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Goldman Sachs rebaixa recomendação da Hapvida (HAPV3) para neutro; veja novo preço-alvo

A decisão do banco ocorre após uma forte decepção nos resultados do quarto trimestre de 2025 da companhia

Por Luísa Laval

27/03/2026 | 15:39 Atualização: 27/03/2026 | 15:39

Goldman Sachs rebaixou recomendação e preço-alvo da Hapvida (HAPV3); vaja os motivos. (Imagem: Adobe Stock)
Goldman Sachs rebaixou recomendação e preço-alvo da Hapvida (HAPV3); vaja os motivos. (Imagem: Adobe Stock)

O Goldman Sachs rebaixou a recomendação das ações da Hapvida (HAPV3) de Compra para Neutro e reduziu o preço-alvo de R$ 18 para R$ 11, o que implica um potencial de valorização de cerca de 10,7% em relação ao último fechamento.

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Segundo o banco, a decisão ocorre após uma forte decepção nos resultados do quarto trimestre de 2025, que elevou as preocupações com a rentabilidade e, principalmente, com a geração de caixa da companhia em 2026. Mesmo com alta de cerca de 22% das ações no período recente, acima do Ibovespa (+2%), o analista Gustavo Miele avalia que o desempenho não reflete o aumento das incertezas sobre alavancagem e lucros.

Entre os principais pontos de preocupação está a piora na perspectiva de fluxo de caixa livre para o acionista (FCFE), agora estimado em consumo de R$ 358 milhões em 2026, ante projeção anterior positiva. A revisão reflete margens mais pressionadas, despesas financeiras elevadas e consumo relevante de caixa com capex (investimentos) e contingências judiciais.

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O Goldman também reduziu significativamente suas estimativas de lucro líquido ajustado para 2026 em 84%, para R$ 120 milhões. A revisão incorpora uma expectativa mais conservadora para a margem Ebitda (sigla em inglês para Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização), agora projetada em 7,4% (ante 10,2% antes), impactada por maior sinistralidade (MLR), custos elevados e despesas com contingências ainda pressionadas.

Além disso, o banco revisou para baixo suas projeções de crescimento da base de beneficiários, passando a estimar queda líquida de 156 mil vidas em 2026, refletindo um ambiente competitivo mais acirrado, especialmente na região Sudeste, com destaque para São Paulo.

Apesar do cenário mais desafiador, o Goldman ressalta que não vê risco relevante de solvência ou de quebra de covenants no curto prazo, dado o nível de caixa da companhia e o perfil de amortização da dívida. Ainda assim, a visibilidade limitada sobre a recuperação das margens e da geração de caixa leva o banco a adotar uma postura mais cautelosa com o papel.

Como potenciais gatilhos positivos, o banco cita a possibilidade de venda de ativos não essenciais para redução mais rápida da alavancagem, melhora mais rápida das margens com diluição de custos médicos e eventual normalização das despesas judiciais.

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*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast

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