Antes da proposta, durante o fim de semana, Donald Trump, ameaçou destruir todas as usinas elétricas do Irã caso Teerã não reabra o Estreito de Ormuz até a noite de terça-feira (7). Ou seja, os investidores seguem à espera de um desfecho para o conflito e qualquer novidade pode influenciar os mercados na sessão de hoje, assim como tem sido nos últimos dias.
Às 10h50 (de Brasília), o barril do petróleo WTI para maio subia 0,75% na Nymex, a US$ 112,37, enquanto o do Brent para junho avançava 0,12% na ICE, a US$ 109,18.
Agenda americana
As Bolsas de Nova York operam perto da estabilidade na madrugada desta segunda, acompanhando o comportamento do petróleo, enquanto operadores seguem monitorando os desdobramentos do conflito.
A agenda desta semana inclui dois dados importantes de inflação dos EUA, os Gastos com Consumo Pessoal (PCE) e o Índice de Preços ao Consumidor (CPI), que poderão mostrar os efeitos da crise energética.
Às 10h50 (de Brasília), o Dow Jones caía 0,14%, enquanto o S&P 500 avançava 0,17% e o Nasdaq subia 0,60%.
Treasuries sobem e dólar perde força
Os rendimentos dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo americano, os Treasuries, têm reação positiva à possível proposta de cessar-fogo e iniciam a semana em alta.
Às 10h50 (de Brasília), o juro da T-note de 2 anos avançava 0,21%, o da T-note de 10 anos recuava 0,14% e o do T-bond de 30 anos caía 0,02%.
No câmbio, o dólar opera perto da estabilidade em relação a outras moedas de economias desenvolvidas nesta segunda-feira, enquanto operadores seguem monitorando desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o comportamento do petróleo.
Às 10h50 (de Brasília), o euro subia a US$ 1,155, a libra avançava a US$ 1,325, e o dólar caía a 159,50 ienes. Já o índice DXY do dólar — que acompanha as flutuações da moeda americana em relação a outras seis divisas relevantes — tinha baixa de 0,15%, a 99,88 pontos.
Com informações da BroadCast