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Mercado

Petróleo passa de US$ 110 com ultimato dos EUA ao Irã — e ameaça em Ormuz domina o mercado

Escalada reduz chance de acordo e sustenta prêmio geopolítico; pico do dia levou WTI a US$ 117

Por Igor Markevich

07/04/2026 | 10:43 Atualização: 07/04/2026 | 17:18

Ameaças Trump para reabertura de Ormuz elevaram a tensão. (Lisa Cook - Adobe Stock)
Ameaças Trump para reabertura de Ormuz elevaram a tensão. (Lisa Cook - Adobe Stock)

O petróleo fechou esta terça-feira (7) acima de US$ 110, após um pregão de forte volatilidade marcado pelo ultimato dos Estados Unidos ao Irã. O prazo imposto por Donald Trump para um acordo envolvendo a reabertura do Estreito de Ormuz aumentou a tensão geopolítica e levou o mercado a reduzir as apostas em um cessar-fogo no curto prazo.

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Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para maio fechou em alta de 0,48% (US$ 0,54), a US$ 112,95 o barril. Já o Brent para junho recuou 0,45% (US$ 0,50), a US$ 109,27 o barril, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE). O movimento refletiu a combinação entre incerteza diplomática e risco crescente de interrupções na oferta global..

Ao longo do dia, a commodity oscilou com força à medida que avançavam — e recuavam — os sinais sobre as negociações entre Washington e Teerã. No pico da sessão, o WTI chegou a US$ 117 e o Brent a US$ 111, antes de perderem fôlego.

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Segundo o New York Times, o Irã interrompeu as negociações com os Estados Unidos e informou ao Paquistão que não participará mais de conversas sobre um cessar-fogo — movimento que reforçou a leitura de escalada e ajudou a sustentar o prêmio de risco no mercado.

Alta do petróleo impulsiona petroleiras na B3

Na esteira do petróleo, as ações de petroleiras exibiram desempenho misto na B3. Às 17h (de Brasília), a Petrobras (PETR3; PETR4) apresenta perdas moderadas, com a ordinária caindo 0,37%, a R$ 53,51, e a preferencial cedendo 0,57%, a R$ 48,66. A Prio (PRIO3), em outra, em outra direção, sobe 1,53%, a R$ 68,33. Já a PetroReconcavo (RECV3) avança 1,66%, a R$ 14,12, enquanto a Brava Energia (BRAV3) sobe 0,57%, a R$ 21,22, em um pregão de realização mais acentuada.

A Petrobras segue no centro das atenções não apenas pela correlação com o petróleo, mas também pelo ruído em governança. A saída de Claudio Romeo Schlosser da diretoria de Logística, após críticas do presidente Lula ao leilão de GLP, elevou a percepção de interferência política entre analistas.

Em paralelo, a indicação de Guilherme Santos Mello para a presidência do conselho reforça o momento de transição na estatal, em um ambiente de maior escrutínio sobre sua política comercial.

Ultimato recoloca Ormuz no centro do mercado

O prazo imposto pela Casa Branca recolocou o Estreito de Ormuz no centro das atenções. A passagem concentra cerca de 20% do fluxo global de petróleo — e qualquer interrupção tem potencial imediato de choque na oferta.

Trump voltou a ameaçar ataques diretos à infraestrutura iraniana, incluindo ativos energéticos, caso não haja avanço nas negociações. Em publicação na Truth Social, afirmou que “uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada”, ao se referir ao prazo final.

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Em publicação na rede Truth Social, o presidente dos Estados Unidos afirmou que “uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada”, em referência ao prazo final. Segundo ele, o desfecho pode marcar “um dos momentos mais importantes da longa e complexa história do mundo”.

A retórica reforçou a leitura de que o conflito caminha para um ponto de inflexão, reduzindo o espaço para uma solução diplomática no curtíssimo prazo.

Do lado iraniano, a Guarda Revolucionária afirmou que poderá atingir instalações energéticas e ampliar o conflito para além da região, caso os Estados Unidos cruzem o que classificou como linhas vermelhas.

Apesar de iniciativas recentes de mediação, o mercado passou a trabalhar com uma probabilidade baixa de cessar-fogo no curto prazo. Plataformas de previsão indicam chances marginais de acordo nos próximos dias, com probabilidades ainda limitadas mesmo em horizontes mais longos.

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Relatos da mídia iraniana indicam ofensivas contra aeroportos, zonas industriais e áreas ligadas à cadeia energética no país, além de evacuações em polos petroquímicos relevantes, como na região de Mahshahr. O avanço militar ocorre em paralelo às negociações, o que fragiliza a perspectiva de descompressão.

Ásia avança com cautela

As Bolsas asiáticas fecharam em alta, ainda que com moderação. O movimento foi puxado por Taiwan e Coreia do Sul, enquanto Japão e China registraram ganhos mais contidos.

A leitura predominante na região é de cautela. O petróleo mais caro e a incerteza sobre o fluxo em Ormuz mantêm investidores atentos a possíveis disrupções nas cadeias de energia, o que já começa a influenciar decisões estratégicas de abastecimento.

Petróleo sustenta dólar e pressiona juros

Nos mercados globais, a alta da commodity sustentou o dólar e os rendimentos dos Treasuries, ao mesmo tempo em que pressionou bolsas internacionais. O movimento reflete tanto o impacto inflacionário esperado quanto a busca por proteção.

Dirigentes do Federal Reserve já admitem que a guerra pode adicionar pressão relevante à inflação nos Estados Unidos, inclusive sobre o núcleo, em um ambiente já tensionado por tarifas.

No Brasil, o efeito é duplo. De um lado, reforça receitas e margens de exportadoras de petróleo. De outro, encarece combustíveis, pressiona o IPCA — sobretudo via diesel e logística — e reduz o espaço para flexibilização monetária no curto prazo.

Incerteza sobre comando no Irã acirra cenário

A instabilidade ganha novos contornos com informações sobre a liderança iraniana. Relatos da imprensa internacional indicam que o líder supremo Mojtaba Khamenei estaria incapacitado por problemas de saúde, o que aumenta as incertezas sobre a cadeia de comando no país e reforça a percepção de imprevisibilidade no conflito.

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Ao mesmo tempo, autoridades americanas mantêm o discurso de que ainda há espaço para avanço diplomático até o prazo final, embora o mercado, na prática, já opere com um cenário mais adverso.

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