• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

FIDCs: a evolução das emissões e o retrato atual da indústria de fundos no Brasil

Volume acumulado desde 2018 chega a R$ 933,5 bilhões; 2025 pode encerrar com novo recorde e consolidar os FIDCs como alternativa de investimento em crédito

Por Einar Rivero

13/10/2025 | 7:40 Atualização: 13/10/2025 | 7:46

Receba esta Coluna no seu e-mail
FIDCs são recomendados a investidores com perfil de risco moderado e arrojado para tentar buscar mais retorno na carteira de renda fixa. (Foto: Mandisa Tozo/peopleimages.com em Adobe Stock)
FIDCs são recomendados a investidores com perfil de risco moderado e arrojado para tentar buscar mais retorno na carteira de renda fixa. (Foto: Mandisa Tozo/peopleimages.com em Adobe Stock)

A indústria de fundos brasileiros atingiu um marco histórico no universo dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs). Um estudo da Elos Ayta, em parceria com a plataforma UQBAR, mostra que desde 2018 já foram emitidos R$ 933,5 bilhões em FIDCs, com destaque para três categorias que respondem por 65,49% do volume acumulado: Recebíveis Comerciais (R$ 375,8 bilhões), Crédito Pessoal (R$ 127,3 bilhões) e Multiclasse (R$ 108,2 bilhões).

Leia mais:
  • Temporada de recordes na B3: 24 ações batem máximas históricas no 3º tri e sinalizam movimentos estratégicos
  • Capex em desaceleração: empresas da B3 cortam investimentos e indicam mudança de ciclo
  • Fim da isenção de dividendos? Proposta do governo pode redefinir a remuneração dos acionistas na bolsa
Cotações
11/01/2026 22h33 (delay 15min)
Câmbio
11/01/2026 22h33 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O ano de 2024 registrou o maior volume anual da série histórica, com R$ 200,7 bilhões, um crescimento de 31% em relação a 2023, quando as emissões somaram R$ 153,1 bilhões. Nos oito primeiros meses de 2025, o mercado já contabilizou R$ 163,7 bilhões, valor 18,4% inferior ao total de 2024, mas ainda assim indicativo de que o ano pode fechar com recorde histórico, caso o ritmo observado até agosto se mantenha até dezembro. Estimativas apontam para um volume próximo de R$ 250 bilhões, consolidando o crescimento do setor

Mudanças na participação por categoria

Publicidade

Os recebíveis comerciais continuam dominando o mercado, mas com 52,74% de participação, abaixo dos 59,35% registrados em 2018. Já os FIDCs de Crédito Pessoal apresentam queda pelo terceiro ano consecutivo, chegando a 12,96%, o menor nível desde 2021. Em contrapartida, os FIDCs Multiclasse mantêm a terceira posição, com 9,81%, seguidos pelos de Financiamento de Veículos (5,53%) e Crédito Pessoa Jurídica (5,12%), este último sofrendo uma queda de 7,84 pontos percentuais em relação a 2024.

Os três principais segmentos — Recebíveis Comerciais, Crédito Pessoal e Multiclasse — respondem por 75,5% das emissões em 2025, frente a 66,5% em 2024, sinalizando concentração crescente nos principais ativos de crédito.

Perspectivas e relevância para investidores

Os FIDCs são fundos que adquirem direitos creditórios de empresas, como duplicatas, contratos e cheques, permitindo que investidores tenham acesso a ativos fora do mercado tradicional. Entre os benefícios, destacam-se:

  • Rentabilidade atrativa: historicamente superior à de fundos de renda fixa;
  • Diversificação: exposição a diferentes setores e tipos de crédito e pulverização com relação aos devedores;
  • Apoio ao mercado real: financiamento direto de empresas e fluxo de caixa do setor produtivo.

Por outro lado, os fundos também apresentam riscos:

  • Risco de crédito: inadimplência de devedores pode impactar retornos;
  • Liquidez limitada: cotas podem não ser facilmente negociáveis antes do vencimento;
  • Assimetria informacional: quando uma das partes possui mais ou melhores informações do que a outra, o que pode gerar desequilíbrio nas decisões de investimento.

Conclusão

A trajetória das emissões de FIDCs entre 2018 e 2025 demonstra não apenas crescimento consistente da indústria de fundos, mas também mudanças na composição por tipo de crédito, reflexo de tendências econômicas e decisões estratégicas de investidores e gestores.

Com volumes recordes à vista e diversificação de ativos cada vez mais ampla, os FIDCs se consolidam como uma alternativa robusta para investidores que buscam rentabilidade e exposição a diferentes tipos de crédito, reforçando sua relevância no mercado financeiro brasileiro.

Com o Uqbar Day 2025 se aproximando, as atenções se voltam para os novos caminhos da indústria de fundos no Brasil. Uma coisa é certa: o mercado de FIDC’s já não é mais um coadjuvante.

Publicidade

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Crédito
  • Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs)
  • Renda fixa

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    CDBs do Banco Master: o que fazer agora para receber mais rápido o pagamento do FGC

  • 2

    Quanto economizar para juntar R$ 30 mil em 2026 com o Tesouro Selic?

  • 3

    IPCA de dezembro vira o jogo dos juros? Inflação pode decidir quando a Selic começa a cair em 2026

  • 4

    Por que o seguro de vida virou peça-chave na estratégia da alta renda — e faz sentido também para o pequeno investidor

  • 5

    Reforma tributária: mudança no ITCMD pode elevar custo da sucessão na alta renda

Publicidade

Quer ler as Colunas de Einar Rivero em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Como apostar na Dupla Sena?
Logo E-Investidor
Como apostar na Dupla Sena?
Imagem principal sobre o Lotomania: como são distribuídos os prêmios?
Logo E-Investidor
Lotomania: como são distribuídos os prêmios?
Imagem principal sobre o Prova de vida 2026: como fazer procedimento pelo órgão pagador?
Logo E-Investidor
Prova de vida 2026: como fazer procedimento pelo órgão pagador?
Imagem principal sobre o Como apostar na Lotomania?
Logo E-Investidor
Como apostar na Lotomania?
Imagem principal sobre o FGTS: 12 cidades que têm saque calamidade liberado até janeiro de 2026
Logo E-Investidor
FGTS: 12 cidades que têm saque calamidade liberado até janeiro de 2026
Imagem principal sobre o Aumento da passagem em SP: como fica a integração?
Logo E-Investidor
Aumento da passagem em SP: como fica a integração?
Imagem principal sobre o Lotomania: saiba quais são as chances de acertar os 20 números sorteados
Logo E-Investidor
Lotomania: saiba quais são as chances de acertar os 20 números sorteados
Imagem principal sobre o Idosos devem cumprir este requisito para conseguir o BPC em 2026
Logo E-Investidor
Idosos devem cumprir este requisito para conseguir o BPC em 2026
Últimas: Colunas
Atualização de bens no IR: quando o REARP vale a pena e quando é armadilha
Samir Choaib
Atualização de bens no IR: quando o REARP vale a pena e quando é armadilha

O novo regime de atualização patrimonial promete alívio no ganho de capital, mas impõe uma aposta longa e arriscada, que só faz sentido em casos muito específicos

11/01/2026 | 06h30 | Por Samir Choaib
Dizer não é fácil. Difícil é sustentar o sim
Ana Paula Hornos
Dizer não é fácil. Difícil é sustentar o sim

No começo do ano, prometer mudanças é simples; maturidade está em sustentar escolhas quando o entusiasmo acaba e o compromisso começa a cobrar

10/01/2026 | 06h30 | Por Ana Paula Hornos
COP-30 teve avanços concretos sobre o clima, mas o mundo tornou tudo mais difícil
Fernanda Camargo
COP-30 teve avanços concretos sobre o clima, mas o mundo tornou tudo mais difícil

Apesar de avanços em financiamento, plataformas e cooperação, a conferência em Belém expôs os limites da ação climática em um cenário de tensões geopolíticas e fragmentação global.

09/01/2026 | 15h00 | Por Fernanda Camargo
Investir para 2035: os 10 setores mais promissores a longo prazo no exterior
William Eid
Investir para 2035: os 10 setores mais promissores a longo prazo no exterior

De inteligência artificial à educação digital, megatendências estruturais indicam onde o capital global deve se concentrar na próxima década

08/01/2026 | 16h16 | Por William Eid

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador