Bitcoin sobe e se aproxima dos US$ 82 mil com avanço na regulamentação de ativos digitais nos EUA
Para a Binance, o avanço do “Clarity Act” em Comitê no Senado americano reforça a consolidação regulatória mais clara e competitiva para as criptomoedas no país
Bitcoin reage positivamente com a aprovação da "Clarity Act" e novos passos para a regulamentação da cripto nos EUA. (Imagem: Adobe Stock)
O bitcoin avança fortemente na tarde desta quinta-feira (14), retomando a faixa de US$ 81 mil, após a aprovação do “Clarity Act” em Comitê no Senado dos Estados Unidos. O mercado acompanha, ainda, o encontro entre os líderes Donald Trump e Xi Jinping, em Pequim.
Por volta das 16h27 (de Brasília), o bitcoin subia 2,47%, a US$ 81.442,88, enquanto o ethereum avançava 2,07%, a US$ 2.300,25, de acordo com a plataforma Binance.
Ainda durante a manhã, a principal criptomoeda se recuperou da queda abaixo do patamar de US$ 80 mil registrada ontem após aos dados do Índice de Preços ao Produtor (PPI) dos EUA. À medida que o mercado de ações “assimilou rapidamente” a notícia negativa sobre a inflação, a confiança dos compradores de criptomoedas também foi reforçada, de acordo com o FxPro.
Já durante a tarde, o bitcoin registrou outro impulso após a aprovação do “Clarity Act” em comitê. O projeto, que busca regular o mercado de criptomoedas no país e incentivar a adoção institucional dos ativos digitais, recebeu apoio bipartidário no Senado.
Para o líder global de políticas da Binance, Steven McWhirter, o avanço do projeto reforça a consolidação de uma estrutura regulatória mais clara e competitiva para os ativos virtuais nos EUA.
“Uma legislação de estrutura de mercado bem elaborada será fundamental para garantir que os EUA permaneçam como um dos principais mercados de capitais e polos de inovação globais […] acreditamos que um arcabouço regulatório mais consolidado pode apoiar mercados financeiros digitais cada vez mais interoperáveis, resilientes e confiáveis”, afirma.
Enquanto isso, em Pequim, Trump e Xi discutiram a cooperação econômica entre os EUA e a China — incluindo a possibilidade de remoção de tarifas de alguns setores —, além de avanços nas negociações para o fim da guerra no Oriente Médio.