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Alívio externo sustenta recuperação dos ativos locais com encontro promissor entre EUA e China

Após recente volatilidade, Ibovespa acompanha cenário externo e ensaia recuperação com suporte de fluxo internacional e ajustes técnicos

No exterior, os mercados ensaiam um movimento mais construtivo, apoiados por uma comunicação mais amistosa entre Estados Unidos e China, o que ajuda a reduzir, ao menos temporariamente, as preocupações com tensões geopolíticas.

Esse ambiente favorece o desempenho das Bolsas globais, especialmente o setor de tecnologia, enquanto os rendimentos dos Treasuries (títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano) recuam após semanas pressionados.

O dólar mostra comportamento mais estável frente a outras moedas, refletindo esse maior apetite por risco, ainda que o petróleo siga em patamar elevado, limitando movimentos mais intensos e mantendo certa cautela entre os investidores.

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No Brasil, o cenário acompanha a melhora externa e impulsiona uma recuperação dos ativos após a volatilidade recente. O Ibovespa avança, com suporte de aparente fluxo internacional e ajustes técnicos, enquanto os juros futuros cedem ao longo da curva.

No câmbio, o dólar recua frente ao real, devolvendo parte da alta da véspera, em um movimento de correção. Ainda assim, o ambiente doméstico segue demandando atenção, mantendo prêmios de risco elevados e limitando um fechamento mais intenso da curva de juros.

Na carteira do Ibovespa, o foco permanece na temporada de resultados, que gera movimentos bastante dispersos entre setores. Empresas ligadas a commodities mostram desempenho misto, com a CSN (CSNA3) reagindo à melhora operacional no trimestre, enquanto a Vale (VALE3) recua em linha com o minério que encerrou próximo da estabilidade em Dalian essa madrugada.

No setor financeiro, os bancos avançam em ajuste após quedas recentes, inclusive Banco do Brasil (BBAS3) mesmo depois da divulgação de números fracos. Por volta das 14h40 (de Brasília), o Ibovespa subia 1,20% aos 179.225 pontos, enquanto o dólar recuava 0,34% frente ao real, cotado a R$ 4,9835.

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