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Índice de Dividendos da B3 está em queda, mas algumas ações vão na contramão da tendência

O indicador mostra quais são os melhores papéis do mercado brasileiro em retorno por meio de dividendos

Por Einar Rivero

07/08/2024 | 13:10 Atualização: 08/08/2024 | 13:22

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Mercado financeiro (Foto: Adobe Stock)
Mercado financeiro (Foto: Adobe Stock)

O Índice Dividendos (IDIV) da B3 é composto por empresas que se destacam na remuneração de seus acionistas via dividendos. A escolha dos papéis que compõem o índice segue critérios de liquidez, de consistência na distribuição de dividendos, de representação nos índices IBr-X-100 ou IBrA, dentre outros, de modo que o IDIV reflete com satisfatória precisão quais são as melhores ações do mercado brasileiro em termos de retorno por meio de dividendos.

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Esse indicador tem contado uma história interessante. Em 2023, o IDIV apresentou valorização de 26,84%, a maior desde 2019, quando foi registrado um aumento de 45,16%.

Já a situação atual é bem mais desafiadora: o preço das ações é estável e até o final de julho o IDIV caiu 1,58%, oscilando entre 8.400 e 9.188 pontos. É um sinal de que o mercado entrou em modo de espera, aguardando o quadro político e econômico do país ficar um pouco mais definido.

Aprofundando a análise com o dividend yield

Acompanhar a curva do IDIV é fundamental, mas insuficiente. Um bom caminho para aprofundar essa análise é calcular seu dividend yield (“rendimentos de dividendos”, ou DY, isto é, a relação entre os dividendos distribuídos por uma empresa versus o preço de suas ações), para entendermos o quanto as ações contidas no IDIV rendem somente com o pagamento de dividendos.

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Consideramos os DY de cada um dos ativos contidos no IDIV desde janeiro de 2020, ajustando-os de acordo com sua participação relativa no índice para obter o dividend yield ponderado do IDIV.

Como a carteira do IDIV muda ao longo do tempo, de acordo com aqueles critérios mencionados acima, nossa amostragem também variou mês a mês. De todo modo, vale observar que o IDIV é composto hoje por 53 ações.

Nossa análise considera a carteira a cada fim de mês, garantindo intervalos regulares entre cada ponto do gráfico e, portanto, uma representação mais objetiva do comportamento da carteira do IDIV nos últimos anos.

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Como se nota, o dividend yield ponderado em julho deste ano foi de 8,89%, o que confirma uma tendência de queda pelo quarto mês consecutivo. É também o menor DY ponderado do IDIV desde junho de 2022. Naquele mês, o indicador atingiu um pico de 13,76%, entrando em trajetória descendente (na média) desde então.

Valorização do IDIV vs. DY

O cálculo do DY ponderado também explicita muito bem como a volatilidade no preço das ações interfere nos resultados desse índice. Em 2023, o IDIV teve valorização de 26,84%, a maior desde 2019. Esta valorização robusta contribuiu para a redução do DY, uma vez que o preço das ações equivale ao denominador dessa relação.

Na contramão: desempenho superior à média ponderada do índice

Apesar dessa queda geral no dividend yield, alguns papéis contidos na carteira do IDIV continuam apresentando desempenhos superiores à média ponderada do índice.

A Petrobras se destaca com as ações PETR4 e PETR3, liderando a lista com rendimentos medianos de 20,78% e 18,57%, respectivamente. Das 15 ações listadas na tabela abaixo, seis têm um dividend yield projetado para os próximos 12 meses superior à mediana dos últimos cinco anos.

O cálculo do dividend yield projetado considera que serão mantidas a política de distribuição de dividendos e a consistência no volume financeiro distribuído dos últimos 12 meses.

Expectativas para os rendimentos

Nove das ações destacadas têm um dividend yield projetado inferior à mediana dos últimos cinco anos (8,58%). A maior queda observada foi no papel UNIP6, da Unipar: sua mediana de dividend yield é de 14,27%, contra 5,32% de DY projetado para os próximos 12 meses – um recuo de 8,95%.  O destaque positivo fica com a ação LEVE3, da Metal Leve, cujo crescimento projetado para os rendimentos de dividendos ultrapassa os dez pontos percentuais.

Dividendos vs. Selic

Vale a pena também comparar o dividend yield projetado das ações do IDIV com a taxa básica de juros, a Selic, hoje mantida em 10,5%. Nove papeis têm um rendimento projetado superior à Selic, o que é atrativo para quem busca retornos maiores mesmo em um cenário de juros altos.

Armadilhas

O dividend yield, como todo índice financeiro, precisa ser analisado em contexto. Trata-se de um indicador muito sensível à valorização ou desvalorização das ações. Com isso, um alto retorno de dividendos, atraente à primeira vista, pode ser resultado de uma queda significativa no preço das ações de determinada empresa.

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Da mesma forma, o volume de dividendos de uma empresa pode cair em períodos de menor lucratividade ou de investimentos internos, de modernização. Nesse caso, dividend yield baixo não será sinônimo de má-gestão da companhia.

Empresas listadas na B3 têm, sim, capacidade de manter pagamentos consistentes

Atentar para o dividend yield ponderado é fundamental para entendermos o que realmente está acontecendo na carteira do IDIV. Nossa análise deixa claro que, apesar da queda geral do índice, há ações que continuam a oferecer retornos robustos, até superando a mediana histórica.

Ganhos com dividendos são parte integral da estratégia de muitos investidores, por sua capacidade de proporcionar renda estável e recorrente. A resiliência na distribuição de dividendos, refletida na mediana dos últimos cinco anos, indica que as empresas listadas na B3 têm, sim, capacidade de manter pagamentos consistentes, mesmo em meio às incertezas econômicas.

Cabe agora a cada investidor considerar o histórico de distribuição de dividendos de uma empresa e, ao mesmo tempo, suas perspectivas futuras, para decidir com mais segurança e assertividade o que fazer com seu patrimônio.

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