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Colunista

Por que o bitcoin virou tema central nas eleições nos EUA

O candidato Donald Trump declarou publicamente que vai “colocar fim à guerra de Joe Biden contra cripto”

Por Fernando Szterling, head do Bipa Premium

10/09/2024 | 15:01 Atualização: 10/09/2024 | 16:14

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(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

O bitcoin é um dos assuntos mais importantes nas eleições americanas. Donald Trump declarou publicamente que vai “colocar fim à guerra de Joe Biden contra cripto” e criar uma reserva nacional de bitcoin, em seu discurso na Bitcoin Conference, em julho, o principal evento de bitcoin no mundo. Seu vice-presidente, J.D. Vance, investe no ativo. Vivek Ramaswamy, candidato das primárias republicanas e um dos principais membros da campanha do Trump, endossou expressamente o bitcoin. Finalmente, Robert F. Kennedy, que desistiu da eleição para apoiar Trump, leva vários anos defendendo o bitcoin.

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Leia mais: Preocupação global com a economia dos EUA contamina bitcoin, que cai 3,5% nesta quarta-feira

O tema tem importância central nas eleições americanas, que frequentemente são decididas por alguns milhares de votos em um país com mais de 330 milhões de pessoas. De acordo com pesquisa do Federal Reserve, 7% dos americanos têm alguma exposição a criptomoedas, com alta participação de jovens e minorias. Congressistas democratas têm aumentado cada vez mais suas declarações de apoio, incluindo senadores sênior como Chuck Schumer e Kirsten Gillibrand. Kamala Harris e seu programa oficial de governo ainda não se pronunciaram a respeito.

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No curto prazo, o único impacto garantido das eleições americanas sobre o bitcoin é a volatilidade. Tendo em vista o posicionamento de cada partido até a presente data, avanços de Trump nas pesquisas deveriam ser um fator positivo.  Pesquisas favoráveis a Kamala poderiam ter o efeito inverso. Bitcoin, em si, como tecnologia, é apartidário, e não se orienta nem à esquerda, nem à direita: ele atende a objetivos dos 2 lados na medida em que promove independência financeira individual, reduz a dependência de contas e serviços bancários, e tem grande presença especialmente entre minorias e excluídos do sistema financeiro.

Essa volatilidade explica a ansiedade dos investidores com o preço do bitcoin este ano. O ativo abriu o ano por volta de US$ 42.000, chegou a uma máxima histórica de quase US$ 74.000, e nas últimas semanas tem gravitado em volta de US$ 60.000. Até a eleição de 5 de novembro, a tendência de boa parte dos investidores é de comprar bitcoin quando o ativo se aproxima de US$ 50.000, e vender ao redor de US$ 70.000. Esse é o intervalo que tem sido observado nos últimos meses.

Leia mais: Veja o que esperar do bitcoin em setembro

Que candidato à presidência dos EUA poderia mudar a incerteza em torno do bitcoin?

A queda da máxima histórica do bitcoin está em linha com o desempenho da cripto em outros anos de eleições presidenciais americanas. O ativo atingiu uma correção de 15% dois meses antes da eleição de 2020, e quase 30% três meses antes da de 2016. Combinando a volatilidade eleitoral com a velocidade recorde do aumento dos juros do Federal Reserve, é na verdade notável a resiliência do bitcoin. Ao atingir nova máxima histórica ainda este ano, o bitcoin desmentiu várias previsões de que desapareceria, como por exemplo disse o Banco Central Europeu.

O que poderia mudar esse padrão de negociação? Declarações mais enfáticas da campanha de Kamala Harris a favor do bitcoin removeriam uma fonte significativa de incerteza, e poderiam causar uma apreciação imediata antes mesmo da eleição. O mesmo poderia acontecer caso Trump disparasse nas pesquisas e sua vitória se consolide como certa. De todo modo, a vitória de um candidato em 5 de novembro que adote uma política a favor do bitcoin poderia facilmente aumentar a faixa de negociação para o intervalo de US$ 80.000-US$ 100.000 ainda este ano.

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Leia mais: CME anuncia expansão de oferta de derivativos de criptomoedas; entenda

O melhor ainda pode estar por vir.  Os grandes bancos comerciais americanos ainda não são autorizados a oferecer bitcoin, algo que já é permitido no Brasil e em outros países. Nós na Bipa, por exemplo, temos acesso direto ao sistema financeiro nacional por meio de uma instituição de pagamento, oferecendo a nossos clientes uma conta em reais com fácil acesso a investimento em bitcoin. Quando, em 2025, Chase, Wells Fargo, Citi e outros bancos passarem a oferecer bitcoin diretamente aos seus clientes americanos, virá uma nova onda de adoção que poderia levar o ativo a mais de US$ 100.000.

*Fernando Szterling é head do Bipa Premium. O executivo tem mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro tradicional, com passagem por grandes instituições, como JP Morgan e Santander, onde atuou nas áreas de M&A e mercado de capitais, entre outras. Atualmente está à frente do Bipa Premium, segmento High Net Worth da companhia.

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