O Brasil é um dos países mais empreendedores do mundo: segundo o Global Entrepreneurship Monitor, mais de 30% da população adulta está envolvida em algum tipo de atividade empreendedora. Isso revela nossa potência, mas também nossos desafios, já que muitos empreendem por necessidade e que a maioria nunca teve acesso à educação financeira. É por isso que acredito que o empreendedor brasileiro, quando bem apoiado, tem uma força transformadora sem precedentes.
Apoiar não significa apenas investir capital, mas também construir ecossistemas que deem suporte, que criem ambientes de troca, que ofereçam recursos e conexões capazes de acelerar jornadas. É exatamente esse o raciocínio por trás da Dinastia, hub com um ecossistema que reúne as mais de 100 empresas em que investi e diversos parceiros estratégicos para que o empreendedorismo não seja um caminho solitário, mas um espaço de trocas, conexões e crescimento.
Dinastia é sobre eficiência inteligente: centralizar estruturas, compartilhar soluções, criar sinergias. Mas, acima de tudo, é sobre relações e pessoas. Nossos encontros — sejam imersões estratégicas, palestras ou conversas de corredor — geram parcerias que nenhum contrato de investimento poderia prever. Isso é legado.
Dinastia também é uma resposta a uma provocação que sempre me faço: que marcas e negócios estamos deixando para o futuro? Porque ter lucro é bom, mas construir um negócio que transforma setores, comunidades e pessoas é melhor ainda.
Quando olho para o Brasil, vejo um país que desperta admiração no mundo não apenas pela sua diversidade, mas pela capacidade de criar soluções criativas em contextos adversos. Essa é a essência de uma dinastia: atravessar os ciclos econômicos sem perder o propósito. No fim, a provocação que deixo é esta: você está construindo algo que dura além de você? Seu negócio, sua liderança, seu patrimônio, resistem ao teste do tempo?
Dinheiro é combustível. Mas legado é destino.