• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Devemos focar em uma previdência complementar mais sustentável

É preciso repensar questões sobre a segurança e longevidade do dinheiro que conseguimos acumular ao longo da vida

Por Carolina Volcov, sócia fundadora da Semeare Investimentos

26/09/2023 | 15:59 Atualização: 26/09/2023 | 15:59

Receba esta Coluna no seu e-mail
(Foto: Pixabay)
(Foto: Pixabay)

A previdência complementar representa hoje quase 30% do PIB nacional, o que corresponde a cerca de R$ 2,5 trilhões aplicados em um segmento que cresceu, em média, 25% nos últimos 10 anos. Deste montante, quase 90% estão aplicados em títulos públicos e demais títulos de renda fixa. O restante em renda variável, com maior percentual, imóveis e outros segmentos de aplicação.

Leia mais:
  • Meio ambiente: conheça o índice de sustentabilidade da Bolsa (ISE B3)
  • Entenda o que é e como funciona a previdência privada
  • Meio ambiente: confira a carteira de ações sustentáveis da B3
Cotações
25/01/2026 1h39 (delay 15min)
Câmbio
25/01/2026 1h39 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Dito isso, é possível perceber o potencial da previdência e o que ela pode provocar se, ao menos, uma pequena parte dos seus investimentos for destinada a ativos de impacto ESG.

Talvez por questões culturais ainda enraizadas, tais entidades ainda não observam que a rentabilidade e a sustentabilidade podem andar juntas. Existem inúmeras empresas de impacto socioambiental que precisam de acesso ao mercado financeiro, assim como ativos que tem um propósito, como os Títulos Sustentáveis, recém-criados pela Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda.

Publicidade

De acordo com o conceito do “Capitalismo Consciente” – desenvolvido por John Mackey, cofundador e CEO da Whole Foods Market, e Raj Sisodia, especialista em gestão e professor da Babson College – no mercado financeiro as empresas deveriam servir ao desenvolvimento da humanidade, com propósito de construir um mundo mais justo, gerando soluções lucrativas.

E aos investidores interessados, dividirem o seu lucro por meio de ações, onde os investidores são sócios de uma parcela da empresa, ou por meio de dívida, em que são seus credores e compram os títulos de crédito da empresa, os chamados créditos privados.

Esse conceito é convergente com metas ESG, mas ignorado na maioria das vezes em que as pessoas decidem por algum ativo financeiro. Como investidores, deveríamos considerar as soluções que as empresas oferecem. No entanto, a ansiedade trouxe o imediatismo e esse por si próprio tirou o olhar mais importante que deveríamos ter sobre o mercado financeiro.

Uma vez que obter rentabilidade é o mínimo esperado, as perguntas que deveríamos nos fazer são: será que o meu dinheiro investido está sendo aplicado numa empresa cuja solução ainda está aderente a evolução do seu mercado? Será que essas empresas/causas estão alinhadas aos meus valores pessoais e em prol de uma sociedade mais justa?

Publicidade

Será que essa empresa onde eu investi corre riscos regulatórios para atingir as novas e tão faladas metas globais de sustentabilidade, para que quando chegue a sua vez de cumpri-las não haja prejuízo para que se faça o ajuste? Será que é possível relacionar rentabilidade, valores pessoais e sociedade mais justa?

Tantos “serás” nos levam a repensar questões sobre a segurança e longevidade do dinheiro que conseguimos acumular ao longo da vida e a necessidade de olhar sem ansiedade e com mais atenção para as relações dos riscos versus retornos. Se o investidor está preocupado com a sobrevivência, consequentemente está preocupado com a longevidade do seu dinheiro para que esse dê conta dos anos de vida que lhe restarão.

Ou seja, para servir de amparo quando a vida laboral deixar de acumular os quinhões e o montante obtido até então passe a ser utilizado para cobrir os custos do padrão de vida conquistado ao longo dos anos.

Quando comparamos a relação previdência complementar com o PIB dos países desenvolvidos, fica muito claro a importância de olharmos essa questão com uma lupa. Segundo a Fenaprevi, nos países cujo sistema previdenciário complementar é mandatório ou com elementos que o tornam parcialmente mandatório, a poupança previdenciária supera o próprio PIB.

Publicidade

São os casos da Austrália, Holanda e Dinamarca. Em contrapartida, onde o regime é voluntário, a participação dos ativos em relação ao PIB é sempre inferior a 30%, como é o caso do Brasil, Itália e Alemanha.

A alocação dos ativos fornece outra informação relevante para as análises. Com base em dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Austrália, Holanda e Estados Unidos aplicam fortemente em renda variável, mais especificamente em ações. O que é esperado, uma vez que, em face da poupança previdenciária, o setor produtivo da economia recebe especial atenção, como é o caso sinalizado pelas aplicações em ações.

Nos países cujas previdências superam o PIB direcionam os seus ativos financeiros para títulos públicos, privados, ações e outros, para soluções e impacto, segundo a ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável), a tríplice “rentabilidade, sobrevivência e instituições” é eficiente para todos os stakeholders.

Sobre os títulos públicos devemos lembrar que a instituição governo emite dívida para cumprir sua responsabilidade com a nação do Welfare State – estado de bem-estar social – mensurado pelo índice de desenvolvimento humano ajustado à desigualdade (IDHAD) da nação.

Publicidade

Em julho deste ano, foi publicada a informação de que a Secretaria do Tesouro Nacional concedeu mandato condicional aos bancos Itaú BBA, J.P. Morgan e Santander para auxiliar sua equipe na emissão inaugural de títulos públicos soberanos sustentáveis, demonstrando que o governo está agindo de acordo com o Pacto Global da ONU, que nasceu para engajar empresas e organizações na adoção de dez princípios nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e anticorrupção.

A previdência complementar nasceu da longevidade. E a longevidade é um item importante no IDH. Não é à toa que ela vem crescendo significativamente nos últimos anos. Por essa razão, ela deveria ter tanta força quanto o seu nome (previdente), mas o brasileiro já passou por inúmeras crises, inclusive governamentais, para justificar a falta de engajamento. Comportamento que deve mudar paralelamente à evolução de nossas instituições e do nosso mercado no que tange à sustentabilidade.

* Carolina Volcov é sócia fundadora da Semeare Investimentos, primeiro escritório de agentes autônomos voltado a investimentos ESG.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Crédito privado
  • meio ambiente
  • Produto Interno Bruto (PIB)
  • Sustentabilidade
  • Títulos públicos

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Buffett e Bloomberg dão o mesmo conselho à Geração Z — e ele não é ganhar mais

  • 2

    Bancos e corretoras travam disputa por R$ 41 bi do FGC: veja as ofertas agressivas para clientes ressarcidos por CDBs do Master

  • 3

    FGC do Banco Master desencadeia corrida bilionária entre XP e BTG por realocação de CDBs

  • 4

    Dividendos de commodities em 2026: Vale, Petrobras e outras empresas cíclicas prometem retorno de até 16%; vale o risco?

  • 5

    BRB entra na disputa por dinheiro do FGC e oferece CDBs de 120% do CDI; entenda os riscos

Publicidade

Quer ler as Colunas de Espaço do Especialista em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Por que o Bolsa Família exige a frequência escolar de crianças?
Logo E-Investidor
Por que o Bolsa Família exige a frequência escolar de crianças?
Imagem principal sobre o Como o valor do IPTU em São Paulo é calculado?
Logo E-Investidor
Como o valor do IPTU em São Paulo é calculado?
Imagem principal sobre o Foi demitido em 2026? Entenda como fica o saque-aniversário do FGTS
Logo E-Investidor
Foi demitido em 2026? Entenda como fica o saque-aniversário do FGTS
Imagem principal sobre o Gás do Povo: o que é e como consultar a migração para a modalidade gratuita
Logo E-Investidor
Gás do Povo: o que é e como consultar a migração para a modalidade gratuita
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (23)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (23)?
Imagem principal sobre o 5 situações em que o saldo retido do FGTS pode ser liberado
Logo E-Investidor
5 situações em que o saldo retido do FGTS pode ser liberado
Imagem principal sobre o 4 formas para solicitar a aposentadoria para servidores públicos
Logo E-Investidor
4 formas para solicitar a aposentadoria para servidores públicos
Imagem principal sobre o Como fica a aposentadoria para professores que são servidores públicos federais em 2026?
Logo E-Investidor
Como fica a aposentadoria para professores que são servidores públicos federais em 2026?
Últimas: Colunas
Por que estamos cada vez mais vulneráveis ao golpe do amor
Ana Paula Hornos
Por que estamos cada vez mais vulneráveis ao golpe do amor

Talvez a pergunta mais honesta hoje não seja como identificar um golpista, mas porque estamos mais vulneráveis a ele

24/01/2026 | 07h14 | Por Ana Paula Hornos
Quando educação encontra cultura, o aprendizado ganha vida
Carol Paiffer
Quando educação encontra cultura, o aprendizado ganha vida

Empresas podem contribuir no processo de transformação pessoal e tornar o conhecimento parte da vida

23/01/2026 | 14h19 | Por Carol Paiffer
Guardem dinheiro: em breve, o brasileiro vai precisar se aposentar com 75 anos
Fabrizio Gueratto
Guardem dinheiro: em breve, o brasileiro vai precisar se aposentar com 75 anos

Previdência Social já consome mais de 12,3% do PIB e deve ultrapassar a barreira de R$ 1 trilhão anuais

22/01/2026 | 15h23 | Por Fabrizio Gueratto
Empresas da B3 voltam a valer R$ 5 trilhões e reacendem o debate sobre um novo ciclo no mercado brasileiro
Einar Rivero
Empresas da B3 voltam a valer R$ 5 trilhões e reacendem o debate sobre um novo ciclo no mercado brasileiro

Alta histórica do Ibovespa reflete reprecificação de ativos, fluxo estrangeiro e uma mudança gradual na percepção de risco sobre o Brasil

22/01/2026 | 11h00 | Por Einar Rivero

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador