• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Oi (OIBR3), IRB (IRBR3) e Cogna (COGN3): O que esperar em 2021?

As três empresas passaram por provas de fogo que transformaram seus rumos por completo no ano passado

Por Fabrizio Gueratto

14/01/2021 | 8:20 Atualização: 14/01/2021 | 7:52

Receba esta Coluna no seu e-mail
Foto: Paulo Whitaker/Reuters
Foto: Paulo Whitaker/Reuters

Se 2020 trouxe ganhos financeiros para alguns nichos do mercado, três empresas passaram por provas de fogo que transformaram seus rumos por completo, são elas: Oi (OIBR3 e OIBR4), IRB Brasil RE (IRBR3) e Cogna (COGN3).

Leia mais:
  • Ações da Oi podem causar um estrago na vida dos investidores
  • O 'inferno astral' do IRB, maior ressegurador do País
Cotações
02/02/2026 12h41 (delay 15min)
Câmbio
02/02/2026 12h41 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

De casos de desconfiança institucional à reformulação de estratégias a longo prazo, o mosaico que indicará o futuro da tríade mais enigmática da bolsa de valores se forma aos poucos.

Sempre costumo dizer que gosto de empresas que passaram por situações difíceis, mas nem por isso deixaram de ser boas empresas. Os momentos em que as falhas organizacionais estão expostas servem de aviso para que a empresa repense as estratégias que a levaram até aquela situação e obrigatoriamente precisam se reinventar. Por meio desta reformulação, a gestão é forçada a pensar em soluções criativas e vasculhar cada canto do negócio, o famoso “arrumar a casa”.

Publicidade

É claro que cada caso é diferente e único e nem sempre as corporações conseguem identificar os erros de forma clara e concisa. Assim, tardam a resolver suas deficiências. Com isso em mente, explico porque manterei Oi, IRB Brasil RE e Cogna em 2021 na minha carteira de ações.

Oi (OIBR3)

Em recuperação judicial desde 2016, a Oi contraiu uma dívida de R$ 14,3 bilhões com a Anatel. Depois de realizar um acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), o montante foi reduzido em 50% e a dívida final caiu para R$ 7,2 bilhões.

Direcionada pela gestão de Rodrigo Abreu, a Oi realizou uma série de leilões que angariaram quase R$ 18 bilhões até dezembro. A estimativa da empresa é que os leilões arrecadem ainda mais R$ 20 bilhões com a venda de parte da InfraCo.

Neste momento, o radar do mercado está direcionado ao leilão da InfraCo, que acontecerá ainda no primeiro trimestre de 2021. O sistema da empresa conta com 400 mil quilômetros de fibra ótica, estrutura indispensável ao sistema de distribuição do 5G, que deve figurar entre as novas tecnologias a serem implantadas no país nos próximos anos.

Na última terça-feira (12), a Bloomberg divulgou que o Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB) teria se unido a um fundo gerido pelo BTG Pactual (BPAC11) para realizar uma oferta no leilão da InfraCo. Além desta oferta, duas outras devem ser apresentadas, uma pela Highline do Brasil, que arrematou as torres móveis no primeiro leilão, e a outra pela Ufinet, gerida pela Enel.

Publicidade

Diferente das outras vendas, cujos ativos foram integralmente adquiridos pelas empresas ofertantes, apenas 51% da rede será leiloada. Os outros 49% permanecerão em posse da Oi, que pretende angariar pelo menos R$ 20 bilhões com venda da InfraCo.

Por conta disso, apesar do comentário feito por Rodrigo Abreu de que a Oi só deveria começar a gerar caixa entre 2022 e 2023, acredito que 2021 será um ano significativo para a empresa. Nesta reta final dos leilões, é possível enxergar a luz no fim do túnel, com uma Oi mais firme e recuperada judicialmente. Continuarei com a ação na minha carteira.

IRB Brasil RE (IRBR3)

No dia 26 de junho de 2020, o IRB terminou a investigação interna que pautaria todos os veículos econômicos. A descoberta? Uma fraude milionária praticada pela antiga diretoria. Como forma de tentar recuperar sua imagem e, consequentemente, a confiança do mercado, a empresa anunciou uma série de reformas.

A maior resseguradora brasileira sofreu um baque do qual ainda está tentando se reerguer. A desvalorização de seus papéis foi notável, assim como o repúdio geral dos acionistas e analistas. Desde que as ações do IRB caíram em março – mais de 64% -, não conseguiram atingir os antigos patamares. Se no dia 31 de janeiro as ações estavam precificadas em pouco mais de R$ 40, hoje elas ainda patinam nos R$ 7.

No entanto, após a série de medidas serem instauradas, e Antônio Cássio dos Santos assumir a presidência, há perspectivas da instauração de uma nova IRB, mais centrada e transparente. Segundo o CEO, não há mais esqueletos guardados, o que havia para ser analisado já foi propriamente descoberto.

Publicidade

Leia também: O IRB irá sobreviver. Mas em que circunstâncias?

Nesta onda de reformas o IRB anunciou a contratação de uma consultoria internacional para reavaliar as estratégias a longo prazo. Apesar do informativo não acompanhar o nome da empresa contatada, podemos avaliar esta ação como um compromisso do IRB com sua severa reformulação organizacional.

Em convergência com as ações, a empresa concluiu o angariamento da sua segunda emissão de debêntures. Com prazo de quitação de 6 anos, a proposta animou acionistas, que injetaram mais de R$ 229 milhões no caixa da empresa. O IRB é líder de mercado e esta grave crise obriga a empresa a se reinventar. Acredito que o balanço do 4º trimestre virá melhor que o terceiro e em 2021 voltará a dar lucro e se reerguer. Mantenho a ação na minha carteira.

Cogna (COGN3)

Afetada pela paralisação das aulas em 2020, a Cogna viu suas ações despencarem. Seu carro chefe, a empresa Kroton, foi atingida em cheio pelas mudanças sociais do ano. Por conta disso, a Cogna iniciou um plano de reestruturação de seus negócios.

A companhia inovou no setor ao criar um marketplace de educação digital que será estreado entre este ano e o próximo. Basicamente, haverá uma plataforma para a venda de produtos educacionais de outras empresas.

Publicidade

O plano de negócio com a empresa Eleva animou os acionistas que buscam sinais de recuperação a curto prazo. É especulado que a troca de ativos envolverá uma troca entre as duas empresas. A Cogna disponibilizaria seu sistema K2, enquanto a Eleva venderia seu sistema de ensino à Cogna.

Sinceramente, não acredito na recuperação da empresa no curto prazo. A vacinação ainda levará meses até a população estar protegida. O primeiro semestre ainda será de restrições. Entretanto, a Cogna já havia iniciado a transição, está se tornando uma empresa de tecnologia dentro da área de educação e logicamente este movimento foi acelerado na pandemia. Confio na gestão da empresa e mantenho a ação na minha carteira.

Assista ao vídeo sobre as ações da Oi, IRB e Cogna:

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • irbr3

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    A revolta dos bilionários da Califórnia contra um imposto anual de 1%

  • 2

    Ele comprou uma empresa quase falida de Warren Buffett por US$ 1 mil e a transformou em uma gigante de US$ 98 bi

  • 3

    Bitcoin entra em fevereiro sob pressão

  • 4

    Volta às aulas mais cara: como ensinar educação financeira às crianças e proteger o bolso da família

  • 5

    Ibovespa hoje abre mês em alta apesar da cautela internacional com paralisação dos EUA, ouro e Focus no radar

Publicidade

Quer ler as Colunas de Fabrizio Gueratto em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o 4 dicas para planejar a própria aposentadoria para os 50 anos
Logo E-Investidor
4 dicas para planejar a própria aposentadoria para os 50 anos
Imagem principal sobre o Saque-aniversário do FGTS: passo a passo para contratar o empréstimo de antecipação
Logo E-Investidor
Saque-aniversário do FGTS: passo a passo para contratar o empréstimo de antecipação
Imagem principal sobre o Saldo retido do FGTS: qual valor será liberado na segunda etapa?
Logo E-Investidor
Saldo retido do FGTS: qual valor será liberado na segunda etapa?
Imagem principal sobre o Gás do Povo: quais capitais foram integradas no programa?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: quais capitais foram integradas no programa?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: como consultar a situação do benefício em 2026?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: como consultar a situação do benefício em 2026?
Imagem principal sobre o Aposentadoria: como fica a regra para professores servidores públicos federais em 2026?
Logo E-Investidor
Aposentadoria: como fica a regra para professores servidores públicos federais em 2026?
Imagem principal sobre o Saldo retido do FGTS: quando começará a liberação da segunda etapa?
Logo E-Investidor
Saldo retido do FGTS: quando começará a liberação da segunda etapa?
Imagem principal sobre o Descontos indevidos no INSS: passo a passo para contestar via aplicativo Meu INSS
Logo E-Investidor
Descontos indevidos no INSS: passo a passo para contestar via aplicativo Meu INSS
Últimas: Colunas
2026 é o ano decisivo para organizar herança e proteger patrimônio
Samir Choaib
2026 é o ano decisivo para organizar herança e proteger patrimônio

As mudanças no ITCMD que entram em vigor a partir de 2027 tornam o planejamento sucessório mais complexo e quem deixar para depois pode pagar mais

31/01/2026 | 06h00 | Por Samir Choaib
Stablecoins, o trilho financeiro do futuro (ou do presente)
Fabricio Tota
Stablecoins, o trilho financeiro do futuro (ou do presente)

Por que stablecoins deixaram de ser um produto de nicho do mercado cripto e passaram a funcionar como infraestrutura global de pagamentos, liquidez e política monetária digital

30/01/2026 | 19h54 | Por Fabricio Tota
OPINIÃO. Salário mínimo sobe, produtividade não
Fabrizio Gueratto
OPINIÃO. Salário mínimo sobe, produtividade não

Reajuste eleva o piso para R$ 1.621, mas expõe o descompasso entre aumento por decreto e custo crescente para empresas e Estado

29/01/2026 | 16h00 | Por Fabrizio Gueratto
Stablecoins: quais são os benefícios delas em um mundo extremamente instável?
William Castro
Stablecoins: quais são os benefícios delas em um mundo extremamente instável?

Moedas digitais atreladas ao dólar ganham escala, regulação e podem mudar a forma como brasileiros pagam, investem e protegem patrimônio

29/01/2026 | 14h32 | Por William Castro

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador