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Mercado

Resultados da Stone (STOC31) no 1T26 não animam mercado; Safra, XP e Citi avaliam

O balanço foi ligeiramente acima do esperado pelo Safra e XP, enquanto o Citi, rebaixou recomendação

Por Giovana Pintan

15/05/2026 | 14:10 Atualização: 15/05/2026 | 14:10

Foto: Divulgação / Stone
Foto: Divulgação / Stone

A StoneCo (STOC31) divulgou seus resultados referentes ao primeiro trimestre de 2026 (1T26). Apesar de crescimento na base anual da receita e do lucro, a companhia sofreu pressão e desaceleração na rentabilidade. O Safra, a XP e o Citi avaliaram o balanço da companhia.

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Safra: desafios operacionais seguem no radar

A Stone reportou resultados do primeiro trimestre de 2026 ligeiramente acima das estimativas do Safra e do consenso de mercado, mas os desafios relacionados à inadimplência, churn (cancelamento) e monetização seguem pressionando a percepção sobre a companhia no curto prazo. O banco manteve recomendação neutra para as ações da empresa.

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Segundo os analistas Daniel Vaz e Rafael Nobre, o lucro líquido ajustado somou R$ 549 milhões no trimestre, alta de 4% na comparação anual e cerca de 2% acima das projeções do Safra. O retorno sobre patrimônio líquido (ROE) ficou em 18,6%.

A receita líquida totalizou R$ 3,58 bilhões, avanço de 7% em relação ao mesmo período do ano anterior e em linha com as expectativas. O Safra destacou que o volume total processado de pagamentos (TPV) desacelerou menos do que o esperado, enquanto o Pix foi o principal destaque operacional, com crescimento de 37% na comparação anual.

Por outro lado, os indicadores de crédito vieram mais pressionados. A inadimplência acima de 90 dias subiu para 7%, ante 5,2% no trimestre anterior, enquanto o custo de risco avançou para 21,9%, movimento explicado pela expansão da carteira de crédito, deterioração do sistema financeiro e casos específicos de clientes de maior porte.

“Ainda que as tendências de TPV tenham vindo melhores do que o temido, churn, deterioração de ARPACs e qualidade dos ativos continuam sendo fonte de preocupação”, afirmaram os analistas.

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A carteira de capital de giro cresceu 122% em relação ao ano anterior, para R$ 2,86 bilhões, enquanto a carteira de cartões avançou 126%, para R$ 364 milhões.

Durante a teleconferência, a administração afirmou que a deterioração observada no custo de risco ficou acima do previsto inicialmente, mas destacou expectativa de estabilização ao longo do ano e manutenção da companhia na faixa inferior do guidance de lucro bruto.

O Safra reiterou recomendação neutra para Stone, com preço-alvo de US$ 16,00, o que representa potencial de valorização de aproximadamente 65% em relação ao preço atual de US$ 9,70.

XP: ponto atenção é a qualidade de crédito

A XP avaliou como modestamente acima do esperado o resultado do primeiro trimestre de 2026 da Stone, mas destacou que o resultado não altera a narrativa operacional mais ampla da companhia. Os analistas Bernardo Guttmann, Matheus Guimarães e Guilherme Meneghetti apontam a deterioração da qualidade de crédito como o principal fator que limita a visibilidade da tese de investimento.

A receita total atingiu R$ 3,6 bilhões no trimestre, alta de 6% na comparação anual e cerca de 3% acima da estimativa da XP. O lucro líquido recorrente foi de R$ 538 milhões, alta de 5% ao ano, também acima das projeções do banco e do consenso, beneficiado por despesas operacionais menores e dinâmica ainda resiliente de receitas financeiras.

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Os analistas destacam como pontos positivos a melhora nas condições de captação e o retorno de capital após o anúncio de dividendo extraordinário. No lado negativo, a atividade de pagamentos segue fraca, com o volume total de pagamentos em cartões (TPV) pressionado, enquanto os segmentos de Banking e Crédito têm compensado a dinâmica mais fraca da adquirência.

O ponto de maior atenção é a qualidade de crédito. A inadimplência (NPL) voltou a subir no trimestre, assim como o custo de risco, com piora especialmente nas safras mais recentes e na carteira dedicada. “Esperamos que a vertical de serviços financeiros contribua menos no curto prazo, diante das pressões de qualidade de ativos, o que pode continuar pesando sobre a atratividade da tese”, escrevem os analistas.

Citi rebaixou a recomendação das ações

O Citi rebaixou a recomendação para as ações da Stone de compra para neutra e cortou o preço-alvo de US$ 18 para US$ 11, o que representa um potencial de alta de 13,40% em relação ao fechamento do papel ontem em Nova York. O banco também adicionou um alerta de risco de queda para os próximos 90 dias.

Para os analistas Gustavo Schroden, Arnon Shirazi e Brian Flores, as tendências recentes no setor de pagamentos indicam fragilidade para o modelo de negocio de adquirência independente, enquanto o suporte esperado do segmento de crédito pode ser mais limitado do que o previsto, considerando a evolução recente da qualidade dos ativos.

O Citi ressalta ainda que, embora o valor do ativo (valuation) atual possa parecer atraente, essa leitura pode se mostrar desafiadora ao longo do tempo, uma vez que vê questões subjacentes mais estruturais do que cíclicas.

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Assim, a combinação de vetores mais fracos de receita, incertezas sobre a qualidade da carteira e juros persistentemente elevados levou o banco a reduzir suas expectativas para a Stone. Os analistas reconhecem uma alocação de capital mais clara, mas avaliam que o próximo passo na operação de crédito pode ser mais difícil do que o esperado.

Em relação aos resultados do primeiro trimestre da companhia, o banco diz ver alguns sinais de alerta. A receita de atividades transacionais ficou abaixo do esperado, e, segundo o Citi, a empresa atribuiu o desempenho à otimização de preços.

A carteira de crédito acelerou 123% na comparação anual, principalmente em crédito semanal para comerciantes, com melhorias nos rendimentos, embora a qualidade dos ativos tenha sido a principal preocupação. O CoR (Índice de Risco) saltou para 22%, ante 10% no primeiro trimestre de 2025 e a inadimplência superior a 90 dias aumentou 1,8 ponto porcentual.

As despesas financeiras, por sua vez, vieram um pouco acima do que o esperado e foram o principal ponto positivo do balanço, na avaliação do banco, com crescimento de menos de 3% ante o último ano, indicando atenção à eficiência.

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Com informações do BroadCast.

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