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No exterior, o dia foi marcado por desempenho misto dos mercados, com avanço das bolsas americanas e recuo dos principais índices europeus. O petróleo voltou ao centro das atenções e apresentou forte volatilidade ao longo do dia, com o contrato do Brent chegando a avançar mais de 4% nos momentos de maior incerteza, antes de reduzir os ganhos e fechar com alta de pouco mais de 1%. O movimento refletiu ajustes diante de sinais de negociação que ajudaram a aliviar parte das tensões geopolíticas.
Nos Estados Unidos, os investidores também reagiram à terceira leitura do Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre, que foi novamente revisada para baixo, enquanto dados de inflação medidos pelo núcleo do PCE (Despesas de Consumo Pessoal) indicaram manutenção das pressões inflacionárias, que devem manter o Federal Reserve (banco central americano) em postura cautelosa.
No Brasil, a melhora gradual do humor externo ao longo do pregão deu sustentação a uma alta mais firme do Ibovespa no fechamento. O índice renovou máxima histórica novamente, ao avançar 1,52%, aos 195.129 pontos, impulsionado principalmente por Petrobras e demais ações ligadas ao petróleo, em um pregão marcado por forte giro financeiro, da ordem de R$ 37 bilhões.
No câmbio, o dólar recuou 0,77% frente ao real, encerrando cotado a R$ 5,06, refletindo a fraqueza global da moeda americana e um ambiente externo mais favorável aos ativos domésticos. Já os juros futuros fecharam em queda nos principais vencimentos, estendendo o movimento observado na sessão anterior.
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