um imóvel para locação – porém, ao invés de receber aluguel, o investidor passa a obter receita a partir da geração e compensação de energia elétrica.

Na prática, o capital é direcionado para a construção da usina ou para a compra de participação em um projeto já estruturado, cuja energia produzida é utilizada para abater a conta de luz de empresas e consumidores finais por meio de contratos de longo prazo, garantindo previsibilidade de receita.

“Estamos falando de um ativo real, com fluxo de caixa recorrente e contratos que podem durar de 10 a 20 anos. Isso traz um nível de previsibilidade que poucos investimentos conseguem oferecer hoje”, explica Arthur.

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O valor necessário para investir em uma usina solar varia conforme o modelo de preferência adotado. Participações ou cotas em projetos de geração distribuída costumam exigir aportes iniciais que variam de R$ 100 mil a R$ 300 mil, dependendo da estrutura jurídica e das características do empreendimento.

Já investimentos em usinas próprias ou com participação majoritária demandam volumes mais elevados, geralmente a partir de R$ 1 milhão, podendo ultrapassar R$ 5 milhões conforme a capacidade.

Em termos de rentabilidade, o objetivo da usina é ter um patrimônio de longo prazo e ter receita recorrente entre 1,6 e 2% por mês, ou 19% e 24% por ano do valor investido, com geração de caixa mensal previsível e prazo de retorno (payback) que costuma variar entre cinco e seis anos.

Tanto leilões quanto usinas solares exigem análise técnica, planejamento jurídico e visão patrimonial integrada. É por isso que esses ativos costumam aparecer com mais frequência nos portfólios de investidores mais arrojados.

“A melhor parte desse tipo de investimento é a possibilidade de gerar uma rentabilidade maior, já que ele elimina “intermediários” no processo. Isso aumenta o potencial retorno para o investidor, pois sobra mais margem na operação”, conclui o CEO da Empreender Dinheiro.

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