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FIDCs: a evolução das emissões e o retrato atual da indústria de fundos no Brasil

Volume acumulado desde 2018 chega a R$ 933,5 bilhões; 2025 pode encerrar com novo recorde e consolidar os FIDCs como alternativa de investimento em crédito

Por Einar Rivero

13/10/2025 | 7:40 Atualização: 13/10/2025 | 7:46

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FIDCs são recomendados a investidores com perfil de risco moderado e arrojado para tentar buscar mais retorno na carteira de renda fixa. (Foto: Mandisa Tozo/peopleimages.com em Adobe Stock)
FIDCs são recomendados a investidores com perfil de risco moderado e arrojado para tentar buscar mais retorno na carteira de renda fixa. (Foto: Mandisa Tozo/peopleimages.com em Adobe Stock)

A indústria de fundos brasileiros atingiu um marco histórico no universo dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs). Um estudo da Elos Ayta, em parceria com a plataforma UQBAR, mostra que desde 2018 já foram emitidos R$ 933,5 bilhões em FIDCs, com destaque para três categorias que respondem por 65,49% do volume acumulado: Recebíveis Comerciais (R$ 375,8 bilhões), Crédito Pessoal (R$ 127,3 bilhões) e Multiclasse (R$ 108,2 bilhões).

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O ano de 2024 registrou o maior volume anual da série histórica, com R$ 200,7 bilhões, um crescimento de 31% em relação a 2023, quando as emissões somaram R$ 153,1 bilhões. Nos oito primeiros meses de 2025, o mercado já contabilizou R$ 163,7 bilhões, valor 18,4% inferior ao total de 2024, mas ainda assim indicativo de que o ano pode fechar com recorde histórico, caso o ritmo observado até agosto se mantenha até dezembro. Estimativas apontam para um volume próximo de R$ 250 bilhões, consolidando o crescimento do setor

Mudanças na participação por categoria

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Os recebíveis comerciais continuam dominando o mercado, mas com 52,74% de participação, abaixo dos 59,35% registrados em 2018. Já os FIDCs de Crédito Pessoal apresentam queda pelo terceiro ano consecutivo, chegando a 12,96%, o menor nível desde 2021. Em contrapartida, os FIDCs Multiclasse mantêm a terceira posição, com 9,81%, seguidos pelos de Financiamento de Veículos (5,53%) e Crédito Pessoa Jurídica (5,12%), este último sofrendo uma queda de 7,84 pontos percentuais em relação a 2024.

Os três principais segmentos — Recebíveis Comerciais, Crédito Pessoal e Multiclasse — respondem por 75,5% das emissões em 2025, frente a 66,5% em 2024, sinalizando concentração crescente nos principais ativos de crédito.

Perspectivas e relevância para investidores

Os FIDCs são fundos que adquirem direitos creditórios de empresas, como duplicatas, contratos e cheques, permitindo que investidores tenham acesso a ativos fora do mercado tradicional. Entre os benefícios, destacam-se:

  • Rentabilidade atrativa: historicamente superior à de fundos de renda fixa;
  • Diversificação: exposição a diferentes setores e tipos de crédito e pulverização com relação aos devedores;
  • Apoio ao mercado real: financiamento direto de empresas e fluxo de caixa do setor produtivo.

Por outro lado, os fundos também apresentam riscos:

  • Risco de crédito: inadimplência de devedores pode impactar retornos;
  • Liquidez limitada: cotas podem não ser facilmente negociáveis antes do vencimento;
  • Assimetria informacional: quando uma das partes possui mais ou melhores informações do que a outra, o que pode gerar desequilíbrio nas decisões de investimento.

Conclusão

A trajetória das emissões de FIDCs entre 2018 e 2025 demonstra não apenas crescimento consistente da indústria de fundos, mas também mudanças na composição por tipo de crédito, reflexo de tendências econômicas e decisões estratégicas de investidores e gestores.

Com volumes recordes à vista e diversificação de ativos cada vez mais ampla, os FIDCs se consolidam como uma alternativa robusta para investidores que buscam rentabilidade e exposição a diferentes tipos de crédito, reforçando sua relevância no mercado financeiro brasileiro.

Com o Uqbar Day 2025 se aproximando, as atenções se voltam para os novos caminhos da indústria de fundos no Brasil. Uma coisa é certa: o mercado de FIDC’s já não é mais um coadjuvante.

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