• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Seguros: sua vida financeira está blindada para o imprevisível?

O seguro de vida pode ser uma forma de cuidar de quem você ama, mas vejo muita gente contratando sem precisar dele

Por Luciana Seabra

23/10/2023 | 12:18 Atualização: 24/10/2023 | 8:04

Receba esta Coluna no seu e-mail
Um plano de saúde não é um investimento, mas pode ter o mesmo nível de prioridade. (Foto: Pixabay)
Um plano de saúde não é um investimento, mas pode ter o mesmo nível de prioridade. (Foto: Pixabay)

Há poucos dias, a caminho de uma reunião, pisei em falso em uma rampa de acesso de salto alto e torci o pé.

Leia mais:
  • Na relação com o assessor, a transparência basta? Eu acho que não
  • 8 mentiras que fazem você perder dinheiro com a previdência
  • Por que o “fee fixo” do assessor não resolve o conflito de interesse
Cotações
01/03/2026 13h37 (delay 15min)
Câmbio
01/03/2026 13h37 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Um segundo de descuido se transformou em um quinto metatarso quebrado, ligamentos do tornozelo lesionados, uma semana sem colocar o pé no chão e mais algumas andando por aí de bota ortopédica.

“É a vida acontecendo enquanto fazemos planos”, comentou uma cliente. É bem isso. Esses eventos que mudam completamente o rumo das coisas – vários compromissos e a viagem de férias para a Índia foram para o saco – nos fazem refletir sobre riscos.

Publicidade

A maior parte do meu trabalho felizmente não depende dos meus pés, mas foi muito satisfatório saber que eu poderia fazer uma pausa caso necessário e não ter que sequer pensar sobre o custo da quantidade de exames e excelentes médicos que avaliaram meu pé nos últimos dias.

Sempre falo – e repito – que o primeiro investimento que qualquer pessoa deve fazer é a reserva de emergência: pelo menos três vezes seu custo mensal investidos de forma extremamente conservadora. Um plano de saúde não é um investimento, mas incluiria no mesmo nível de prioridade: acessar bons laboratórios, hospitais e médicos em um momento de fragilidade tem muito valor.

E pagar por isso, especialmente se houver um período longo de internação, pode dilapidar até mesmo patrimônios muito grandes.

Você deveria pensar não somente no seu plano de saúde como no das pessoas que você ama. Se um parente muito próximo depender de um tratamento muito caro oferecido somente em rede particular para sobreviver, você não vai querer pagar por isso?

Publicidade

Se a resposta é sim, está aí um risco relevante para o seu patrimônio. Você deveria, no mínimo, incentivar essas pessoas a ter um bom plano de saúde – ou, se necessário, pagar por isso.

Na mesma linha, chegam com frequência a mim perguntas sobre ter ou não ter um seguro de vida. Mais uma vez, você tem que pensar nas pessoas que você ama. Em que situação um seguro de vida faz sentido?

Se: 1. Existem pessoas que dependem financeiramente de você – como pais ou filhos.

2. O seu patrimônio acumulado até aqui não é suficiente para sustentá-los na sua falta.

Publicidade

No seguro de vida, se você morre, o valor que será recebido por quem você desejar pode ser maior do que todas as parcelas que você pagou. Como isso é possível?

A seguradora compensa o fato de algumas pessoas morrerem cedo com o de muitas viverem bastante. Então, se você está em uma fase inicial de acúmulo de patrimônio, o seguro de vida pode ser uma bela forma de cuidar de quem você ama mesmo na sua falta.

Agora, se você já tem patrimônio acumulado suficiente para que seus dependentes não fiquem desamparados – ou sequer tem dependentes – não precisa gastar dinheiro com um seguro de vida. Afinal, o seu dinheiro será liberado para os herdeiros em caso de morte. E, infelizmente, vejo muita gente nessas condições que acaba contratando seguro de vida.

Na venda, é comum o corretor dizer que o seguro é liberado rapidamente e pode ajudar a arcar com os custos do inventário. Agora, se você tem patrimônio, melhor usar a previdência com esse fim. Ela também é liberada antes do inventário. E, ao contrário do seguro, é um investimento de fato. Sendo um dinheiro de longo prazo, você pode construir uma carteira diversificada para perseguir retorno.

Publicidade

Ou seja, o seguro de vida só faz sentido quando você não tem patrimônio acumulado suficiente para que seus dependentes fiquem confortáveis na sua falta. No caso de você falecer, ele funciona como uma alavancagem patrimonial que será aproveitada pelos beneficiários.

Muito importante: estamos falando de seguro de vida, ou seja, aquele dinheiro que é liberado na sua morte. Às vezes ele vem misturado com seguros para proteção em vida, como para invalidez, doença grave, incapacidade temporária… Não é o tema aqui hoje e, caso tenha um patrimônio relevante e ainda assim se interesse por algum deles, você deveria contratar avulso em uma seguradora que o permite, para não pagar pelo que não precisa: o seguro de vida.

E o seguro resgatável? Em primeiro lugar: não, não é uma previdência, ao contrário do que alguns dizem na venda. No seguro resgatável, você pode receber um valor de volta quando ele não for mais necessário – quando seus filhos estiverem crescidos, por exemplo.

Se venderam que você vai receber tudo que pagou de volta mais um juro (dizem por aí “3% ao ano”), preste atenção nas palavras usadas. Na verdade, é aplicado um juro sobre o saldo da reserva técnica – que não corresponde a todo o dinheiro que você pagou para ter o seguro.

Publicidade

E faz sentido, né? Mesmo que você não tenha morrido, a seguradora contou com seu dinheiro para pagar aos herdeiros de quem faleceu e para tocar o negócio. Ela não pode devolver tudo. A conta não fecha.

Mesmo que a seguradora prometa devolver tudo que você pagou sem correção, você terá deixado na mesa muitos anos de rentabilidade e poder de compra. Ou seja: ao investir em previdência, o potencial de retorno é maior.

Então, vale o mesmo: se você não tem dependentes ou tem patrimônio acumulado suficiente para não deixar dependentes desamparados em sua falta, melhor pra você uma boa previdência do que um seguro de vida resgatável.

Agora, se tem dependentes e quer protegê-los, minha última recomendação é que pesquise em diferentes seguradoras e compare item a item o que está coberto nas diferentes propostas.

Publicidade

Não é fácil nem agradável pensar em eventos que podem mudar o curso da sua vida ou das pessoas que você ama quando está tudo bem. É nesses momentos, entretanto, que você pode se preparar para que as intercorrências da vida sejam ao menos um pouco mais leves. Pense sobre isso.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • gestão de patrimônio
  • Poupança
  • Reserva de emergência

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Banco do Brasil: 8 sinais por trás da alta de 25% e 11 alertas no radar do investidor

  • 2

    Como a guerra entre os EUA, Israel e o Irã pode afetar bolsa, dólar e petróleo

  • 3

    Do ouro à inteligência artificial: descubra os ETFs recomendados pela XP para 2026

  • 4

    IR 2026: nova lógica tributária coloca imóveis e sucessão no centro do debate; o que muda?

  • 5

    Pix em 2026: aproximação, pagamentos automáticos e novas regras moldam o futuro do sistema

Publicidade

Quer ler as Colunas de Luciana Seabra em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Bolsa Família libera calendário de março de 2026; veja as datas
Logo E-Investidor
Bolsa Família libera calendário de março de 2026; veja as datas
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que é a omissão de rendimentos dos dependentes?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que é a omissão de rendimentos dos dependentes?
Imagem principal sobre o Moradores de Juiz de Fora (MG) podem solicitar o saque calamidade do FGTS, após fortes chuvas
Logo E-Investidor
Moradores de Juiz de Fora (MG) podem solicitar o saque calamidade do FGTS, após fortes chuvas
Imagem principal sobre o Chuvas intensas: saque calamidade do FGTS é liberado para moradores de Minas Gerais
Logo E-Investidor
Chuvas intensas: saque calamidade do FGTS é liberado para moradores de Minas Gerais
Imagem principal sobre o Gás do Povo: como saber quais são os locais de revenda credenciados?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: como saber quais são os locais de revenda credenciados?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual grupo recebe o auxílio hoje (27)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual grupo recebe o auxílio hoje (27)?
Imagem principal sobre o INSS: qual grupo recebe o benefício hoje (27)?
Logo E-Investidor
INSS: qual grupo recebe o benefício hoje (27)?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que é a malha fina?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que é a malha fina?
Últimas: Colunas
A reforma tributária agora vai muito além do universo empresarial tradicional
Samir Choaib
A reforma tributária agora vai muito além do universo empresarial tradicional

Sob o discurso da simplificação, nova lógica amplia o alcance da tributação sobre atividades econômicas e pressiona o modelo associativo a se reorganizar

28/02/2026 | 07h30 | Por Samir Choaib
Bitcoin no divã: por que o rótulo de “ouro digital” pode aprisionar a tese e limitar investimentos
Fabrício Tota
Bitcoin no divã: por que o rótulo de “ouro digital” pode aprisionar a tese e limitar investimentos

Após forte alta e correção recente, o Bitcoin volta a levantar dúvidas no mercado sobre seu papel como reserva de valor

27/02/2026 | 14h59 | Por Fabrício Tota
Do hype aos novos preços na bolsa: como a IA está mudando o jogo das empresas de software
William Castro
Do hype aos novos preços na bolsa: como a IA está mudando o jogo das empresas de software

Nova onda de inteligência artificial domina as atenções em Wall Street e reacende o debate sobre o futuro das empresas de SaaS

26/02/2026 | 17h04 | Por William Castro, estrategista-chefe da Avenue. Colaboração, Tito Ávila, Sócio Fundador da LIS Capital
Guardem dinheiro: um pai sustenta 5 filhos, mas 5 filhos não sustentam um pai
Fabrizio Gueratto
Guardem dinheiro: um pai sustenta 5 filhos, mas 5 filhos não sustentam um pai

Brasil envelhece rápido e terá menos contribuintes; sem poupança própria, depender da Previdência ou dos filhos será cada vez mais incerto

26/02/2026 | 14h27 | Por Fabrizio Gueratto

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador