• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Fundos globais para todos: mais esperados do que férias na Disney

Diversificação global não deveria ser vista como risco. Ter todos os ovos na cesta brasileira pra mim é que é

Por Luciana Seabra

12/01/2022 | 7:49 Atualização: 12/01/2022 | 7:49

Receba esta Coluna no seu e-mail
Festa de Halloween no parque Magic 
Kingdom da Disney em Orlando, em outubro de 2012 (Foto: Monica Nobrega/ AE)
Festa de Halloween no parque Magic Kingdom da Disney em Orlando, em outubro de 2012 (Foto: Monica Nobrega/ AE)

Em terras tupiniquins dos investimentos, o novo ano vem com uma ansiedade forte sobre uma mudança regulatória: a autorização para qualquer pessoa poder investir nos melhores gestores de fundos do mundo todo.

Leia mais:
  • Não faça do ranking de fundos a sua lista de compras para 2022
  • Luciana Seabra recomenda livros de gestão e estratégia para o investidor
  • CVM quer empresas com 2 conselheiros independentes
Cotações
12/03/2026 14h42 (delay 15min)
Câmbio
12/03/2026 14h42 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Já vejo daqui a alguns anos as crianças perguntando: “Mas, mãe, em 2021 tinha que ser milionário pra investir fora?”. E ela dizendo: “Sim, pra muitos produtos, sim”. E a criança voltando: “Nossa, que estranho.” – com uma expressão digna da minha sobrinha, chocada com o fato de a minha máquina de escrever antiga imprimir em tempo real…

Sendo justa, houve avanços recentemente. Desde o fim de 2020, os BDRs (Brazilian Depositary Receipts), até então restritos a investidores milionários, foram liberados para o público em geral.

Publicidade

Os BDRs são recibos de empresas estrangeiras negociados na Bolsa brasileira – uma forma de investir em companhias globais muito conhecidas nossas, como Airbnb, Amazon e Apple, no mesmo home broker em que você encontra as locais.

Mas foi aí que os gestores globais, interessados em adentrar no pujante mercado brasileiro de fundos, protestaram mesmo. E devo dizer: com razão, na minha humilde opinião.

Uma pessoa leiga pode selecionar seus próprios BDRs e montar uma carteira, mas não pode investir em um fundo composto por ações escolhidas por um investidor profissional com longa experiência no mercado global?

Pois é assim que funciona até hoje. Pela regulação atual, fundos que investem mais de 67% de seu patrimônio no exterior são restritos a qualificados, aqueles que declaram mais de R$ 1 milhão em investimentos financeiros. Se o fundo tem liberdade pra investir de 0 a 100% fora e não segue alguns pré-requisitos de estrutura, então é restrito a profissionais, os que atestam mais de R$ 10 milhões em investimentos.

Publicidade

Diversificação global – ainda mais com o apoio de gestores profissionais – não deveria ser vista por si só como risco. Ter todos os ovos na cesta brasileira pra mim é o verdadeiro risco.

Até entendo que a exposição ao dólar, muitas vezes embutida nesses fundos, se exagerada, pode impor uma volatilidade adicional à carteira. A relação dólar/real sacode bastante – tanto que gestores de multimercados com frequência preferem se expor ao dólar contra uma cesta de moedas.

Por outro lado, comprar todo seu dinheiro em ações brasileiras também traz alta volatilidade – e não há qualquer vedação regulatória a isso. Acredito que está na orientação financeira de qualidade, felizmente crescente no Brasil, a saída para tal risco.

A proibição é um entrave à diversificação, tão positiva para quem investe. E 2021 foi um grande exemplo disso, com o dólar e a bolsa norte-americana defendendo prejuízos de muitos portfólios.

Publicidade

A boa notícia é que a Instrução 555 da CVM, que regula o mercado de fundos, está em revisão neste momento. E uma das novidades que é esperada dela é uma maior democratização dos fundos globais, em especial esses que investem no mínimo 67% fora e seguem algumas regras impostas pelo regulador.

Hoje a maior parte dos gestores globais que instalaram escritórios no Brasil montaram produtos nesse formato. Ou seja, o fim da restrição para qualificados faria crescer de forma expressiva imediatamente o cardápio local.

Eu mesma tive a oportunidade de perguntar para o presidente da CVM, no summit da Anbima, para quando poderíamos esperar a nova regulação de fundos (em que há grande expectativa sobre novidades em fundos globais). Ele respondeu que esperava que fosse possível para o primeiro semestre deste ano, de preferência para a primeira metade dele.

Estamos aqui na expectativa. E na torcida.

Publicidade

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • b3sa3

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    GPA pede recuperação extrajudicial: lojas do Pão de Açúcar podem fechar? Entenda o que muda

  • 2

    CDBs de até 230% do CDI: como funcionam as ofertas promocionais e os cuidados antes de investir

  • 3

    FGC não é escudo total: 6 sinais de alerta antes de investir em CDB

  • 4

    Qual “caixinha” rende mais? Comparamos 7 bancos

  • 5

    Petróleo acima de US$ 70 pode turbinar dividendos de Petrobras e outras petroleiras; mas preço se sustenta?

Publicidade

Quer ler as Colunas de Luciana Seabra em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: onde registrar as apostas?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: onde registrar as apostas?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: qual a data do sorteio?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: qual a data do sorteio?
Imagem principal sobre o FGTS: saiba como receber atualizações do saldo via SMS
Logo E-Investidor
FGTS: saiba como receber atualizações do saldo via SMS
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: qual o formato do jogo?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: qual o formato do jogo?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: por onde acompanhar o sorteio sem sair de casa?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: por onde acompanhar o sorteio sem sair de casa?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: quem pode participar das apostas?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: quem pode participar das apostas?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: as vendas paralelas já começaram?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: as vendas paralelas já começaram?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: saiba qual é o concurso da vez
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: saiba qual é o concurso da vez
Últimas: Colunas
OPINIÃO. Classe média no Brasil vive como rica e se aposenta como pobre
Fabrizio Gueratto
OPINIÃO. Classe média no Brasil vive como rica e se aposenta como pobre

“Ah, eu ganho pouco, não dá para poupar”. Se todos os brasileiros ganhassem o dobro, também dobrariam os gastos. Poupar não é sobre salário, é sobre disciplina

12/03/2026 | 13h51 | Por Fabrizio Gueratto
Qual empresa da Bolsa paga o maior salário ao CEO? Líder do ranking recebe R$ 81,7 milhões
Einar Rivero
Qual empresa da Bolsa paga o maior salário ao CEO? Líder do ranking recebe R$ 81,7 milhões

Levantamento com 79 companhias com base em formulários de referências na CVM aponta que elas investiram R$ 1,35 bilhão com remuneração dos principais executivos

11/03/2026 | 16h46 | Por Einar Rivero
Paradoxos e projeções do conflito no Irã geram incertezas sobre o pós guerra
Thiago de Aragão
Paradoxos e projeções do conflito no Irã geram incertezas sobre o pós guerra

Thiago de Aragão aponta paradoxos, incertezas e consequências que englobam a guerra entre EUA, Israel e Irã

11/03/2026 | 14h31 | Por Thiago de Aragão
High yield não é fraude: o que explica os juros tão altos no crédito privado
Espaço do Especialista
High yield não é fraude: o que explica os juros tão altos no crédito privado

Gustavo Blasco, economista e fundador da GCB Investimentos explica o papel social do mercado de capitais e como diferenciar uma boa oportunidade de uma cilada

10/03/2026 | 14h01 | Por Gustavo Blasco, economista, gestor de recursos e fundador da GCB Investimentos

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador